31 janeiro 2017

Hoje


A noite é como um olhar longo e claro de mulher.
Sinto-me só.
Em todas as coisas que me rodeiam
Há um desconhecimento completo da minha infelicidade.
A noite alta me espia pela janela
E eu, desamparado de tudo, desamparado de mim próprio
Olho as coisas em torno
Com um desconhecimento completo das coisas que me rodeiam.


em Vazio de Vinicius de Moraes

29 janeiro 2017

Pink up your life ♥


Dia da asneira.
Comer gordices e rezar para a balança não ser muito má comigo. 
E rosa, porque sim.

26 janeiro 2017

A força da gravidade


Eu gostava de saber andar de patins. Acho sempre que as pessoas se divertem imenso e dá um ar tão fixe! "Ar fixe"?! Bem, pela escolha de palavras bem parece ser um recalcamento qualquer da minha infância, não?

Em 2010, uma das minhas resoluções era aprender a andar de patins. Comprei uns, em linha, pretos e rosa, duma linha de preços acessíveis da decathlon. O meu marido (na altura namorávamos há uns dois meses) disse que sabia andar de patins e que me podia ajudar.

Querido que só ele, comprou uns patins para ele também e proteções para mim: para os cotovelos, joelhos e mãos.
Disse ele que seria boa ideia irmos para o alcatrão, na rua da terrinha onde poucos carros passam. Naquela altura eu acreditava em tudo...
A rua parece a direito mas não é, tem uma certa inclinação.
Ambos estávamos de patins calçados.

Ora, duas pessoas de patins... nenhuma com grande estabilidade, portanto.
Numa estrada.
Inclinada.

O meu irmão e o meu pai que também estavam a ver estas condições reunidas, pegaram na câmara de filmar. Qualquer pessoa com dois dedos de testa veria que aquilo tinha tudo para correr mal.

E correu.
Não demorou mais que 30 segundos para eu cair no chão e levar com o meu namorado em cima (sim, também o consegui deitar ao chão). Claro que bati com toda a força com a cabeça no chão porque de todas as protecções existentes a única que o meu namorado não me trouxe foi um capacete.
Nunca tive um galo tão grande.
Os patins estão guardados desde então.

25 janeiro 2017

Cinco bocadinhos de mim

Adoro padrões às bolinhas. Sobretudo se for um fundo azul escuro com bolinhas brancas: não me canso! Tenho uns ténis, umas sabrinas, um casaco, vários tops... adoro!



Não gosto de ver filmes de terror à noite. Hoje em dia, dispenso filmes de terror em geral, mas à noite estão completamente proibidos porque fico agitada e para adormecer é um custo, não só porque começo a ver vultos em todo o lado (e de certeza que vieram para me apanhar) como tenho um medo terrível de sonhar com o que vi.


A minha cor preferida é o cor-de-rosa. Lembro-me de tentar combater isso quando era mais nova (pelos 10/11 anos...) porque já não era nenhuma criancinha para gostar de cor-de-rosa. Mas depressa percebi que não vale a pena contrariar! Não me costumo vestir de rosa mas é uma cor que me rodeia, que mais não seja na caneca em que bebo chá, ou no marcador que escolho para sublinhar ou na bolsinha onde guardo alguns produtos... gosto muito!


Deixei de comer no McDonalds. Eu adoro os hamburgueres e as batatas e os gelados e tudo e tudo e tudo. Mas desde que vi os documentários em que o Jamie Oliver mostra o que andamos a comer, deixei de ir lá. Não é uma promessa inquebrável, ou seja, não garanto que um dia, sem outras alternativas, não faça lá uma refeição. Mas será contrariada e por falta de hipóteses, dificilmente voltarei por escolha.


Nunca fui a um festival de verão. Adoro ouvir música mas nunca me puxou... assim como também não me seduz a ideia de acampar por lá (eu sei que não é obrigatório!). E depois, nunca calhou. Acredito que seja uma espécie rara no que toca a este ponto.
 Mais bocadinhos de mim: 
1-5 | 6-10 | 11-15




24 janeiro 2017

A saúde que negligenciamos



Há dias, conversa puxa conversa, e dei por mim a falar com umas colegas sobre o acto de ir ao psicólogo. Eu nunca fui a nenhum mas volta e meia penso que me faria muito bem. Aliás, acredito que faria bem a toda a gente!

Começando pelo meu caso, desde pequena que dou por mim a ter pequenas crises existenciais: nada em grande nem frequente, mas acho que é um mal comum de quem é muito pensador. Desde nova que me lembro de me deitar e passar em memória o meu dia, os meus objectivos para amanhã, os meus sonhos de vida mas às vezes, muito de vez em quando, dou por mim a divagar por questões mais profundas que me atormentam quando aparecem. Questões de fatalidade e falta de controlo que têm a ver com o passar do tempo. São temas que eu não debato naturalmente porque são dados adquiridos, não são possíveis de controlar ou modificar e fazem parte da vida. É o que é. Embora tenho muitos e bons amigos, há coisas que não quero discutir com eles, não acredito que consiga explicar-me totalmente e eles dificilmente alcançarão as minhas questões e ainda menos terão a capacidade de me guiar para respostas. Acho que um psicólogo me poderia ajudar a encontrar mecanismos para me entender e para me desembaraçar destes dilemas. Mas depois passa... e eu esqueço a vontade de me fazer ouvir.

Contrariando as minhas acções, acho que da mesma forma que fazemos regularmente - ou devemos fazer - análises, visitas ao dentista, check ups ginecológicos, exames visuais, entre outros, também devíamos fazer um despiste regular à nossa saúde mental.
Normalmente, preocupamo-nos muito com a saúde física, somos preventivos e até vamos ao médico periodicamente só para ver se está tudo bem ou para responder a sinais que o nosso corpo nos dá: sim, o nosso corpo é tão fantástico que nos alerta quando algo está errado. Mas curiosamente, somos maioritariamente negligentes no que toca à mente, e logo esta que nos consegue enganar tão bem. Infelizmente, cada vez conheço mais casos de depressões e esgotamentos; os motivos são os mais variados! E a maior parte destes casos é de pessoas que vivem numa família estruturada, que têm amigos, colegas de trabalho... mas ninguém viu essas doenças a chegarem até eles terem atingido o fundo do poço. E não é por falta de atenção ou cuidado, é porque são doenças muito inteligentes que se escondem em sorrisos falsos e que aconselham a esconder porque "vai passar". E depois não passa...

Acho que devia haver uma mudança de atitude e devíamos deixar de ser reactivos no que toca à saúde mental e passar a ser preventivos. 

Claro que isto são mudanças que levam tempo a atingir massas. Eu própria que estou aqui cheia de certezas ainda não marquei uma consulta... e depois, ainda há um certo preconceito com a psicologia: é para maluquinhos ou pessoas já no abismo. E não digam que não! É verdade que os tempos mudaram e começa a ser encarado com mais naturalidade, mas ainda não é completamente aberto este tema.

E mais! O preconceito começa nas seguradoras: não tinha noção, mas uma grande parte dos seguros de saúde (só não digo a maioria porque não fui investigar a fundo) não comparticipa estas consultas! É como se fosse encarado um luxo, um capricho: não é uma doença do corpo físico, não é merecedor da mesma importância. Fiquei chocada quando me apercebi desta exclusão! Tenho um seguro de saúde pago pela minha empresa e se me perguntarem que áreas da minha saúde estão em maior perigo como consequência do trabalho diria, sem dúvida, os meus olhos (porque passo o dia a olhar para um monitor) e a minha coluna (porque a minha postura nem sempre é a melhor) mas, em primeiro lugar, a minha saúde mental porque cada vez mais sinto uma pressão imensa e um stress constante que inclusivamente já levou alguns colegas meus para casa, de baixa.

23 janeiro 2017

MasterChef de trazer por casa


Não no sentido de ser uma exímia cozinheira. Acho que até me safo mas nada de extraordinário. O que acontece é que me apercebi que estava a haver algum desperdício lá por casa e que tinha o frigorífico cheio de produtos começados e o congelador cheio de... já nem sabia bem de quê.

Antes de casar não era eu que geria a casa, era a minha mãe. Quando casei e fui viver com o R. uma das grandes diferenças foi passar a ser dona de casa. Cada dia pensava: o que é que me apetece hoje? E toca a ir ao supermercado comprar o necessário. De caminho aproveitava para comprar qualquer coisa em promoção.
Resultado: o meu congelador estava cheio e recorrentemente deitava fora comida porque so tinha metade da courgette, ou metade do pacote de queijo ralado, ou porque só tinha usado quatro dos seis ovos e por aí adiante.

E desperdício de comida é das coisas que mais me tira do sério por isso não podia ser mais incoerente com os meus princípios. Desde o início deste ano estou a cortar nas idas ao supermercado e naquilo que compro. Tenho de usar o que tenho e ir acabando com o que anda lá por casa. E é por isso que me sinto num daqueles desafios da mistery box do MasterChef em que tenho de desencantar um jantar preferencialmente com o que tenho lá por casa.

Tem corrido muito bem porque estou mais racional e a pensar fora da caixa o que me tem conduzido a pratos mais inesperados mas saborosos!

18 janeiro 2017

Aleatoriedades


Dou por mim a comentar os blogues tratando as bloggers por tu.
Não sou nada assim no dia-a-dia mas há qualquer coisa de familiar na blogosfera que me leva a esse atrevimento.

17 janeiro 2017

Não sou entendida mas sou apaixonada!


Só prestei atenção ao nome de Magritte quando comecámos a planear a nossa viagem à Bélgica no ano passado. Só aí me apercebi que já tinha visto algumas pinturas dele sem saber de quem eram (se pesquisarem um bocadinho, vão aperceber-se do mesmo).

Uma das pinturas que me marcou foi esta: The return. Quando a vi, entristeceu-me porque li a morte. Cada um interpreta a arte como lhe toca ao coração e eu vi nesta pintura, a mãe a partir deste mundo mas a manter-se presente de alguma forma na vida de quem fica.
Entretanto o meu marido aproximou-se e eu disse-lhe que a pintura me tinha deixado triste, e expliquei o porquê. E ele disse-me para não ficar triste: a mãe tinha ido em busca de alimento e força, mas voltaria e traria a luz com ela para os filhotes. O seu copo meio cheio encheu-me o coração!

16 janeiro 2017

Coisas que me desesperam


Entrar num blogue habitual e deparar-me com:
"Parece que não foi convidado para ler este blogue. Se pensa tratar-se de um erro, deverá contactar o autor do blogue e solicitar um convite."

Só que eu não tenho o contacto! 
Preciso do e-mail!

Pronto, é esperar que a pessoa também se lembre de mim e me contacte para eu voltar a seguir o seu cantinho...

[As minhas preces foram ouvidas! Obrigada!]

14 janeiro 2017

12 janeiro 2017

Haters gonna hate


Eu gosto de escrever. Sempre gostei. Há anos que mantenho um diário (já são uns quantos, na verdade) porque escrever não só me ajuda a compreender o que sinto e a encontrar soluções mas também porque é uma recordação maravilhosa dos tempos que passam: não só a descrição das coisas que acontecem mas também da forma como eu via as coisas e as sentia.

Escrever um blogue é um bocado a continuação desse amor pela escrita. Provavelmente não irei aqui aprofundar traumas ou sentimentos íntimos (não que seja proibido) mas é uma plataforma boa para partilhar experiências, pensamentos e devaneios, ideias e opiniões. E se há coisa que eu adoro é chegar à noite a casa e ver que tive várias visualizações e comentários. Porque quando quero escrever para mim, escrevo no meu diário. O que escrevo no blogue é para mim mas também para ser partilhado. E fico felicíssima quando isso acontece.

O meu blogue é uma coisa pequenina e sem pretensões de grande visibilidade. Mas leio assiduamente blogues muito conhecidos e populares e, não raras vezes, acabo por ler os comentários. Se, por um lado, há uma grande partilha de opiniões e de comentários simpáticos, por outro, há muitas pessoas que se dão mesmo ao trabalho para serem desagradáveis! Não sei o que é que move uma pessoa a dar-se ao trabalho de escrever um comentário (na maioria das vezes em anónimo) só para criticar e dizer mal. E, atenção, não estou a falar dos comentários que manifestam uma opinião contrária ao post. Ninguém é obrigado a gostar de todas as conjugações de roupa apresentadas ou a concordar com a opinião sobre um tema ou um produto. Estou a falar de palavras amargas, de gente do contra...

Não entendo, palavra que não entendo... gastem mais tempo a ser felizes!

11 janeiro 2017

Às vezes não somos o que pensamos ser


Já não foi hoje. Mas foi há pouco tempo. Uma amiga minha, uma amiga muito querida, contou-me de rajada que 2016 foi um ano de muitos percalços e tristezas para ela. E eu não fazia ideia. Até seria cómodo pensar que ela quis guardar tudo para ela e que só agora foi capaz de falar, mas não foi esse o caso. Ela quis falar, quis as amigas do lado dela a apoiá-la e a ajudar num momento em que ela precisava mas nós estivemos demasiado consumidas pelos nossos próprios problemas para reparar nas lágrimas que ameaçavam saltar-lhe dos olhos.

Gosto de pensar em mim como uma boa amiga.
Felizmente tenho feito imensas amizades ao longo da vida e é dos tesouros mais preciosos que trago comigo. E cuido delas. Não basta fazer-se amigos, é preciso cuidar, ir regando a amizade para não murchar. A amizade dá trabalho. Mas é daqueles trabalhos bons, que são um prazer. E a recompensa é incalculável.

Mas desta vez não fui essa pessoa. Estive distraída e não estive presente quando uma amiga precisou.
Ainda assim ela contou-me; não desistiu de mim.
E eu vou pegar nesta lição e tentar aplicá-la o melhor que puder.

10 janeiro 2017

Blogues: cinco coisas que adoro



Antes de ter o meu blogue já era uma ávida leitora de muitos outros. Uns continuam por cá, outros foram fechando (alguns reabrindo com outros endereços). Foram os blogues que fui lendo e acompanhando que me inspiraram em grande parte a começar o meu. E pela minha experiência como leitora consegui identificar algumas características que gostava muito e que procuro ter também no meu cantinho e que me atrai nos outros blogues:

Um template clean: quando entro num blogue de fundos carregados, cheios de caixas em todo o lado, com demasiada informação que me sufoca com imagens, textos, cores e gifs, é bem provável que o feche sem dar hipótese aos textos. Eu sei que pode ser um erro e posso estar a deixar passar um blogue com uma escrita maravilhosa, mas é mais forte que eu! Gosto de fundos claros, pouca bonecada, uma navegação simples.

Actualizações regulares: eu sei que não é fácil ter tempo para manter o blogue constantemente actualizado, afinal de contas a vida é uma correria e não há tempo para tudo. Mas os blogues que ficam muito tempo sem publicações acabam por cair no esquecimento... ainda que os siga em plataformas como o GFC ou o Bloglovin, a verdade é que o espaçamento entre posts acaba por fazer com que se quebre a ligação com quem escreve, como um livro que deixamos de ler durante muito tempo e depois temos de recomeçar.

Interacção com os leitores: acho que uma das coisas mais fantásticas da blogosfera é mesmo a possibilidade de interacção. Acho que ninguém escreve um blogue para si mesmo (para isso não era preciso ser uma coisa pública!) e ter o feedback de leitores e responder aos seus comentários é uma parte muito boa desta partilha e aprendizagem. Claro que não respondo a todos os comentários que me fazem, até porque muitos deles não pedem resposta, mas tento ir fazendo uma ronda pelos posts e comentários e deixar uma palavra a quem me visita.

Posts pessoais: há objectivos variados quando se começa um blogue. Há quem o crie apenas pelo prazer de escrever, há quem queira opiniões de terceiros, há quem queira parcerias, há quem queira visibilidade. E para mim, todos os motivos são válidos. Mas para mim, um bom blogue tem de ter personalidade e isso não é possível sem haver conteúdo que revele o lado mais pessoal do blogger. E com isto não estou a dizer que é preciso expor a vida mas sim em dar opiniões, partilhar gostos e experiências ou falar de estados de espírito.

Variedade de temas: eu gosto de blogues de moda, de culinária, de puericultura, de viagens, de cultura, de política, de desporto... eu acho que gosto de blogues de tudo! Mas sobretudo de blogues que não são estanques nos temas, que têm tudo isto e mais qualquer coisa. Sim, gosto de ver um bom outfit ou ler uma citação interessante mas também quero ler uma opinião fundamentada sobre um tema da actualidade ou ler sobre a última peripécia que aconteceu no trabalho. Variedade, portanto.

09 janeiro 2017

Opinião de quem não percebe nada disto

Eu não sou entendida em moda mas tenho opiniões! Adoro ver as red carpet dos grandes eventos e claro que já andei a bisbilhotar a dos Globos de Ouro deste ano. Confesso que pelas imagens que vi, houve mais tiros ao lado - Kerry Washington, Nicole Kidman, Tracee Elis Ross, Sarah Jessica Parker... - do que acertados e, sobretudo, não houve vestidos que me tirassem o fôlego.

Claro que quando andei a ver os best of dos sites da moda vi que não percebo nada disto porque alguns que eu não gostei aparecem nos melhores e tal mas... opiniões todos podemos ter, não é verdade? Por isso, deixo aqui os meus preferidos.


06 janeiro 2017

Tempo de Poupança!

Num dos 437 jantares de natal que tive no final do ano passado, recebi um presente muito engraçado na troca de presentes com amigos secretos.

Trazia um bilhete que li antes de abrir o saco e que dizia que 2016 tinha sido um ano de muitos gastos (para quem não se lembra, foi o ano em que casei e, curiosamente, este meu amigo também se casou um mês depois de mim) e que 2017 devia ser de poupança. Mas como eu sou uma Princesa (é um título que sempre atribuí a mim mesma e que entretanto já pegou nos meus amigos) tenho de poupar em estilo de princesa.

Abri o saco e...

Digam lá se não é o mealheiro mais fofinho de sempre!
Eu adorei!

E não o quero deixar encostado a um canto por isso resolvi aderir ao desafio da poupança das 52 semanas. Já há uma série de versões diferentes: a original, a ajustada, a menos dolorosa...
Eu vou tentar seguir a original mas com a diferença de não o fazer em forma crescente mas mais equilibrado. Ou seja, em vez de poupar 10€ nas primeiras 4 semanas (1€+2€+3€+4€) e 202€ nas últimas 4 (49€+50€+51€+52€) - ou vice-versa - vou intercalando semanas de valores maiores com outras de valores menores e vou riscando os montantes já depositados.

No fim do ano conto-vos se me mantive fiel a este plano!
Mais alguém está a pensar em fazê-lo?

05 janeiro 2017

Um Natal muito à frente! [5]

A Zara Home nunca desilude. Mais umas coisinhas giras que darão presentes em conta e que agradarão certamente a alguém.
(Nos posts anteriores têm as sugestões da SpringfieldWomen' SecretParfois e A Loja do Gato Preto)




Primeiro passo para recuperar dos excessos das festas


Dividir os docinhos todos que sobraram por caixinhas e enviá-las para casa da mãe e da sogra.
Longe da vista, longe da barriga do coração.

04 janeiro 2017

Um Natal muito à frente! [4]

Mais umas sugestões de presentes antecipados nos saldos.
(Nos posts anteriores têm as sugestões da Springfield, Women' Secret e Parfois.)



Youzz, Intermarché e o meu fim de ano

Depois da primeira campanha em que participei, tive a sorte de ser seleccionada mais uma vez pela Youzz para usufruir de um desconto de 25€ numa compra de pelo menos 30€ na nova loja online do Intermarché.

Eu sou uma amante assumida das compras online. Não me entendam mal: eu adoro palmilhar lojas mas o tempo escasseia e eu aproveito as vantagens de ter tudo à distância de um clique. Já aproveitava outras lojas do género e claro que fiquei entusiasmada por ter mais uma à minha disposição.

O funcionamento da loja online do Intermarché é um bocadinho diferente das que conheço (Jumbo, Continente...) porque nós compramos ligando-nos directamente a uma loja física. Ou seja, não se trata de uma grande loja/armazém que funciona a nível nacional, mas sim várias lojas desta cadeia que aceitam encomendas e as preparam e enviam. Isso acaba por ser uma limitação porque pode não ter todos os produtos disponíveis. Para além disso também não tem uma cobertura de todo o país para envio. Por exemplo, a minha morada não estava coberta pela loja que escolhi (julgo que a mais perto de mim que tem este serviço disponível) por isso tive de fazer o levantamento da encomenda na loja.

Entrando na plataforma online, para mim é importante ter as formas de ordenar os produtos por preço e preço/quantidade. Outra coisa que adorei nesta plataforma e que acho que não vi nas outras é um separador que agrega todos os produtos que estão com desconto! Eu sou uma papa-promoções por isso foquei-me logo nesta área que me vai poupar algum trabalho de percorrer todos os separadores em busca de oportunidades. Claro que acabei por comprar outras coisas sem promoção acumulada, nomeadamente porque queria fazer umas bolachinhas de chocolate e aproveitei os produtos!


Outra coisa boa do facto da loja não ser nacional mas funcionar a nível local é o tempo de preparação. Fiz a encomenda e duas horas depois recebi um e-mail a informar que a encomenda estava pronta! Também me enviaram uma mensagem com a mesma informação, não me fosse eu distrair e esquecer do horário que escolhi para o levamento (o que eu agradeço!). E o pagamento também não tem complicações porque paguei aquando da entrega.

Claramente é mais uma loja que vou usar mas vou esperar pela cobertura da minha morada porque a entrega ao domicílio é uma grande vantagem.

03 janeiro 2017

InstaCat


O último mês de 2016 passou-se assim:
Uma viagem à Bélgica;
Cuidados comigo;
Um Natal maravilhoso;
Uma passagem de ano entre amigos.

InstaCat

Um Natal muito à frente! [3]

Ontem comecei os meus passeios pelos saldos online e deixei-vos com sugestões de miminhos para comprarem já antecipadamente e que dariam bons presentes (para o Natal ou um aniversário).
Mais sugestões: Springfield e Women' Secret.






02 janeiro 2017

Um Natal muito à frente! [2]

Como não vos quero massacrar com as minhas ideias dos saldos durante demasiado tempo, segue já hoje mais uma proposta de comprinhas em saldos para presentear alguém mais tarde.
(Já hoje vos deixei algumas ideias da Springfield.)




Um Natal muito à frente!

Eu disse-vos que gostava de aproveitar os saldos pós Natal para pensar em alguns presentes já para o ano seguinte. Parece longínquo, é verdade, mas acreditem que chegar a Novembro com alguns presentes já adiantados é uma maravilha!

E se eu mudar de ideias entretanto ou encontrar um presente melhor?
Como só aposto nas lembrancinhas mais genéricas (os presentes mais "a sério" deixo para a altura), guardo-as para usar quando achar apropriado.

E como ando a passear-me pelos sites das lojas a ver os produtos em saldos, vou deixando-vos umas ideias de potenciais bons presentes para o Natal deste ano!

Começando pela Springfield, dois para ele e dois para ela.





Resoluções


Porque depois do balanço, voltamos a ter uma página em branco dum novo livro para escrever. E eu tenho sempre doze capítulos em vista (uns novos, outros que ainda esperam pela sua concretização):

Ler. É um objectivo que se repete todos os anos. Em tempos nem o precisava de escrever porque a leitura era tão natural que nem se justificava tal resolução. Mas desde que deixei de andar de transportes, ainda não reencontrei os meus momentos de leitura. Que 2017 mos traga de volta e que eu consiga ler pelo menos um livro por mês.

Viajar. É uma coisa que adoro mas que nem sempre consigo conciliar com a agenda ou com a carteira. Espero que este ano me reserve alguma viagem.

Álbuns digitais. Em 2016 imprimi o meu primeiro álbum digital com fotografias da Lua de Mel. Fiquei encantada com o resultado e tive a certeza que tinha de pôr mãos à obra e tratar de pôr em álbum algumas das minhas viagens. Para este ano quero muito fazer pelo menos mais três (tem de ser aos bocadinhos).

Miminhos da Cat. Sou uma apaixonada pelo artesanato mas ultimamente não me tenho dedicado e grandes criações... espero voltar a ter tempo para esse hobbie neste ano e proponho-me a fazer uma peça por mês.

Solidariedade. Já há uns anos que me dedico a encetar campanhas de solidariedade que resultam em juntar dinheiro e transformá-lo em comida para doar a famílias sinalizadas. Em 2016 não organizei nenhuma destas campanhas e fiquei triste por isso. Em 2017 tenho de voltar à carga!

Peso. No final de 2016 engordei muito. Bem, já andava a ganhar peso praticamente desde o casamento, mas no final do ano, com os abusos do costume, passei a barreira do peso saudável e isso é bastante preocupante! Por isso, 2017 é o ano de voltar ao meu peso saudável!

Cultura. Adoro ir ao teatro, museus, bailados ou outros espectáculos. Quero que 2017 me continue a levar a estes sítios onde se respira arte, pelo menos quatro!

Blogue. Este mundo digital tem-me acompanhado nos últimos tempos e tem sido um prazer. Aos pouquinhos, tem crescido em visitas e posts. Por isso em 2017 quero continuar a escrever por cá (vá, apontar para 180 posts, ou seja, um dia sim dia não, em média) e, já agora aumentar o número de seguidores do blogue e das redes sociais).

Exercício. Tenho mesmo de voltar a fazer exercício! Ainda não sei qual a melhor modalidade... nunca me dei bem com o ginásio mas acabava por ser uma forma de me obrigar a sair de casa porque detesto pagar em vão. Por outro lado, embora não seja fã de corridas, ter esse ginásio à porta de casa parece-me tão bem... como ainda não estou decidida, a resolução fica entre entrar para um ginásio e treinar regularmente ou voltar a correr e conseguir correr 10Km seguidos!

Culinária. Desde que me casei e passei a viver com o meu marido, tenho de me dedicar à cozinha como nunca precisei em casa dos pais. Entretanto já descobri algumas receitas que correram muito bem e que adoptámos cá para casa. Que este ano continue a conquista na cozinha e descubra mais doze receitas aprovadíssimas!

Restaurantes. Sou feliz a comer, sobretudo se tiver boa companhia. Por isso espero conhecer novos sítios para desfrutar de deliciosas refeições. Digamos... quatro novos restaurantes!

Decoração. Tenho uma série de ideias para minha casa que não tenho realizado. Tenho de deixar de ser preguiçosa e avançar com as coisas, e algumas são tão simples como aplicar alguns candeeiros que já tenho cá em casa! Tenho de pensar em 4 projectos e levá-los até ao fim!

01 janeiro 2017

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