31 março 2016

Balanço do primeiro trimestre

No início do ano, gosto sempre de me propôr a alguns objetivos. Nos primeiros dias do ano tudo parece possível, afinal de contas temos doze meses à nossa frente! Não havemos de conseguir concretizar tudo? Claro que vamos!

Então, para manter o foco, vamos lá fazer um primeiro balanço do que já atingi nestes primeiros três meses de 2016:




Nhé... podia estar a correr melhor...
No próximo trimestre, espero ler mais, viajar e... casar :)
Este é sem dúvida o grande plano para este ano!

30 março 2016

Coisas que dispensava enquanto conduzo* (iv)


Os curiosos.

Vou a conduzir numa estrada boa, em que se costuma circular com bastante fluidez. E, de repente, uma fila imensa. Todos os carros parados. Será que houve um acidente?

E quando chego mais à frente percebo que sim, houve um acidente mas foi no outro sentido, não impede em nada as vias da minha faixa de rodagem, mas há sempre aqueles condutores que têm de quase travar o carro para ver melhor o que se passou.

Ai!

29 março 2016

Porque isto não era o mesmo sem vocês!

Acho que já disse por aqui que este não é o primeiro blogue que tenho. Mas dos outros não fui uma moradora assídua... ia lá desabafar de vez em quando, fazia grandes temporadas em que não escrevia, não criei laços nem rotinas. Neste tem sido diferente, o apelo para cá vir partilhar algumas peripécias ou planos ou preocupações tem sido mais forte e, sobretudo, o feedback que tenho tido tem sido mais caloroso, mais participativo.

Para mim, a experiência de ter um blogue faz sentido essencialmente se reunir duas condições: se mantiver uma grande paixão pela escrita e se tiver quem me leia. Se a primeira condição só depende de mim (e não acredito que passe), a segunda está completamente fora do meu controlo. Mas a verdade é que vou tendo quem me visite e até tenha a simpatia de deixar umas palavrinhas na caixa de comentários.

Por isso, aqui há tempo quando andava a passear, lembrei-me de vocês e achei que estava na altura de vos agradecer por me acompanharem! E como? Comprei um miminho para vocês:


Eu sou uma grande fã do trabalho da Agatha Ruiz de la Prada. Todas as peças com a sua assinatura são sempre irresistíveis, com as suas cores, as formas! Não estão bem a ver a loucura que é quando encontro caderninhos ou canetas dela!

Desta vez descobri este perfume. Confesso que ainda não o tinha cheirado e já estava apaixonada pelo frasquinho e pela embalagem. Mas o cheirinho também é muito bom! Como sou péssima a descrever aromas, deixo-vos com a descrição técnica: "Um floral oriental com notas de saída de bergamota, limão, framboesa e pêra. As notas de coração são compostas de rosa, jasmim e flor de laranjeira. No fundo surgem os cordes de benjoin, madeira de sândalo e patchouli."

Para se habilitarem a ganhar só têm de cumprir os três requisitos abaixo:

- Ser seguidor do blog via GFC ou Bloglovin;
- Ser seguidor do blog no Facebook e partilhar o passatempo em modo público;
- Preencher o formulário abaixo e enviar.

- Extra: para uma entrada extra deverão seguir o blog também no Instagram e dar essa indicação no formulário.




O passatempo vai estar aberto até 12/Abril/2016, para Portugal apenas, e o vencedor será escolhido através do random.org.
Boa sorte a todos! E obrigada!

Adenda: Já aconteceu não receber a submissão do formulário de duas pessoas que se quiseram candidatar ao passatempo. Assim, peço-vos que deixem uma nota da vossa participação na caixa de comentários para eu verificar se recebi o vosso formulário e garantir que conto com todos os que querem participar.

28 março 2016

A Lua de Mel


Ah, falar da Lua de Mel... tão bom imaginar-nos a descansar, a passear, a namorar... e depois vinham os prós e os contras e as indecisões e os preços e as opiniões e o tempo a passar e nada de tratar das coisas...

O que ele gosta: praia, sol e descanso.
O que eu gosto: passear, conhecer... e praia, sol e descanso, vá.

Desde que nos conhecemos as viagens que temos feito são sobretudo cidades europeias, ou seja, fartamo-nos de andar, visitar museus, palmilhar ruas, assistir a espetáculos, voltar para casa mais cansados do que partimos. E eu adoro isso. Ele também gosta... mas já andava há imenso tempo a cobrar-me um destino de praia. E eu sei que sou mandona e teimosa e tal mas, desta vez, resolvi ceder. Afinal de contas, é a nossa Lua de Mel!

Começámos por pensar no México ou em Cuba (mais para a primeira opção) porque conseguíamos conjugar a praia com o passeio. Mas depois houve duas questões que nos fizeram reponderar. Uma delas foi o vírus Zika cujos casos de incidência estão sobretudo na América do sul. Não estou grávida nem contava engravidar na Lua de Mel mas ainda assim não queria arriscar. O segundo é que o R. queria mesmo aproveitar o dolce far niente e já estava a prever que eu me ia começar a entusiasmar com as excursões e passeios e não íamos aproveitar o resort.

Então começámos a pesquisar as opções mais para o Oceano Índico e ficámos entre as Maurícias, as Seycheles ou as Maldivas. Quando vimos o preço não ficámos assim tão felizes, sobretudo para a opção "tudo incluído", mas é uma vez na vida então vamos lá!

Para além do requisito do "tudo incluído" as nossas preocupações eram ter a partida de Lisboa, não fazer muitas escalas e ter uma companhia que nos inspirasse confiança. Andámos a pesquisar algumas agências e a que apresentou melhores condições foi a Travelwings com a qual fechámos negócio.

Em breve espero estar a escrever uns posts bem mete-nojo de uma praia paradisíaca, ou à beira da piscina enquanto bebo um cocktail colorido, com muito sol, e fotografias de fazer inveja!
Mi aguardéééém!

27 março 2016

Páscoa Feliz



Este é o dia mais feliz para a igreja católica. É o dia em que se celebra a ressurreição de Jesus. Quer se acredite ou não, sejamos ou não religiosos, é o dia em que se celebra a esperança, a fé. E isso não faz mal a ninguém!

A parte dos chocolates e dos folares também tem o seu quê de bem bom!

Por isso, independentemente do vosso credo, tenham uma Páscoa feliz, em família e amizade.

25 março 2016

Finalmente!


Eu costumava ir muitas vezes à terrinha ver os meus avós. Fica a cerca de duas horas e tentava ir lá pelo menos uma vez por mês. Muitas vezes dormia lá de Sábado para Domingo e era uma forma de desanuviar a cabeça, mudar de ares e, claro, matar as saudades dos meus avós.

Desde que comecei a dar catequese os fins de semana ficaram mais comprometidos porque ao Domingo de manhã tenho sempre esse compromisso. Para complicar mais as coisas, estamos a preparar o casamento, coisa para consumir mais um bom bocado de tempo. Com tudo isto, este ano ainda só fui uma vez à terrinha e estou com umas saudades doidas dos meus avós.

Este fim de semana vai servir para colmatar esta grande falta!
Estes três dias vão ser de família. Boa comida, descanso, gargalhadas e carinho.
Há coisa melhor?

24 março 2016

Condutora esquizofrénica


Sim, sou eu. O título começou por ser "condutora cantora" porque eu canto imenso enquanto conduzo mas depois achei que estava a diminuir todo o potencial que eu tenho enquanto condutora.

Às vezes, nos raros momentos de sanidade que me invadem enquanto conduzo ponho-me a imaginar o que seria se tivesse uma câmara oculta dentro do carro e consigo ouvir as gargalhadas do lado de lá.

É que quando há trânsito e estou em pára arranca e já num estado de irritação profunda, falo sozinha, reclamo como se alguém me ouvisse, faço competições que só eu conheço com as filas do lado, relato a vida dos condutores que estão nos outros carros, leio os seus pensamentos... enfim, faço trinta por uma linha para tentar que o tempo passe mais depressa e que eu não desespere demasiado por estar ali presa!

Mas não sou a única, ou sou?

23 março 2016

Ai!


Quando experimentei (e comprei) o meu vestido de noiva, o tamanho que estava em exposição assentava que nem uma luva. Se me quisesse casar no dia seguinte acho que podia levar logo aquele porque nem bainha precisava!

Dito isto, a eventual pressão para emagrecer desapareceu num instantinho porque em equipa que ganha não se mexe. Mas a verdade é que se não precisava de perder peso, também não podia ganhar! Mas de lá para cá já se acumulou mais um quilinho! Isso é que não pode ser!

Por isso, apesar de estar aí a Páscoa (amêndoas, ovinhos, docinhos!) e pouco depois chegar o meu aniversário, tenho mesmo de fechar a boca e voltar ao que estava até à próxima prova!

22 março 2016

Problemas de copa "abastada"



Cada vez que digo às minhas amigas que ser bem fornecida de maminhas tem o seu problema, a maioria delas, que não se importava de ter mais um bocadinho, chateia-se comigo. Não tenho um peito muito grande, vario entre o 36B e o 36C (mediante o corte e a marca). Contudo, sei que tenho de ter constantemente um grande cuidado para que elas não sejam o centro das atenções, tudo depende do corpo, altura, peso...

A verdade é que para quem tem mais curvas (e eu tenho maminhas e um rabiosque bem marcado), há peças de roupa que noutros tipos de corpo ficam elegantes, no meu ficam com um ar provocador. Não têm de ser decotes profundos nem saias curtas, às vezes são peças de roupa bem "inocentes" mas que ficam com um ar menos recatado...

Eu não me queixo, estou muito satisfeita com o que Deus me deu mas não descuro no cuidado com que me visto porque não quero passar mensagens erradas! Sobretudo no trabalho!

21 março 2016

Das teorias (parvas!)


Quando vou almoçar cruzo-me pela rua com vários colegas meus. Quando eu vou estão uns a vir, quando eu volto estão outros a sair... enfim, é fácil e comum cruzar-nos no caminho. E quando nos cruzamos, como pessoas bem educadas que somos, não paramos mas cumprimentamo-nos em andamento: "Boa tarde", "Bom almoço", "Tudo bem?"... enfim, as convenções sociais do costume.

E eu passo por um colega e digo "Tudo bem?" e ele responde "Bom almoço".
Ou eu digo "Bom almoço" e alguém responde "Tudo, obrigado".
Ou outros do género. Ou seja, nós não nos ouvimos. Ou melhor, ouvimos o que esperamos ouvir. Ambas as pessoas sabem que se espera uma frase simpática e acaba por ser indiferente qual é.

Se assim é... resolvi fazer uma experiência para testar esta minha teoria!
Durante duas semanas, sempre que me cruzava com algum colega na rua cumprimentava-os com palavras aleatórias. Dizia "Peluche!" e alguém respondia "Obrigado!". Ou dizia "Escuteiro" e a resposta era um "Bom dia!". E nunca ninguém reparou em nada estranho! Entretanto já parei com a experiência social que não vale a pena abusar da sorte. Mas que foram duas semanas de grandes risadas, lá isso foram!

Eu avisei que a teoria era parva.
Mas comprovada!
Se tentarem também, contem-me como é que correu!

20 março 2016

Os convites


Os convites deram trabalho. Eu sabia uma coisa: não queria um convite standard porque nestas coisas acho que mereço exclusividade. Aliado a isso também não queria gastar um dinheirão e contratar uma empresa para desenvolver um design à medida. Por isso a melhor solução era sermos nós a brincar aos artistas e desenvolver o nosso conceito.

Quando comecei a ver hipóteses, achei que o melhor era ser num formato tríptico: na capa estaria apenas a alusão aos noivos, na primeira página o convite em si, com os dados mais importantes (data, hora, igreja, local do copo de água) e na última um mini croqui e a data até à qual aguardamos resposta (bem como os nossos contactos).

O meu noivo que até é jeitosinho com o photoshop foi desenvolvendo o layout assente em dourados e no tema "real", já que nos vamos casar num palácio. Ficou bem mais elaborado que eu imaginei! Mas muito bonito. Fizemos os trípticos com medidas que permitissem imprimir dois convites em cada A4 de forma a conseguirmos preços melhores na gráfica. Escolhemos um papel com uma boa gramagem (afinal de contas, é o nosso convite!) e toca a imprimir.

No final fechámos os convites com uma fita de cetim, de cor pérola e acho que ficaram lindos! A parte boa do design ser nosso é que poderemos usá-los para as ementas, missais, brindes... o que quisermos!

Depois hei-de mostrar-vos tudo e dar os contactos dos fornecedores!

19 março 2016

Quando as imperfeições são detalhes


Às vezes perco a paciência com o meu pai. Ele não é perfeito, nem pensar! Evito discutir com ele porque quando é contrariado não sabe ouvir e acaba sempre de cara fechada. É um bocado preguiçoso, a menos que sejam coisas que lhe interessam. Não é propriamente pró-ativo, é preciso sugerir-lhe coisas ou incentivá-lo.

Não são estas as palavras que mais se leem hoje sobre os pais mas a verdade é que o meu pai não é perfeito. Mas eu não o trocava por nenhum outro! Amo-o muito, tal como ele é!

Feliz dia, Pai.

17 março 2016

Da graxa


Quem é que não conhece aquele colega (no trabalho ou mesmo na escola) que é todo sorrisos para as hierarquias acima? Aquele que concorda se ri sempre com demasiado entusiasmo das piadas do chefe. Aquele que antes de ouvir a opinião de quem está acima dele já está a acenar afirmativamente. Aquele que não coça o nariz sem pedir autorização, que faz pontos de situação de tudo e mais alguma coisa e que mantém sempre o chefe informado do que sabe da rádio-alcatifa?

Provavelmente todos nós conhecemos um ou outro espécime deste tipo, certo?
Eu conheço.
Mas tenho a dizer-vos que nem é este tipo de pessoas que mais me incomoda. Se eu faria isso? Não. Mas há quem tenha estômago para a coisa e o mal é de quem se deixa "comprar" com esta postura em vez de valorizar o mérito. Por isso, isto é mais uma estratégia de ascenção. Só funciona se houver receptor.

O que me chateia mesmo, mesmo a sério são os graxistas-vira-casacas. Aqueles que dão graxa a um, dão graxa a outro. Vão a quem acham que tem mais poder, a quem pode satisfazer melhor o que procuram. E saltitam alegremente de um lado para o outro, lambendo as botas de todos, dizendo mal de uns aos outros, e dizendo mal de todos em geral na ausência de qualquer um. Gentinha que só olha para o próprio umbigo e que na verdade não respeita ninguém. Gentinha pequena, falsa em quem não se pode confiar. Gentinha de quem quero distância. Mas não posso... trabalho com gentinha desta.

16 março 2016

Nova família, rotinas nossas


Cada família tem as suas rotinas, as suas tradições. Eu tenho as minhas com a minha família e o meu noivo tem as dele. Algumas são coincidentes, outras não tanto. Quando formos viver juntos, criaremos as nossas.

Uma das rotinas (ou não rotinas) em que divergimos claramente tem a ver com as refeições.
Em minha casa a hora das refeições é hora de reunião da família em volta da mesa. Durante a semana, jantamos todos juntos, sempre por volta das 20h. Se algum de nós está atrasado, liga a avisar e tentamos esperar uns pelos outros para termos aquele momento diário em família. À volta da mesa descontraímos do dia de trabalho, contamos as peripécias do nosso dia, elogiamos os cozinhados da minha mãe (raramente algum de nós toma conta da cozinha ao jantar) e temos as notícias em plano de fundo que comentamos sempre que nos despertam a atenção. É o nosso momento família durante a semana. E eu não dispensaria por nada!

Já em casa do meu namorado, durante a semana é um bocado na base do salve-se quem puder. Também lá há horários diferentes mas no caso deles a refeição em família não é comum. Cada um janta quando tem fome. Cozinha se lhe apetecer cozinhar. Cada um tem o seu horário e vai fazendo a sua vidinha, por assim dizer.


Quando formos viver juntos, quero manter a minha rotina de fazermos as refeições juntos (tanto quanto possível). Acordamos cedo para ir trabalhar, chegamos tarde a casa... o jantar em família é o ponto de encontro. Acho que não vou ter discordância nesse ponto porque o meu namorado já me disse que acha que é uma ótima rotina e que traz muito à união familiar. Que assim seja!

15 março 2016

Convites criativos

Eu sei que sou um bocadinho má: ontem deixei-vos pendurados porque não contei tudo até ao fim sobre o convite dos padrinhos. Claro que podia simplesmente dizer-lhes que gostava muito que eles aceitassem ser nossos padrinhos e eles ficavam felizes e diziam que sim e, pronto, estava feito.

Mas eu queria fazer do convite um momento mais engraçado, então andei a inspirar-me pela net e acabei por fazer um convite numa caixa festiva!

Como?
Eu explico tudo!

Para cada convite precisei de uma caixa, um balão de água, confetis, fio, um alfinete de dama e o convite em si.


 Comprei as caixas no site Caixas Baratas e é um fornecedor a que recorrerei sempre que precise porque correu tudo lindamente. Para os confetis, usei estrelinhas cor de rosa que comprei numa loja chinesa e que originalmente acho que serviriam para nail art e juntei tirinhas douradas que cortei de uma cabeleira de carnaval. Tudo bem acessível!

Depois foi só montar: escrevi num papelinho o convite e optei por enrolá-lo e fechá-lo com um bocadinho de fio como se fosse um mini pergaminho. Pu-lo dentro do balão de água e, num jogo de muita paciência, enfiei lá para dentro tantos confetis quantos consegui.


  Depois foi só encher o balão e atá-lo com um fio a um alfinete de dama. É auto-explicativo para quem recebe: deverá rebentar o balão! Guardei tudo dentro da caixa e decorei para a oferta.
Posso dizer-vos que o efeito que produz quando rebenta é mesmo muito giro! Espalha-se os confetis por todo o lado (não é assim tão giro de limpar), pelo que parece logo uma festa antecipada! Foi um sucesso!

14 março 2016

Padrinhos que afinal não são


Não há padrinhos no casamento. Há testemunhas. Disseram-me na igreja que já somos crescidinhos para ter padrinhos. As crianças e adolescentes que são batizados e crismados é que ainda precisam de um padrinho ou madrinha que os acompanhe e ajude a caminhar. O que há no casamento são as testemunhas que atestam a identidade dos noivos.

Ora isto dito assim pode dar para os dois lados: ou tira um bocado a relevância do casal que escolhemos para padrinhos ou, como foi o nosso caso, faz do casal de padrinhos aquilo que nós quisermos! E para nós (como para a esmagadora maioria de pessoas que se casam) serão pessoas muito importantes, de quem gostamos muito e que fazem parte da nossa vida.

Um dos casais estava escolhido desde que começámos a namorar. É que nós conhecemo-nos por intermédio de um amigo meu que, na altura era chefe do R., e que resolveu armar-se em casamenteiro e fazer um arranjinho. E que bem que correu o arranjinho! Então ele e a mulher (um amor!) seriam sempre a nossa escolha, e poderiam ser padrinhos de um ou de outro!

Acabámos por decidir que eles seriam os padrinhos do meu namorado porque eu não conseguia deixar de fora aquele que virá a ser o meu padrinho: o meu irmão. O meu irmão é das pessoas mais importantes na minha vida. É o meu irmão mais novo mas que faz de irmão mais velho sempre que é preciso. É meu amigo e acompanhou-me sempre. Quero reconhecer tudo o que ele tem sido e que, de certeza, continuará a ser. E, apesar de adorar a namorada dele, para madrinha não pude deixar de convidar uma das minhas melhores amigas, uma amiga que já não imagino fora da minha vida, que me ajuda mesmo quando nem percebi que preciso de ajuda, que está lá para me pôr os pés assentes na terra mas que também voa comigo em sonhos maravilhosos.

Os padrinhos estavam escolhidos.
Faltava eles aceitarem.
Pelo sim, pelo não, escolhemos uma forma criativa para os convidar.

Conto-vos tudo amanhã!

12 março 2016

Enjoy the weekend ​♤

Nick Youngquest. Que fez o Invictus ser o meu perfume masculino preferido mesmo antes de o cheirar. Ao perfume. 

11 março 2016

Em jeito de quem chama pelo verão


E verão vai bem com...?
Gelado!
Sim, um gelado é bom seja no verão ou no inverno mas não é disso que eu quero falar.

É que a Olá, esses queridos que me fazem engordar com gelados deliciosos desde que me entendo por gente, dizem que 2016 é o ano de trazer de volta o Magnum double de chocolate (nunca me ouvirão dizer que chocolate é demais) e uma novidade chamada Magnum double de manteiga de amendoim.

Hum... não me escapam!

10 março 2016

Pecado insatisfatório


Apetece-me um doce.
Sei que não devia comer porque ultimamente apetece-me doces muitas vezes e tenho cedido mais do que era suposto.
Mas apetece-me e vou só ali ao café comprar uma fatia de salame. 

E o salame é seco, seco, seco. Um desconsolo.


O dinheiro ficou lá. 
As calorias ficaram cá. 
E não valeu nada a pena.

Coisas que dispensava enquanto conduzo* (iii)


Os espertalhões.

Há duas vias: uma para seguir em frente e outra para uma saída à direita. Há uma fila gigante na via da direita.
Quero sair à direita. O que é que devo fazer?
Se for uma pessoa normal e civilizada, resigno-me a ficar na fila à espera pacientemente pela minha vez.
Se for um espertalhão armado em parvo, vou avançando na via da esquerda até ao ponto em que há a bifurcação e aí meto o pisca para a direita e forço o mais agressivamente possível a entrada na fila da direita. Porque afinal de contas, as pessoas que estão na fila à espera da sua vez estão lá porque gostam, certamente.

Tiram-me do sério! E, da minha parte, não têm sorte que não deixo meter-se (fora aquelas vezes em que sou maçarica e não avanço com rapidez suficiente)!

*Eu estou a entusiasmar-me com esta história da condução, não estou? Mas há mesmo muitas coisas que me irritam!

09 março 2016

O ano dos casamentos



Os meus amigos não podem ver nada!

Souberam que eu ia casar este ano e resolveram seguir-me as pisadas. Pois que este ano, depois do meu, terei mais três casamentos! Dois deles com intervalo de uma semana! Vá lá que nenhum se sobrepõe! E todos de pessoas que me são tão queridas!

Claro que estou felicíssima. Saber do casamento de um amigo é coisa para me deixar de coração cheio porque sei que será um dia de grande amor e um marco na vida deles. E feliz de mim que poderei partilhar de toda essa alegria e levar-lhe todo o meu carinho, amizade e energias positivas para a vida a dois que iniciam (bem, uns já iniciaram).

O "problema" é estar à altura de tantos eventos, nomeadamente no que toca à indumentária. Num deles serei dama de honor e o vestido já está escolhido. Mas para os outros dois ainda estou às aranhas. Um deles é tradicional e religioso e o outro será mais alternativo, num registo descontraído que nem por isso me deixa mais descansada quanto ao que vestir (nem de mais nem de menos).

A única coisa que me descansa é que tenho um vestido em casa que só usei uma vez há uns anos que em última análise poderei levar a um deles e um macacão bem giro que posso levar ao outro. Mas o que eu queria mesmo era encontrar umas opções novas!

Pessoas bem informadas, onde é que encontro uns vestidos giros e a preços que não me levem à falência?


08 março 2016

Who run the world? Girls!


Hoje é Dia da Mulher. E nos outros dias também. Mas acho bem que se assinale a maravilha que é ser mulher. Assim como há o dia do pai e da mãe e da criança e dos avós. Há que homenagear o que há de bom.

Acho que é um dia para homens e mulheres celebrarem as mulheres fantásticas que têm nas suas vida! Eu celebro a minha mãe, a minha avó, as minhas amigas. Celebro-me a mim mesma. Celebro-vos a vocês. mulheres que vão passando por aqui para ler as coisas que vou escrevendo.

Um dia feliz para todas nós!

07 março 2016

Bom demais para não partilhar

Aqui há tempos descobri na net um trabalho muito engraçado feito pelo Marco Schembri, um designer italiano. Basicamente ele resolveu redesenhar alguns conhecidos logotipos mas afetados pelo próprio produto que anunciam.

Seleccionei alguns que adorei para partilhar convosco. Se pesquisarem no google encontrarão mais!







06 março 2016

Quando se pode escolher, escolhe-se!


Como vos contei, vou casar-me na paróquia da cidade onde vivo. O Padre daqui é uma simpatia, gosto muito dele. Mas há um segundo Padre que me aquece mais o coração.

Quando estive a preparar-me para o crisma, adorava quando era ele a dar as catequeses, sempre tão bem preparadas, com mensagens tão claras. Tratava-me sempre com carinho. Quando me crismei, foi o primeiro a incentivar-me a dar catequese porque gostava da forma como me exprimia, como comunico e achava que eu teria jeito para passar bons valores à próxima geração. É o Padre João, o meu padre preferido.

Aproveitei um Domingo em que ele foi celebrar a missa e, no final, pedi-lhe para falar com ele. Contei-lhe que me ia casar e, depois das felicitações dele, disse-lhe que gostava muito que fosse ele a casar-me. Ele comoveu-se e disse-me "sabes, são momentos como este que fazem valer a pena todas as renuncias que fazemos na vida". E aceitou. Prometeu-me que terei uma celebração especial e que nos havemos de reunir para escolher leituras cheias de significado.

05 março 2016

Uma loja para o meu vício


Eu tenho um problema. Bem, é uma possibilidade que tenha vários, mas este é assumidíssimo e não há nada a fazer quanto ao assunto: não resisto a material de escritório. Ele é cadernos, canetas, lápis, agendas, blocos, post-its... you name it!

Isto é uma patologia que já me acompanha há tantos anos quanto me lembro. Mas inicialmente eu tinha desculpa: era material escolar, e eu andava na escola. Quando entrei na faculdade e mantive o entusiasmo na altura do regresso às aulas, com todos aqueles folhetos a convidarem-nos a comprar material, já começaram a desconfiar do meu comportamento. Quando comecei a trabalhar e mesmo assim não resistia a comprar material sempre que entrava numa papelaria ou supermercado (ainda que tenha todo o material que preciso gratuitamente no trabalho), então o problema foi assumido. E eu até vivo muito bem com ele porque sinto mesmo que preciso de mais coisas. A minha mãe é que não acha o mesmo sempre que abre as gavetas onde vou guardando as coisas que compro (não gasto o material à mesma velocidade que o compro).

Por isso, quando encontrei a página The Pretty Handmade no instagram, soube que me ia perder mais um bocadinho. Porque têm uns cadernos tão amorosos, e é claro que eu estava a "precisar" deles! Entrei em contacto com a querida Inês que me esclareceu sobre tudo (preços, stocks, envio...) e encomendei duas belezas douradas!


Encomendei num dia e chegou no dia seguinte. Vê-se que a encadernação é manual que dá um charme aos caderninhos.

Talvez por eu própria me dedicar ao artesanato, dou muito valor aos pequenos artesãos e ao carinho que cada peça traz. E acho que devem ser apoiados e com estas pequenas encomendas, vou fazendo a minha parte.

Se são como eu, aconselho-vos a não visitarem a loja porque não vão resistir!

04 março 2016

A igreja


O casamento vai ser religioso. O noivo não é particularmente presente nas questões religiosas: é batizado, não tem nada contra mas é um céptico no que toca à igreja. Mas respeita a minha fé, respeita o bem que me faz frequentar a igreja e dar catequese e sabe que o matrimónio religioso era muito importante para mim. Então, assim será: casaremos na igreja.

Não tínhamos nenhuma igreja em que fizessemos questão casar. Eu, particularmente, gosto muito de duas igrejas: aquela em que fui batizada (mas que fica na terrinha da mãe por isso não era boa ideia) e a Basílica da Estrela (simplesmente porque a acho linda e vou lá várias vezes, à hora de almoço, quando preciso de um bocadinho de paz). Seja como for, a nossa vontade era que a igreja fosse perto do local que escolhêssemos para o copo de água, para evitar grandes viagens para os convidados.

Como escolhemos o Palácio que fica relativamente perto da nossa casa (uns 20 minutos), decidimos que seria giro aproveitar e casar na nossa Paróquia. Das duas igrejas que existem na nossa cidade, apenas uma estava disponível para o nosso dia, por isso a decisão estava tomada por nós. Confesso que se pudesse escolher, teria optado pela outra (mais moderna) mas já fico feliz por ter tido a opção de casar na minha paróquia e na igreja onde dou catequese.

Mais um ponto resolvido.

03 março 2016

Uma primeira vez


Este é um post sem interesse nenhum mas este ano tive uma primeira vez e acho que algumas primeiras vezes são dignas de um marco. E aqui está ele: o marco da primeira vez que fui mandada parar pela polícia. Tenho carta há sete anos e nunca me tinha acontecido, mas esta semana não me escapei.

Estava mesmo a chegar a casa (já fui confirmar ao google maps e faltavam 350 metros!) e lá estava o carro da PSP com dois polícias, numa estrada com pouquíssimo movimento. E eis que um deles levanta lá aquela coisa que eles usam para indicar aos carros que devem encostar e parar. Lá fiz o que mandaram. Lá entreguei os documentos, meus e da viatura, e embora soubesse que estava tudo em ordem estava estupidamente nervosa! Mais ainda fiquei quando me pediu para o acompanhar para fazer o teste no balão! Às 20h da noite, haverá uma grande probabilidade de apanharem pessoas alcoolizadas? Se calhar até há... mas eu vinha do trabalho, cansada, nem queria acreditar que me tinha calhado aquela sorte. Deu-me as instruções e lá soprei continuamente para a maquineta até ele mandar parar. Zero ponto zero. Claro!

E pronto, foi isto.
Lá fui com as pernas bambas para o carro (não, os polícias não eram assim tão giros mas eu fiquei mesmoooo enervada!) e fui para casa ansiosa por contar o que me tinha acontecido!

02 março 2016

Uma questão de perspetiva

Lembrei-me de escrever este post quando estava a comentar um blog que publicou algumas fotografias de Lisboa tiradas de um ponto alto. E mais uma vez fiquei deslumbrada com esta (minha) linda cidade.

Adoro Lisboa. Acho que é uma cidade linda, sobretudo vista de cima. As cores, as formas, as alturas, a diversidade... não há monotonia, há sempre qualquer coisa nova a prender a atenção. Depois, vista de baixo, ainda maravilhosa, já nos deixa perceber a degradação de alguns edifícios que deviam ser mais bem cuidados. Gosto de Lisboa de qualquer forma, mas vista de cima tem um encanto especial.


Quando visitei Nova Iorque, estava ansiosa por subir a um edifício bem alto e perder-me com a vista da cidade. Subi ao Empire State Building e vi em toda a amplitude possível aquela cidade fantástica... e não me maravilhei. Apesar da beleza do Central Park perdido naquela trilha urbana, a cidade vista de cima é tão ortogonal, tão cinzenta, tão sempre igual...

Já quando me passeei pelas ruas a sensação era completamente diferente. Andava sempre com a cabeça levantada a espantar-me pela grandiosidade daqueles prédios. A cidade levanta-se em betão armado e impõe-se até onde o olhar alcança. Toca no céu e engole-nos em altura. Deslumbrante.


Lisboa é mais bela vista de cima.
Nova Iorque é mais bela vista de baixo.

01 março 2016

InstaCat



E assim se passou um mês.
     Dias frios, chá quente com leituras.
          Cores nas unhas e na loiça da cozinha.
               Comidinhas novas e o bolo de sempre, sem pensar nas calorias.
                    Decisões para o casamento, presentes aleatórios e comprinhas a bater à porta.


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