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04 junho 2018
Phil & Claire
Estão a ver a série "Uma família muito moderna"? Estão a ver o Phil e a Claire? Estão a ver uma aproximação do meu marido e de mim! Gosto muito da série e em muitos episódios que vejo consigo identificar-nos nesses personagens.
O R. é tantas vezes distraído e sonhador como o Phil mas sempre com um coração do tamanho do mundo. Aquelas piadas secas, ideias malucas, acidentes vários... Já eu tenho uma grande tendência para ser controladora, querer ter tudo planeado e estar na condução de tudo!
Claro que somos mais que isso, mas divirto-me muito a ver a série e a reconhecer as nossas tendências de comportamento.
Há um episódio em especial que me serviu que nem uma luva, logo na primeira vez que o vi. É na primeira temporada, quando eles fazem anos de casados. O Phil oferece-lhe uma pulseira linda! Ela oferece-lhe um livro de cupões que lhe dá direito a cinco abraços!
Phil: Coupons for... five free hugs.
Claire: You don't like it?
Phil: Are you kidding me? I love it. It's so creative! Coupons for hugs, which are usually free, but tihi makes it official, which is so great.
E pronto, isto resume bem como costumam ser as trocas de presentes lá em casa!
No ano passado, nas nossas Bodas de Papel, eu ofereci-lhe uma série de presentes criativos, em papel. Ele retribuiu com um passeio de barco pelo Tejo, com jantar incluído.
Este ano, foram as Bodas de Algodão. Eu ofereci-lhe um roupão de banho em algodão e uma máquina de algodão doce. Ele ofereceu-me uns brincos com o coração de Viana, em ouro. Bem sei que os presentes não se medem em euros, mas acho que para o ano vou subir a parada para não me sentir a Claire!
28 maio 2018
Bodas de Algodão
Dois anos depois.
Um amor que cresce.
Um amor que se multiplica.
Ainda que os dois sejamos tão felizes, em breve seremos três.
17 julho 2017
O dia em que jantei no Tejo
O meu marido ainda me surpreende e eu adoro! Nunca fui boa a distribuir listas de presentes que gostaria de receber: sempre fui mais adepta de surpresas!
Quando fizemos o primeiro ano de casados, preparei um presente para o meu marido que tem tudo a ver com a minha forma de encarar estes dias especiais: com criatividade e simbolismo. O meu marido optou por me oferecer uma experiência que é do tipo de presentes que mais gosto!
O presente consistia num passeio de barco pelo Tejo e um jantar de sushi servido a bordo. Que conjugação perfeita: Lisboa + Tejo + sushi + Amor!
Como o dia do nosso aniversário de casamento não foi de sol e calor, combinámos usufruir do passeio noutro dia que nos parecesse melhor. O Rafael contratou o Pypas Cruises para o grande dia e o Pedro foi impecável em tudo incluindo na remarcação de dia que tivemos de pedir.
No dia combinado, fomos ter com o Pedro à marina ao pé do Padrão dos Descobrimentos que nos encaminhou para o veleiro. Ele e o António iriam connosco para nos proporcionar uma experiência fantástica, e assim foi! Fomos confortavelmente instalados num puff na proa do veleiro e daí pudemos usufruir da vista única de Lisboa da perspectiva do rio. Serviram-nos bebidas, ofereceram-se para nos tirar fotografias e deram-nos privacidade suficiente para sentirmos que era um momento só nosso.
Cerca de uma hora e meia depois de termos partido, já tínhamos percorrido a distância da Belém até à zona da Praça do Comércio e atravessado o rio até à zona de Cacilhas. O sol já desaparecia, tal com o calor daquele fim de tarde mágico, e era altura para regressar à mesa onde o jantar estava servido. O sushi era delicioso e variado e foi acompanhado por histórias do mar, contadas na primeira pessoa pelo Pedro e pelo António.
Chegámos novamente à Marina por volta das 22h, depois de um passeio de duas horas e meia.
Fomos para casa de coração cheio depois de um fim de dia tão encantador!
Quando fizemos o primeiro ano de casados, preparei um presente para o meu marido que tem tudo a ver com a minha forma de encarar estes dias especiais: com criatividade e simbolismo. O meu marido optou por me oferecer uma experiência que é do tipo de presentes que mais gosto!
O presente consistia num passeio de barco pelo Tejo e um jantar de sushi servido a bordo. Que conjugação perfeita: Lisboa + Tejo + sushi + Amor!
Como o dia do nosso aniversário de casamento não foi de sol e calor, combinámos usufruir do passeio noutro dia que nos parecesse melhor. O Rafael contratou o Pypas Cruises para o grande dia e o Pedro foi impecável em tudo incluindo na remarcação de dia que tivemos de pedir.
No dia combinado, fomos ter com o Pedro à marina ao pé do Padrão dos Descobrimentos que nos encaminhou para o veleiro. Ele e o António iriam connosco para nos proporcionar uma experiência fantástica, e assim foi! Fomos confortavelmente instalados num puff na proa do veleiro e daí pudemos usufruir da vista única de Lisboa da perspectiva do rio. Serviram-nos bebidas, ofereceram-se para nos tirar fotografias e deram-nos privacidade suficiente para sentirmos que era um momento só nosso.
Cerca de uma hora e meia depois de termos partido, já tínhamos percorrido a distância da Belém até à zona da Praça do Comércio e atravessado o rio até à zona de Cacilhas. O sol já desaparecia, tal com o calor daquele fim de tarde mágico, e era altura para regressar à mesa onde o jantar estava servido. O sushi era delicioso e variado e foi acompanhado por histórias do mar, contadas na primeira pessoa pelo Pedro e pelo António.
Chegámos novamente à Marina por volta das 22h, depois de um passeio de duas horas e meia.
Fomos para casa de coração cheio depois de um fim de dia tão encantador!
04 julho 2017
Bodas de Papel [iii]: Fim de semana em Marvão
O fim de semana a seguir à data do nosso primeiro aniversário foi passado a dois. Fazíamos questão de comemorar o dia com a nossa família e amigos - e comer o bolo de noivos que estava congelado há um ano e se mantinha delicioso! - mas também queríamos uma comemoração a dois.
No nosso casamento recebemos um voucher para uma ou duas noites numa das Pousadas de Portugal e deixámo-lo para usar nesta altura. A escolha é muita e cada pousada parece mais apetecível que a outra mas a nossa prioridade era ter um fim de semana de calma, a dois.
Optámos pela Pousada de Santa Maria de Marvão. Fica a menos de 3 horas de Lisboa, mesmo encostadinha à fronteira e por ser uma vila que fica a 860 metros de altitude, deslumbra-nos com uma vista privilegiada para Espanha e para o Alentejo. Tanto o quarto como os restantes espaços da pousada são um amor, mantendo a traça e o ambiente de tempos idos, mas com as comodidades dos tempos modernos.
A vila de Marvão é encantadora. Rodeada de muralhas e com ruas estreitinhas, deixámo-nos deambular por aquelas ruelas para descobrir os cantinhos escondidos. A vista é deslumbrante em todos os sentidos! Fomos até ao Castelo de Marvão (cuja entrada é apenas 1,50€) de onde pudemos subir ainda mais alto para apreciar não só a vista sobre a Vila mas também sobre a planície alentejana que fica aos nossos pés!
Fizemos as refeições no restaurante da pousada que tem uma vista panorâmica incrível! A comida era boa mas foi a parte que menos nos impressionou...
Mas feitas as contas, foi um fim de semana de amor, descanso e serenidade. Exactamente o que queríamos!
No nosso casamento recebemos um voucher para uma ou duas noites numa das Pousadas de Portugal e deixámo-lo para usar nesta altura. A escolha é muita e cada pousada parece mais apetecível que a outra mas a nossa prioridade era ter um fim de semana de calma, a dois.
Optámos pela Pousada de Santa Maria de Marvão. Fica a menos de 3 horas de Lisboa, mesmo encostadinha à fronteira e por ser uma vila que fica a 860 metros de altitude, deslumbra-nos com uma vista privilegiada para Espanha e para o Alentejo. Tanto o quarto como os restantes espaços da pousada são um amor, mantendo a traça e o ambiente de tempos idos, mas com as comodidades dos tempos modernos.
A vila de Marvão é encantadora. Rodeada de muralhas e com ruas estreitinhas, deixámo-nos deambular por aquelas ruelas para descobrir os cantinhos escondidos. A vista é deslumbrante em todos os sentidos! Fomos até ao Castelo de Marvão (cuja entrada é apenas 1,50€) de onde pudemos subir ainda mais alto para apreciar não só a vista sobre a Vila mas também sobre a planície alentejana que fica aos nossos pés!
Fizemos as refeições no restaurante da pousada que tem uma vista panorâmica incrível! A comida era boa mas foi a parte que menos nos impressionou...
Mas feitas as contas, foi um fim de semana de amor, descanso e serenidade. Exactamente o que queríamos!
28 junho 2017
Bodas de Papel [ii]
Para comemorar o primeiro ano de casamento, dividimos a celebração em quatro eventos! Sim, nós não fazemos a coisa por menos!
O primeiro foi no próprio dia!
Comecei o dia a oferecer o meu presente. Como estávamos a celebrar as Bodas de Papel, decidi que o meu presente seria em papel!
Embora estivesse em casa, liguei para o telemóvel do meu marido para o despertar. Quando ele atendeu, ainda meio adormecido, dei-lhe os bons dias e disse para ele olhar para o meu lado da cama. Lá encontrou um embrulho e um cartão que dizia que o primeiro recado era meu mas que esperava receber muitos dele. O embrulho tinha um bloco para recados apaixonados:
Do embrulho saíram setas em papel que o encaminhou para a fase seguinte: um espelho com um coração feito em post its, com mensagens apaixonadas.
Daí, mais setinhas pelo chão até um novo cartão e mais um embrulho. O cartão dizia que tinha sido um ano de sonho e que se alguma vez tivesse dúvidas, tinhas muitas certezas dentro do embrulho. Lá dentro, uma caixa feita em origami com 365 cartões, cada um com uma razão pela qual o amo! Este presente deu uma trabalheira mas valeu a pena!
Mais setinhas e novo cartão e mais um embrulho. O cartão dizia simplesmente "saíste-me a sorte grande", uma das nossas músicas e que passou no nosso casamento. No embrulho tinha raspadinhas e uma aposta no euromilhões (infelizmente os prémios não foram grande coisa mas é como dizem "azar ao jogo, sorte ao amor).
Mais setinhas pelo chão até ao último cartão "dá-lhes bom uso". No embrulho um conjunto de vales de Amor:
Confesso que ainda tinha mais um presente planeado mas não tive tempo para o executar. Não me vou descair já, não vá acontecer ele vir espreitar o blogue!
Convidámos também os nossos pais, irmãos e padrinhos de casamento para um almoço lá em casa. Foi bom relembrar o dia maravilhoso que tinha sido e estarmos todos juntos a conversar e a rir.
Um fim de semana depois fizemos a comemoração a dois com uma escapadinha para uma pousada em Marvão (contarei melhor noutro post) e uma semana depois fomos em Lua de Mel para a Sardenha (também hei-de escrever sobre isso). A última fase é o pagamento da nossa dívida aos ladrões dos nossos noivos com um almoço que ofereceremos este fim de semana. Mas a história dos nossos noivos é demasiado gira para não merecer um post só seu!
O primeiro foi no próprio dia!
Comecei o dia a oferecer o meu presente. Como estávamos a celebrar as Bodas de Papel, decidi que o meu presente seria em papel!
Embora estivesse em casa, liguei para o telemóvel do meu marido para o despertar. Quando ele atendeu, ainda meio adormecido, dei-lhe os bons dias e disse para ele olhar para o meu lado da cama. Lá encontrou um embrulho e um cartão que dizia que o primeiro recado era meu mas que esperava receber muitos dele. O embrulho tinha um bloco para recados apaixonados:
Do embrulho saíram setas em papel que o encaminhou para a fase seguinte: um espelho com um coração feito em post its, com mensagens apaixonadas.
Daí, mais setinhas pelo chão até um novo cartão e mais um embrulho. O cartão dizia que tinha sido um ano de sonho e que se alguma vez tivesse dúvidas, tinhas muitas certezas dentro do embrulho. Lá dentro, uma caixa feita em origami com 365 cartões, cada um com uma razão pela qual o amo! Este presente deu uma trabalheira mas valeu a pena!
Mais setinhas e novo cartão e mais um embrulho. O cartão dizia simplesmente "saíste-me a sorte grande", uma das nossas músicas e que passou no nosso casamento. No embrulho tinha raspadinhas e uma aposta no euromilhões (infelizmente os prémios não foram grande coisa mas é como dizem "azar ao jogo, sorte ao amor).
Mais setinhas pelo chão até ao último cartão "dá-lhes bom uso". No embrulho um conjunto de vales de Amor:
Confesso que ainda tinha mais um presente planeado mas não tive tempo para o executar. Não me vou descair já, não vá acontecer ele vir espreitar o blogue!
Convidámos também os nossos pais, irmãos e padrinhos de casamento para um almoço lá em casa. Foi bom relembrar o dia maravilhoso que tinha sido e estarmos todos juntos a conversar e a rir.
Um fim de semana depois fizemos a comemoração a dois com uma escapadinha para uma pousada em Marvão (contarei melhor noutro post) e uma semana depois fomos em Lua de Mel para a Sardenha (também hei-de escrever sobre isso). A última fase é o pagamento da nossa dívida aos ladrões dos nossos noivos com um almoço que ofereceremos este fim de semana. Mas a história dos nossos noivos é demasiado gira para não merecer um post só seu!
21 junho 2017
Bodas de Papel [i]
No mês passado comemorámos um ano de casamento! Como é que o tempo passou tão depressa? Ninguém sabe explicar...
Desde que casámos, já viajámos até às Maurícias para a nossa Lua de Mel, estivemos na Bélgica, e fomos a Barcelona.
Fomos tios e preparamo-nos para receber mais um sobrinho.
Aprendemos a viver juntos e a dividir as tarefas domésticas.
Trouxemos o Pantufas para viver connosco e adoptámos a Nala para lhe fazer companhia a ele e a nós.
Oferecemos jantares aos nossos amigos e recebemos regularmente a nossa família para refeições e partilha de alegrias à volta da mesa.
Passeámos e conhecemos sítios novos.
Rimos, descobrimos rotinas a dois, discutimos por parvoíces e por coisas mais sérias. Fizemos as pazes, sempre!
Sonhámos, fizemos planos, construímos castelos no ar. Uns desmoronaram, outros vamos cimentando todos os dias até os concretizar.
Foi um ano de muitas alegrias e, sobretudo, de um Amor que só cresce dentro de nós e nos une como nem sabíamos que era possível. E o melhor de tudo é que uso estas expressões que parecem clichês mas que são tão mesmo reais para nós!
Desde que casámos, já viajámos até às Maurícias para a nossa Lua de Mel, estivemos na Bélgica, e fomos a Barcelona.
Fomos tios e preparamo-nos para receber mais um sobrinho.
Aprendemos a viver juntos e a dividir as tarefas domésticas.
Trouxemos o Pantufas para viver connosco e adoptámos a Nala para lhe fazer companhia a ele e a nós.
Oferecemos jantares aos nossos amigos e recebemos regularmente a nossa família para refeições e partilha de alegrias à volta da mesa.
Passeámos e conhecemos sítios novos.
Rimos, descobrimos rotinas a dois, discutimos por parvoíces e por coisas mais sérias. Fizemos as pazes, sempre!
Sonhámos, fizemos planos, construímos castelos no ar. Uns desmoronaram, outros vamos cimentando todos os dias até os concretizar.
Foi um ano de muitas alegrias e, sobretudo, de um Amor que só cresce dentro de nós e nos une como nem sabíamos que era possível. E o melhor de tudo é que uso estas expressões que parecem clichês mas que são tão mesmo reais para nós!
28 maio 2017
Bodas de Papel
Nem acredito que já passou um ano!
Que dia feliz foi o nosso!
Que dias felizes desde então!
Um amor que só cresce, o nosso!
15 agosto 2016
Já ouviram falar?
Kits de WC. Pois... a Dani, que organizou o catering do meu casamento perguntou-me se eu estava a pensar em fazer ao que eu respondi que não fazia ideia porque não sabia do que se tratava. Afinal, procurei na net e encontrei milhentos exemplos, sobretudo no Brasil. Claro que fiz!
Não é mais do que arranjar uma caixa ou um cesto e munir de coisas que podem fazer falta aos convidados durante o copo de água: uma aspirina, laca, um verniz transparente, toalhitas... o que quisermos.
Depois, claro, o giro é arranjar uma forma bem bonita para dispôr tudo e ver como os convidados se sentem mimados com este cuidado.
As minhas ficaram assim:
Não é mais do que arranjar uma caixa ou um cesto e munir de coisas que podem fazer falta aos convidados durante o copo de água: uma aspirina, laca, um verniz transparente, toalhitas... o que quisermos.
Depois, claro, o giro é arranjar uma forma bem bonita para dispôr tudo e ver como os convidados se sentem mimados com este cuidado.
As minhas ficaram assim:
12 agosto 2016
As flores
Tinha duas certezas sobre o meu bouquet: não ia gastar um dinheirão nisso e não ia atirá-lo às solteiras.
Vamos por partes: a única coisa que eu precisaria de uma florista era o bouquet. O Palácio foi decorado pela equipa de catering e a igreja ia ser eu a decorar. Quando comecei a consultar algumas floristas para pedir orçamentos para o bouquet percebi mais uma vez como tudo o que tem a palavra "casamento" envolvido sofre logo uma inflação. Eu adoro gipsofilas mas curiosamente (ou não, visto ser das flores mais baratas) nenhuma florista era muito fã. Mostravam-se sempre flores mais exóticas e bouquets super ornamentados... enfim, não estávamos a chegar à simplicidade que eu pretendia. E então tomei a minha decisão (das melhoras!): eu e a minha mãe faríamos o bouquet. Fui ao MARL comprar as flores e comprei o suficiente para o bouquet, para ornamentar a igreja e para juntar ao arroz para nos atirarem à saída da igreja. No dia anterior pusemos mãos à obra com as flores que eu tinha escolhido: gipsofilas e rosas de Santa Teresinha. E o resultado está à vista:
Não nos safámos nada mal, pois não?
A segunda parte era como "atirar o bouquet". Eu não queria atirar porque já vi muitas pessoas a terem comportamentos completamente loucos para conseguirem apanhá-lo! Eu não queria nem que as minhas amigas perdessem a dignidade nem ter um video de solteiras malucas no youtube. Então andei a ver outras opções e até há ideias giras, com fitas agarradas ao bouquet e assim, mas não era bem isso que eu queria... e então decidi: vou entregar o meu bouquet a Nossa Senhora de Fátima! Acho uma solução bonita e que tem muito a ver comigo. Pareceu-me tão bem oferecê-lo em sinal de agradecimento por toda a alegria que estava a receber, pela família feliz que tenho, os bons amigos...
Mas como eu não sou menina de deixar as minhas solteiras mais lindas de mãos a abanar, tive outra ideia... no dia do casamento, pedi ao DJ para tocar o Single Ladies, e lá se começaram a alinhar as minhas amigas. Ainda dancei um bocadinho, virei-me de costas para elas, a ansiedade a aumentar, e quando elas pensavam que eu ia atirar, pedi o microfone e expliquei-lhes a minha decisão. E quando elas estavam a fazer as suas caras mais desiludidas, mostrei-lhes o cesto que tinha preparado com um bouquet para cada uma delas, carregado de carinho e de todas as minhas preces para que tenham uma vida e um casamento tão feliz quanto o meu!
Não foi a mesma coisa, eu sei. Mas assim todas levaram um para casa. E a intenção foi a melhor possível!
Vamos por partes: a única coisa que eu precisaria de uma florista era o bouquet. O Palácio foi decorado pela equipa de catering e a igreja ia ser eu a decorar. Quando comecei a consultar algumas floristas para pedir orçamentos para o bouquet percebi mais uma vez como tudo o que tem a palavra "casamento" envolvido sofre logo uma inflação. Eu adoro gipsofilas mas curiosamente (ou não, visto ser das flores mais baratas) nenhuma florista era muito fã. Mostravam-se sempre flores mais exóticas e bouquets super ornamentados... enfim, não estávamos a chegar à simplicidade que eu pretendia. E então tomei a minha decisão (das melhoras!): eu e a minha mãe faríamos o bouquet. Fui ao MARL comprar as flores e comprei o suficiente para o bouquet, para ornamentar a igreja e para juntar ao arroz para nos atirarem à saída da igreja. No dia anterior pusemos mãos à obra com as flores que eu tinha escolhido: gipsofilas e rosas de Santa Teresinha. E o resultado está à vista:
Não nos safámos nada mal, pois não?
A segunda parte era como "atirar o bouquet". Eu não queria atirar porque já vi muitas pessoas a terem comportamentos completamente loucos para conseguirem apanhá-lo! Eu não queria nem que as minhas amigas perdessem a dignidade nem ter um video de solteiras malucas no youtube. Então andei a ver outras opções e até há ideias giras, com fitas agarradas ao bouquet e assim, mas não era bem isso que eu queria... e então decidi: vou entregar o meu bouquet a Nossa Senhora de Fátima! Acho uma solução bonita e que tem muito a ver comigo. Pareceu-me tão bem oferecê-lo em sinal de agradecimento por toda a alegria que estava a receber, pela família feliz que tenho, os bons amigos...
Mas como eu não sou menina de deixar as minhas solteiras mais lindas de mãos a abanar, tive outra ideia... no dia do casamento, pedi ao DJ para tocar o Single Ladies, e lá se começaram a alinhar as minhas amigas. Ainda dancei um bocadinho, virei-me de costas para elas, a ansiedade a aumentar, e quando elas pensavam que eu ia atirar, pedi o microfone e expliquei-lhes a minha decisão. E quando elas estavam a fazer as suas caras mais desiludidas, mostrei-lhes o cesto que tinha preparado com um bouquet para cada uma delas, carregado de carinho e de todas as minhas preces para que tenham uma vida e um casamento tão feliz quanto o meu!
Não foi a mesma coisa, eu sei. Mas assim todas levaram um para casa. E a intenção foi a melhor possível!
04 agosto 2016
Convidar ou não convidar
Quando decidimos casar começámos a fazer a nossa lista de convidados. No nosso caso, tivemos um constrangimento logo à partida: o Palácio tinha várias salas mas a maior, onde queríamos fazer a refeição, tinha uma capacidade de 120 adultos (na minha cabeça imaginei 130 no máximo; as crianças ficaram noutra salinha). Mesmo que não fosse este limite, a verdade é que não nos poderíamos esticar muito mais que isso de qualquer forma porque tínhamos um orçamento planeado.
Quando fizemos a primeira lista, com todas as pessoas que nos são queridas e que fazem parte da nossa vida atualmente, superámos os 200 com facilidade. E foi então que começou a tarefa terrível de cortar pessoas. É triste deixar pessoas que nos são queridas fora dos planos de um dos dias mais bonitos das nossas vidas, mas tivemos sempre em mente que havíamos de arranjar forma de ir celebrando a vida com todas essas pessoas mesmo não as conseguindo encaixar no grande dia. Inclusivamente, cortámos familiares em detrimento de amigos porque embora da mesma família, há amigos que estão tão presentes no nosso dia-a-dia cuja presença é muito mais imprescindível.
Não foi fácil e chegámos a uma lista de quase 150 adultos. Sim, era um risco, mas não podíamos fazer mais que isso! Se fossem todos (como nós gostávamos que fosse possível), nem que nos expandíssemos para os corredores ou dividíssemos em mais salas. Seria uma festa na mesma! No final, acabámos por ter algumas pessoas que não puderam estar presentes (a maioria por morar fora do país e não conseguir organizar-se para vir a Portugal) e o número de pessoas não foi um problema - tivemos uma taxa de "nãos" de quase de 20%.
O que me deixou incrédula foi que, cerca de um mês depois, recebi uma mensagem de uma prima em segundo grau que vive na terrinha da minha mãe que eu vejo uma vez por ano, se tanto!, a dizer que me desejava muitas felicidades mas que me teria ficado bem convidá-la ainda que ela provavelmente não pudesse vir. Sim, ela escreveu isso, que não devia vir mas que me ficava bem. Nem sabia se havia de rir se chorar, mas confirmou-me que fiz bem em não a convidar!
26 julho 2016
As lembrancinhas
As lembranças foi das primeiras coisas que decidimos porque tivemos uma ideia que adorámos de imediato e nem perdemos muito mais tempo a pensar noutras alternativas.
Decidimos oferecer a cada convidado um convite para ir a nossa casa. Como?
Cada um recebe uma cápsula de café ou chá e um convite para a usarem em nossa casa quando quiserem.
Como fomos nós que tratámos do layout dos convites, aproveitámos para usar as mesmas fontes, cores e padrões numa caixinha e no cartão com o convite. Fomos nós que comprámos as cartolinas e imprimimos as caixas e cartões. Depois foi o trabalho de corte, dobragem e colagem. Modéstia à parte, ficaram lindas! Depois, para finalizar, usámos uma fitinha semelhante à que usámos nos convites para dar um toque especial.
A lembrancinha acabou por ficar barata (entre cápsula, cartolina, impressões e fitinha não chegou a 0.50€) e completamente personalizada! Para além disso ganhámos visitas dos que nos são mais queridos!
Para as crianças, queríamos fugir às típicas espetadas de gomas ou doces variados, então optámos por oferecer frasquinhos para fazer bolas de sabão. Personalizámos com uma etiqueta alusiva ao nosso casamento e fez um sucesso!
A empresa de catering que contratámos ajudou-nos a preparar um cantinho amoroso onde ficaram arrumados até ao momento da distribuição. Não podíamos ter ficado mais felizes com o resultado final!
Decidimos oferecer a cada convidado um convite para ir a nossa casa. Como?
Cada um recebe uma cápsula de café ou chá e um convite para a usarem em nossa casa quando quiserem.
Como fomos nós que tratámos do layout dos convites, aproveitámos para usar as mesmas fontes, cores e padrões numa caixinha e no cartão com o convite. Fomos nós que comprámos as cartolinas e imprimimos as caixas e cartões. Depois foi o trabalho de corte, dobragem e colagem. Modéstia à parte, ficaram lindas! Depois, para finalizar, usámos uma fitinha semelhante à que usámos nos convites para dar um toque especial.
A lembrancinha acabou por ficar barata (entre cápsula, cartolina, impressões e fitinha não chegou a 0.50€) e completamente personalizada! Para além disso ganhámos visitas dos que nos são mais queridos!
Para as crianças, queríamos fugir às típicas espetadas de gomas ou doces variados, então optámos por oferecer frasquinhos para fazer bolas de sabão. Personalizámos com uma etiqueta alusiva ao nosso casamento e fez um sucesso!
A empresa de catering que contratámos ajudou-nos a preparar um cantinho amoroso onde ficaram arrumados até ao momento da distribuição. Não podíamos ter ficado mais felizes com o resultado final!
05 julho 2016
A minha despedida de solteira
Não vos cheguei a contar como foi e foi mesmoooooo espectacular. Porque tive mais uma confirmação de que as minhas amigas me conhecem mesmo e organizaram uma coisa à minha medida. Nada de elementos fálicos ou strips com altas doses de histerismo. Uma coisa mais calma, mas cheia de gargalhadas e bons momentos.
Só me enviaram um "Save the date" umas semanas antes para garantir que não haveria impedimentos para o dia em causa, tudo o resto seria surpresa. Confesso que sou ótima a arruinar surpresas porque quando me predisponho a adivinhar coisas e atirar nabos da púcara, costumo ter bastante sucesso. Mas desta vez esforcei-me para não saber de nada, queria mesmo ser surpreendida. E fui.
Foram buscar-me a casa e levaram-me par ao ponto de encontro. Lá estávamos nós no topo do Parque Eduardo Sétimo, onde nos esperavam duas fotógrafas para uma sessão muito divertida. Contrataram a Carol e a Mariana da Capella Fotografia e tivemos um final de tarde cheio de vento mas ainda mais sorrisos. Eu adoro fotografia e por mim andava sempre com um fotógrafo atrás para ir guardando os momentos todos por isso não podia ter ficado mais feliz.
E como eu sou uma menina muito cor de rosa, tive direito a uma coroa, uma faixa cor de rosa a identificar a "Miss Noiva 2016" e ainda um balão cor de rosa em forma de coração que andou a passear-se comigo a noite toda. Não passei despercebida!
Depois fomos para um restaurante no Bairro Alto, o Alfaia, para uma sala reservada para nós e tivemos um jogo para acompanhar. Eu sempre fui a fã número um de jogos e desafios por isso não podiam ter tido melhor ideia! Basicamente, nas minhas costas(!), enviaram uma lista de perguntas ao meu noivo, sobre mim, sobre ele e sobre nós, umas mais decentes, outras mais picantes... ao longo do jantar, fizeram-me as mesmas perguntas e eu tinha de acertar na resposta dele. Por cada pergunta certa tinha direito a um presente, por cada errada tinha um castigo! Confesso que errei muitas o que me fez beber mais do que queria e cantar (para deleite de todas elas que fizeram videos bem embaraçosos!). Mas cada uma delas levou-me um presente e saí de lá de coração cheio e mãos também!
Daí fomos para... a Rua Cor de Rosa no Cais do Sodré onde dançámos, rimos, tive direito a uma serenata improvisada por um rapaz que achou que podia vir meter-se connosco mas que depois não se safou com facilidade e, finalmente, fomos para casa. Foi uma noite divertidíssima e não podia ter mais a minha cara!
Só me enviaram um "Save the date" umas semanas antes para garantir que não haveria impedimentos para o dia em causa, tudo o resto seria surpresa. Confesso que sou ótima a arruinar surpresas porque quando me predisponho a adivinhar coisas e atirar nabos da púcara, costumo ter bastante sucesso. Mas desta vez esforcei-me para não saber de nada, queria mesmo ser surpreendida. E fui.
Foram buscar-me a casa e levaram-me par ao ponto de encontro. Lá estávamos nós no topo do Parque Eduardo Sétimo, onde nos esperavam duas fotógrafas para uma sessão muito divertida. Contrataram a Carol e a Mariana da Capella Fotografia e tivemos um final de tarde cheio de vento mas ainda mais sorrisos. Eu adoro fotografia e por mim andava sempre com um fotógrafo atrás para ir guardando os momentos todos por isso não podia ter ficado mais feliz.
E como eu sou uma menina muito cor de rosa, tive direito a uma coroa, uma faixa cor de rosa a identificar a "Miss Noiva 2016" e ainda um balão cor de rosa em forma de coração que andou a passear-se comigo a noite toda. Não passei despercebida!
Depois fomos para um restaurante no Bairro Alto, o Alfaia, para uma sala reservada para nós e tivemos um jogo para acompanhar. Eu sempre fui a fã número um de jogos e desafios por isso não podiam ter tido melhor ideia! Basicamente, nas minhas costas(!), enviaram uma lista de perguntas ao meu noivo, sobre mim, sobre ele e sobre nós, umas mais decentes, outras mais picantes... ao longo do jantar, fizeram-me as mesmas perguntas e eu tinha de acertar na resposta dele. Por cada pergunta certa tinha direito a um presente, por cada errada tinha um castigo! Confesso que errei muitas o que me fez beber mais do que queria e cantar (para deleite de todas elas que fizeram videos bem embaraçosos!). Mas cada uma delas levou-me um presente e saí de lá de coração cheio e mãos também!
Daí fomos para... a Rua Cor de Rosa no Cais do Sodré onde dançámos, rimos, tive direito a uma serenata improvisada por um rapaz que achou que podia vir meter-se connosco mas que depois não se safou com facilidade e, finalmente, fomos para casa. Foi uma noite divertidíssima e não podia ter mais a minha cara!
18 maio 2016
O mais importante passa-se na igreja
Eu sabia que queria ter o meu cunho no nosso casamento e que esta era uma das coisas mais importantes a decidir. Procurei na net exemplos de rituais de cerimónia e acabei por encontrar um documento que me facilitou a vida e que podem encontrar aqui. Seguindo este guião só tive de ir fazendo as minhas escolhas e ajustes.
O que me levou mais tempo foi a escolher as leituras. Há tantas! A minha estratégia foi escolher três leituras do antigo e do novo testamento e outros tantos salmos e depois escolher com o R. o que gostámos mais. Quanto ao Evangelho foi mais simples porque havia um que eu gosto muito e que já sabia que queria.
Depois veio a escolha dos cânticos. Havia três que sabíamos que queríamos mas quanto aos restantes estávamos perdidos. Felizmente o grupo de jovens da nossa paróquia (que vai fazer a animação musical no nosso casamento) deu-nos sugestões lindíssimas e a escolha foi facilitada.
Também optámos por fazer um ofertório diferente do habitual e vamos oferecer dons que tenham um significado especial para a nossa vida.
Um aspecto que era importantíssimo para nós era envolver ao máximo os nossos amigos e familiares na cerimónia. Não queríamos que fosse apenas mais uma missa ou mais um casamento. Queremos que haja a participação de todos. Felizmente o padre concordou em deixar que houvesse vários momentos com leituras dos nossos convidados para além das habituais leituras.
Estou entusiasmada e felicíssima!
Espero que corra tudo bem!
11 maio 2016
Não há mulheres bonitas, há mulheres que não se sabem maquilhar
Conclusão do teste de maquilhagem para o casamento.
Uau! Uau! Uau!
Eu queria ter uma Cláudia (a minha maquilhadora) de trazer por casa para todos os dias sair linda e maravilhosa!
Saí do teste com a ideia que toda a gente devia ser maquilhada pelo menos uma vez para perceber todo o seu potencial. E eu já sou uma brasa mas (bem) maquilhada ninguém me pára (perdoem-me a falta de modéstia mas ainda é o efeito do photoshop que a maquilhagem aplicou em mim).
Encontrámos as sombras mais bonitas, a base imperceptível, um blush maravilhoso e, sobretudo, um corretor de olheiras que vai ser o meu melhor amigo muito em breve (tenho mesmo de comprar um daqueles porque eu já vi que funciona muito!).
27 abril 2016
Cabelo: check!
O penteado para o grande dia vai ficar a cargo da minha cabeleireira habitual. Gosto dela e não quero nada demasiado elaborado. Gosto de penteados meio despenteados, sabem? Não quero o cabelo demasiado arranjadinho, muito colado à cabeça... quero uma coisa mais descontraída. Já devem ter percebido pelos vários posts que vou fazendo que sou a favor da simplicidade.
Estive uma manhã lá no salão a fazer algumas tentativas. A ideia era ter as costas à mostra porque o vestido tem umas costas lindas. Fiquei indecisa entre dois penteados: um com uma trança em que o cabelo cai ao lado e outro em que o cabelo fica todo preso. Acho que vou optar pelo segundo (ainda ando em conversações com a minha mãe e amigas mas acho que a decisão já está tomada).
O que me anda a custar é ver algumas pontas espigadas no cabelo e não o cortar porque a cabeleireira não quer correr o risco de cortar os centímetros que podem fazer falta no dia. Que seja. Afinal de contas já não falta muito.
20 abril 2016
O bolo
O bolo da noiva. O R. tenta convencer-me que é o bolo dos noivos mas não é assim que se chama, pois não?
E o que é que isto interessa?
Já vão perceber!
Este é daqueles temas que, à partida, não tinha particular ciência para o R.. O bolo estava incluído no serviço de catering que contratámos por isso o que tínhamos de fazer era pesquisar até encontrar o formato que gostamos, escolher a massa e o recheio e estava o tema arrumado.
Ah, não! Faltava mais um pormenor: o topper do bolo. Sim, os noivinhos que ficam no topo. A confeiteira que nos fará o bolo disponibilizou-se para nos fazer uns noivinhos personalizados e até podíamos sugerir uma situação engraçada que tivesse a ver connosco para ela retratar como, por exemplo, se tivermos um animal de estimação que queiramos ver representado...
Mas porque é que ela deu este exemplo?
Claro que o R. se entusiasmou com a ideia e passou a fazer questão que o Pantufas (o nosso gato que vive em casa da sogrinha até nós nos mudarmos) estivesse presente no topo do bolo.
Eu adoro o gato de paixão, mas no topo do meu bolo quero-nos só aos dois.
Sim, ele faz parte da nossa vida mas não nos vamos casar com ele! Também fazem parte da nossa vida todos os familiares e amigos que vão estar no casamento (e mais alguns!) e não os vamos ter desenhados no bolo!
E, vamos lá pôr os pontos nos i's: é o bolo da NOIVA, não é?
Estava o tema ainda longe de chegar a um consenso (mas tmabém não perdemos propriamente o sono com isso) quando uma prima do R. que é food stylist disse que adorava poder ser ela a criar o topper para o nosso bolo. Não tive como dizer que não, até porque é com o maior prezer que vejo o máximo de pessoas a participarem no casamento.
Pormenor: nem eu nem o R. sabemos o que é que ela idealizou e ela não nos conta. Por isso, só no dia do casamento saberemos se há Pantufas no topo do bolo ou não.
14 abril 2016
Começou o CPM!
Para quem não sabe o CPM é um centro de preparação para o matrimónio e é obrigatório para os casais que se casam pela igreja católica. Basicamente são sessões sobre os valores e o significado do sacramento do matrimónio e sobre a vida a dois.
O CPM não é igual em todas as paróquias e eu não sou nenhuma expert no tema mas não queria deixar de partilhar convosco a minha experiência em mais este passo rumo ao meu casamento.
Na minha paróquia o CPM é feito em seis sessões durante três fins de semana. Sei que em algumas paróquias é todo ministrado em um dia apenas. A metodologia também varia. Cada sessão tem um tema distinto. Os casais são separados em grupos e cada grupo vai para uma sala com um casal da coordenação do CPM discutir os temas com o auxílio de um guião. Nas salas falamos sobre os temas, partilhamos a nossa experiência e ouvimos a partilha do casal "mentor". Depois há um plenário onde um casal escolhido de cada grupo vai relatar a toda a assistência o que é que se falou na sala, as nossas dúvidas, as nossas experiências. Finalmente, um dos casais coordenadores faz uma apresentação sobre o tema discutido, partilhando a sua experiência enquanto casal na temática em questão.
Ninguém está ali para nos ensinar nada. Não há certos e errados. Há vidas e vontade de falar sobre temas importantes e partilhar experiências de vida. Não há uma tentativa de lavagem cerebral, de conversão para a igreja, mas fala-se da importância (ou falta dela) da igreja na vida conjugal de cada casal. Fala-se do perdão, da tolerância, do ciúme, do diálogo e do Amor. Fala-se muito de Amor.
Curiosamente um casal de amigos (grandes amigos) nossos qu também se vai casar este ano também está a fazer o CPM na mesma igreja que nós então está a ser giro poder falar sobre os temas a dois, depois em grupo - com o nosso grupo em sala -, e depois a quatro, quando descemos das salas e no fim de cada sessão.
Tenho pena que estas sessões de CPM só existam para estes momentos pré-matrimónio. Acho que faria bem a muitos casais (incluindo muitos que eu conheço) ir renovando estes momentos de diálogo e partilhando a forma como encaram certos temas que são estruturais para uma vida a dois. Num casamento, as vidas devem convergir, mas conheço casais que parecem afastar-se sobretudo por não falarem sobre esses temas fraturantes.
Depois das sessões posso falar-vos um bocadinho mais sobre os temas que debatemos, se vos interessar.
28 março 2016
A Lua de Mel
Ah, falar da Lua de Mel... tão bom imaginar-nos a descansar, a passear, a namorar... e depois vinham os prós e os contras e as indecisões e os preços e as opiniões e o tempo a passar e nada de tratar das coisas...
O que ele gosta: praia, sol e descanso.
O que eu gosto: passear, conhecer... e praia, sol e descanso, vá.
Desde que nos conhecemos as viagens que temos feito são sobretudo cidades europeias, ou seja, fartamo-nos de andar, visitar museus, palmilhar ruas, assistir a espetáculos, voltar para casa mais cansados do que partimos. E eu adoro isso. Ele também gosta... mas já andava há imenso tempo a cobrar-me um destino de praia. E eu sei que sou mandona e teimosa e tal mas, desta vez, resolvi ceder. Afinal de contas, é a nossa Lua de Mel!
Começámos por pensar no México ou em Cuba (mais para a primeira opção) porque conseguíamos conjugar a praia com o passeio. Mas depois houve duas questões que nos fizeram reponderar. Uma delas foi o vírus Zika cujos casos de incidência estão sobretudo na América do sul. Não estou grávida nem contava engravidar na Lua de Mel mas ainda assim não queria arriscar. O segundo é que o R. queria mesmo aproveitar o dolce far niente e já estava a prever que eu me ia começar a entusiasmar com as excursões e passeios e não íamos aproveitar o resort.
Então começámos a pesquisar as opções mais para o Oceano Índico e ficámos entre as Maurícias, as Seycheles ou as Maldivas. Quando vimos o preço não ficámos assim tão felizes, sobretudo para a opção "tudo incluído", mas é uma vez na vida então vamos lá!
Para além do requisito do "tudo incluído" as nossas preocupações eram ter a partida de Lisboa, não fazer muitas escalas e ter uma companhia que nos inspirasse confiança. Andámos a pesquisar algumas agências e a que apresentou melhores condições foi a Travelwings com a qual fechámos negócio.
Em breve espero estar a escrever uns posts bem mete-nojo de uma praia paradisíaca, ou à beira da piscina enquanto bebo um cocktail colorido, com muito sol, e fotografias de fazer inveja!
Mi aguardéééém!
20 março 2016
Os convites
Os convites deram trabalho. Eu sabia uma coisa: não queria um convite standard porque nestas coisas acho que mereço exclusividade. Aliado a isso também não queria gastar um dinheirão e contratar uma empresa para desenvolver um design à medida. Por isso a melhor solução era sermos nós a brincar aos artistas e desenvolver o nosso conceito.
Quando comecei a ver hipóteses, achei que o melhor era ser num formato tríptico: na capa estaria apenas a alusão aos noivos, na primeira página o convite em si, com os dados mais importantes (data, hora, igreja, local do copo de água) e na última um mini croqui e a data até à qual aguardamos resposta (bem como os nossos contactos).
O meu noivo que até é jeitosinho com o photoshop foi desenvolvendo o layout assente em dourados e no tema "real", já que nos vamos casar num palácio. Ficou bem mais elaborado que eu imaginei! Mas muito bonito. Fizemos os trípticos com medidas que permitissem imprimir dois convites em cada A4 de forma a conseguirmos preços melhores na gráfica. Escolhemos um papel com uma boa gramagem (afinal de contas, é o nosso convite!) e toca a imprimir.
No final fechámos os convites com uma fita de cetim, de cor pérola e acho que ficaram lindos! A parte boa do design ser nosso é que poderemos usá-los para as ementas, missais, brindes... o que quisermos!
Depois hei-de mostrar-vos tudo e dar os contactos dos fornecedores!
15 março 2016
Convites criativos
Eu sei que sou um bocadinho má: ontem deixei-vos pendurados porque não contei
tudo até ao fim sobre o convite dos padrinhos. Claro que podia simplesmente
dizer-lhes que gostava muito que eles aceitassem ser nossos padrinhos e eles
ficavam felizes e diziam que sim e, pronto, estava feito.
Mas eu queria fazer do convite um momento mais engraçado, então andei a
inspirar-me pela net e acabei por fazer um convite numa caixa festiva!
Como?
Eu explico tudo!
Para cada convite precisei de uma caixa, um balão de água, confetis,
fio, um alfinete de dama e o convite em si.
Comprei as caixas no site Caixas Baratas e é um fornecedor a que recorrerei sempre que precise porque correu tudo lindamente. Para os confetis, usei estrelinhas cor de rosa que comprei numa loja chinesa e que originalmente acho que serviriam para nail art e juntei tirinhas douradas que cortei de uma cabeleira de carnaval. Tudo bem acessível!
Depois foi só montar: escrevi num papelinho o convite e optei por enrolá-lo
e fechá-lo com um bocadinho de fio como se fosse um mini pergaminho. Pu-lo
dentro do balão de água e, num jogo de muita paciência, enfiei lá para dentro
tantos confetis quantos consegui.
Posso dizer-vos que o efeito que produz quando rebenta é mesmo muito
giro! Espalha-se os confetis por todo o lado (não é assim tão giro de limpar),
pelo que parece logo uma festa antecipada! Foi um sucesso!
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