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11 fevereiro 2019
Baby F | As primeiras visitas
Sempre que o assunto vinha à baila dizia muito assertivamente: visitas só em casa! Não quero gente no hospital (para além da família mesmo próxima, obviamente)! Para além de um par de excepções que abri (de amigas que me enviaram mensagem a perguntar se podiam aparecer e que eu quis ter comigo) apareceram mais pessoas, cheias de boa vontade e de amor para dar, mas para visitarem uma recém mãe que não queria fazer sala!
São dias cheios de alegria pelo bebé que nasce mas também são dias de cansaço e de inseguranças. Tudo é novo! Deram-me para as mãos um bebé tão perfeitinho e eu só queria não estragar nada! Mas as dúvidas são tantas, e ele chora, e tem fome e não dorme ou dorme demais e estamos todos ali numa aprendizagem que em nada é ajudada pelas tais visitas que, cheias de boa intenção, só nos querem ensinar a ser mães. Mas a ser mães como elas foram ou como viram ser. Mas nós só queremos paz e calma para descobrir que mãe somos nós e tomar as nossas decisões.
04 fevereiro 2019
Baby F | Foi cesariana, e então?
Desde que engravidei que na minha cabeça não passou outro cenário que não fosse ter um parto natural. Não por fundamentalismo, apenas porque é a situação mais normal e para a qual me fui preparando. Fui uma grávida muito calma e apesar de entender que haveria muita dor envolvida no grande momento, não me sentia assustada. É um bocado na base do tem de ser. Já não havia volta a dar, o puto havia de sair, por isso era rezar a todos os santinhos e pedir que me drogassem logo que fosse possível para a coisa se dar.
Ao longo das ecografias que fui fazendo, começámos a perceber que ele era um miúdo grande. Sempre no percentil mais alto, nas medidas relativas à altura, peso e perímetro cefálico. Quando se começou a aproximar o termo da gravidez, a minha obstetra recomendou mais uma ecografia para termos medições mais em cima da ocasião e tomarmos uma decisão.
E lá confirmámos: o puto era grande! Afinal a minha barriga gigante tinha razão de ser! E foi então que surgiu o conselho: dado que se a gravidez decorresse até às 41 semanas (no limite), o bebé teria certamente mais de 4kg e seria grande o que podia levar a riscos e sofrimento desnecessário para ele e para mim, marcámos uma data, antes disso, para a cesariana. Basicamente o plano era: se ele decidir nascer por ele antes disso, muito bem, senão teríamos data marcada para ele nascer.
Na minha cabeça ele não ia esperar tanto tempo. Ou então era eu que já estava mesmo farta de estar tão grávida, a rebolar por todo o lado, com os meus pés inchadíssimos! Na minha cabeça, teríamos um parto natural porque ele assim decidiria.
Mas não aconteceu. Acordei no dia marcado, tomei o meu banho, peguei na mala que estava preparada e fui com o meu marido para a maternidade. Apresentei-me como quem diz "tenho hora marcada para ser mãe". E o processo foi todo envolto em sorrisos e calma, nem uma ponta de dor, nem uma contracção.
A cesariana correu bem, mas muito diferente do que eu imaginava! Na minha cabeça, abriam a barriga e tiravam o bebé lá de dentro delicadamente. Como quem abre um forninho e tira o tesouro que lá está. Mas não é nada disso! Há a enfermeira a empurrar a barriga e mãos a mexerem e a epidural só tira a dor mas eu sentia tudo (o que a mim me parecia demasiado!).
E lá nasceu o nosso gordinho, com 51cm e 3.880Kg. Não me arrependo nem um bocadinho da nossa decisão de fazer a cesariana porque correu tudo bem! E neste caso o fim justifica mesmo os meios. Só queríamos ter o nosso bebé nos braços e que tudo corresse bem tanto com ele como comigo. E assim foi!
15 janeiro 2019
Deixar o coração em casa
Vir trabalhar depois de ser mãe não foi fácil. Optei por tirar 5 meses de licença, o que na altura me parecia uma vida! Quase meio ano em casa com a minha cria?! Vai dar para fazer tantas coisas, e brincar tanto com ele, e cheirar aquele aroma delicioso que os bebés têm e cansar-me de tanto olhar para ele...
A verdade é que não sei como é que estes meses passaram tão depressa. Não dei por eles! Foi tudo muito intenso, muito grudento. Andava sempre com ele, com a desculpa que eu era a fonte de alimentação dele logo não podia estar muito longe.
Este ano, a aproximação do Natal foi vivida com a expectativa do costume por uma época que eu AMO (e ainda para mais neste ano que tínhamos o nosso menino Jesus) e com alguma tristeza porque o fim das festas seria também o fim do meu período em casa.
Quando chegou o dia 2 de Janeiro e tive de me vestir para vir trabalhar, trazia o estômago embrulhado e lágrimas nos olhos. Tinha deixado o coração em casa e é coisa que me faz falta! Agora (quase duas semanas depois), já é mais fácil. Faz parte do processo... Claro que os vídeos, fotos e algumas vídeo-chamadas que vou recebendo, também ajudam a aguentar! Isso e o horário reduzido da licença de amamentação! Amén a isso!
27 setembro 2018
Baby Report | Nasceu!
O meu filho nasceu no final de Julho. Ainda é caranguejo de signo e um amor muito esperado. Nasceu de cesariana. Nunca tinha pensado nessa hipótese, sempre me preparei para um parto dito normal, mas ele decidiu assim.
O que ninguém me tinha dito é que uma cesariana não consiste num corte e em tirar delicadamente o bebé do forninho. Para alguém que, como eu, nunca tinha sido operada nem passado por uma anestesia, a epidural foi uma surpresa porque embora não sentisse dor alguma, conseguia sentir tudo o resto! E tudo o resto foi o nascimento em si, a enfermeira a empurrar a barriga, a cabeça do puto a abrir caminho pelo corte na barriga, as mãos da minha obstetra a ajudarem.
E depois olhei para ele e soube o que era o chamado amor de mãe.
Enquanto estive grávida, sabia que o tinha dentro de mim mas acabava por ser uma extensão de mim mesma. Foi uma fase de mais egoísmo no sentido em que o tinha só para mim e tinha as atenções todas voltadas para a grávida. Era eu e ele mas na verdade era só eu com ele. Quando o vi cá fora... foi como se estivesse a ver o meu coração fora do meu corpo. E soube que daria a vida por ele.
13 agosto 2018
Infinitos mil
Quem me segue no Instagram, já soube da boa nova: fui mãe. E agora dou por mim a viver uma nova vida.
E tenho dentro de mim tantas emoções.
E tenho nos meus dias tantas alegrias.
E tenho na minha rotina tantas novidades.
O tempo esgota-se e o tempo para vir cá é pouco.
Mas certamente vou voltar a ter alguns momentos que me permitirão vir cá e partilhar com o mundo toda esta felicidade.
11 julho 2018
Baby Report | Curso pré parto II
Pelo que tenho percebido, não foi só em minha casa que se discutiu
sobre se faria sentido fazer ou não este curso. Pelo feedback que tenho tido,
há vários casais com a mesma dúvida. Vou dar a minha opinião que vale o que
vale.
Eu acho que foi importante para nós fazermos esta preparação. O
meu marido, que inicialmente não queria fazer o curso, mudou de opinião e hoje
em dia acha que foi a decisão certa e vê a utilidade.
No início do curso, a Enf. Débora disse-nos algumas coisas que
resumem bem aquilo que eu também penso e que vou partilhar. Ninguém precisa de
um curso para ser pai e mãe. O principal estará sempre no nosso instinto. Mas
para além disso, há sempre uma percentagem do processo para a qual nos podemos
preparar e tornar a experiência melhor.
Ao nível do parto, por exemplo, acho que foi muito importante
ficar a saber melhor quais os sinais do trabalho de parto e como reagir perante
cada um. Numa altura em que quanto mais calma ficar e melhor souber reagir à
dor antes de poder gritar por drogas melhor, ter uma ideia do que me espera e
de formas de melhorar o meu bem estar só podem beneficiar todo o processo e
diminuir a ansiedade e o stress. Claro que não sei se no momento em que me
aconteça vou conseguir aplicar alguma das coisas que aprendi. Corro o risco de
esquecer tudo, correr para o hospital à primeira contracção e entregar-me ao
desespero, mas neste momento sinto-me mais confiante e acho que vou conseguir
reagir melhor que isso!
10 julho 2018
Baby Report | Curso pré parto I
Esta questão não começou por ser consensual lá por casa: eu queria
fazer, o maridão nem por isso. Andei a investigar alguns sítios possíveis para
o curso e percebi que há uma grande oferta, desde hospitais a centros dedicados
a este tipo de cursos. Para além disso há opções gratuitas, mediante prescrição
do médico de família, mas os horários são normalmente mais condicionados, por
isso para nós acabaram por não ser uma opção.
Depois de comparar horários, planos e preços, e depois de
recolhermos algumas opiniões, acabámos por optar pele Centro Pré e Pós Parto,
em Entrecampos. Não podia estar mais feliz com a nossa escolha! Claro que não
tenho comparação porque nunca fiz o curso noutro sítio, mas superou as minhas
expectativas por isso estou satisfeita!
O CPPP fica em Entrecampos e as instalações são muito acolhedoras.
A equipa – todas as pessoas com quem interagi até agora – foram uma simpatia e
sempre disponíveis para esclarecer quaisquer questões. Mesmo quando pedi
informações sobre o curso enquanto andava a pesquisar os vários centros, foram
muito solícitos e fizeram-me chegar toda a informação rapidamente.
O curso divide-se em 7 aulas e há várias modalidades para se
frequentar o curso: o formato normal de uma vez por semana ou em modo intensivo
que ocupa 3 ou 4 semanas. Por uma questão de horários, nós optámos por fazer o
curso em formato intensivo, durante 4 manhãs de Sábado. O preço é independente
dos horários escolhidos e os cursos são iguais em termos de conteúdo. Temos
sempre uma componente teórica e outra prática, em salas diferentes. Na parte
prática, aplicámos técnicas de respiração, exercícios na bola de pilates,
massagens (o meu marido queixou-se “então eu estou a pagar e venho aqui
fazer-te massagens? Já eu adorei!), banho, trocar fraldas e amamentação.
A inscrição no curso dá acesso a vários conteúdos. Para além do
curso em si, orientado por um enfermeiro, temos à disposição dezenas de workshops que detalham alguns temas
(ainda não frequentei nenhum mas já tenho alguns temas debaixo de olho), uma
semana de aulas de ginástica pós parto (havendo serviço de baby sitting assegurado
por uma enfermeira e uma ama). Tem ainda uma Linha SOS 24 horas por dia,
consultas de acompanhamento na gravidez e no pós parto – onde podemos fazer o
teste do pezinho, pesar o bebé e ter apoio à amamentação - e uma sessão para os
avós.
05 julho 2018
Baby Report | Memórias
Sempre me imaginei uma grávida a guardar cada memória deste estado
de graça. Fotos regulares, a evolução da barriguinha, muitos álbuns, diários de
gravidez, tudo e mais alguma coisa.
Mas do que se imagina ao que acontece vai um caminho grande. O meu
primeiro trimestre foi tão cansativo – entre o sono descontrolado e os enjoos
constantes – que a minha ultima preocupação era registar os momentos. Só queria
ir sobrevivendo a cada dia!
Depois passou a tormenta e comecei a sentir-me tão activa e tão
feliz com a minha nova condição que resolvi começar a viver os meus dias com a
normalidade de não-grávida (se é que isso faz sentido).
Entretanto, mais ou menos desde a vigésima semana, quando já se
começava a notar a barriguinha e, na teoria, íamos a meio caminho, comecei a
tirar fotografias semanais, em casa, para ir notando a evolução do perímetro
abdominal. Que grande evolução que já se nota!
Gostava de fazer umas sessões de fotografia em cenários mais
bonitos: uma praia ou um jardim… nada de profissional, só umas fotos bonitas
para mais tarde recordar, mas ainda não tive oportunidade. Espero ter tempo de
concretizar antes do miúdo resolver nascer.
27 junho 2018
Contagem decrescente
Daqui a exactamente um mês. farás 40 semanas dentro de mim. Estamos em contagem decrescente para te ter nos braços. Olhar para a tua cara, que já vemos com tantos detalhes nas ecografias, e encher-te de carinho e amor!
19 junho 2018
Baby Report | Tanto amor!
Tenho um grupo de amigas, muito amigas, que vem já do tempo da faculdade. Não sabemos explicar como é que aconteceu esta amizade nem como é que cresce a cada dia que passa sendo nós tão diferentes umas das outras. Mas a verdade é que isto funciona e muito bem! E como a vida tem destas coisas, eu e a D. engravidámos com um mês de diferença e estão para chegar os primeiros rebentos deste grupo: vem aí mais uma geração de amigalhaços!
Quando o grupo soube da boa nova houve logo uma decisão: vamos organizar um baby shower! A regra que nos deram (às grávidas) foi: não se preocupem com nada. Confesso que ainda tentei meter a minha colher e ajudar em alguma coisa mas elas são muito determinadas!
Quando lá cheguei nem queria acreditar no carinho e no amor empregue em tudo! O espaço estava decorado com bandeirolas, moinhos de vento, balões... a mesa com guardanapos coloridos, cupcakes deliciosos e tão bonitos que quase dava pena de comer, enfeites vários... tudo cheio de detalhes amorosos!
Para além das fotografias com acessórios alusivos ao tema, tivemos direito a um jogo que nos arrancou umas boas gargalhadas. Foram sendo reveladas fotografias de bebés e nós tínhamos de adivinhar a quem correspondiam. Se algumas era mais óbvias, outras deram origem a suspeitas bem giras!
E como se não fosse tudo isto mais que suficiente, ainda tivemos direito a um cesto com tantos miminhos tão lindos para os nossos filhotes! Sim... foi nesta altura que desabei e não contive mais as lágrimas. E o problema nestas coisas é mesmo começar porque depois custa fechar a torneira!
Enfim, foi uma tarde que não esquecerei mais. Porque a amizade é das coisas mais bonitas do Mundo. E eu sei que tenho ali uma Família. E que sorte que eu tenho. E que sorte tem o Francisco que já é tão amado por tanta gente de coração tão bom!
Quando o grupo soube da boa nova houve logo uma decisão: vamos organizar um baby shower! A regra que nos deram (às grávidas) foi: não se preocupem com nada. Confesso que ainda tentei meter a minha colher e ajudar em alguma coisa mas elas são muito determinadas!
Quando lá cheguei nem queria acreditar no carinho e no amor empregue em tudo! O espaço estava decorado com bandeirolas, moinhos de vento, balões... a mesa com guardanapos coloridos, cupcakes deliciosos e tão bonitos que quase dava pena de comer, enfeites vários... tudo cheio de detalhes amorosos!
Para além das fotografias com acessórios alusivos ao tema, tivemos direito a um jogo que nos arrancou umas boas gargalhadas. Foram sendo reveladas fotografias de bebés e nós tínhamos de adivinhar a quem correspondiam. Se algumas era mais óbvias, outras deram origem a suspeitas bem giras!
E como se não fosse tudo isto mais que suficiente, ainda tivemos direito a um cesto com tantos miminhos tão lindos para os nossos filhotes! Sim... foi nesta altura que desabei e não contive mais as lágrimas. E o problema nestas coisas é mesmo começar porque depois custa fechar a torneira!
Enfim, foi uma tarde que não esquecerei mais. Porque a amizade é das coisas mais bonitas do Mundo. E eu sei que tenho ali uma Família. E que sorte que eu tenho. E que sorte tem o Francisco que já é tão amado por tanta gente de coração tão bom!
18 junho 2018
Contrariando a minha natureza
Não, ainda não perdi a cabeça a comprar imensas coisas para o miúdo. Tenho andado muito contida até... mudanças em mim ou apenas um adiar do inevitável?
Veremos...
14 junho 2018
Baby Report | Roupa de grávida
Já tinha mais de três meses quando comecei a sentir necessidade de comprar roupa para grávida, nomeadamente calças. A maior parte das blusas que uso são largas por isso foram dando ao longo da gravidez. Mas com as calças já não é bem assim, porque mesmo as que têm cintura mais descida não são confortáveis na barriga. E as calças de grávida têm uma faixa que ajuda no suporte da barriga (e do seu peso!) e dão um conforto grande!
Comprei três calças de grávida: duas de ganga e umas azuis. Todas versáteis porque não queria investir muito dinheiro e queria conseguir conjugar com tudo! As primeiras comprei em promoção na Vertbaudet. As de ganga tive a sorte de encontrar numa daquelas semanas temáticas no Lidl. Comprei cada uma por menos de 20€ (já não sei o preço ao certo) e foi um verdadeiro achado. Das opiniões que recolhi, as calças da Salsa são verdadeiras maravilhas, mas eu passo bem sem gastar muito dinheiro em roupa que vou usar num período tão pequeno e tendo arranjado alternativas, fiquei felicíssima!
Embora não tenha comprado muitas partes de cima (aproveitando as que já tinha de corte mais largo), acabei por comprar algumas peças de roupa ditas normais mas de tamanho acima do meu que dão tanto para durante a gravidez como para usar depois. A Primark foi uma das lojas escolhidas porque tem sempre camisas compridas e túnicas que deram jeito para compôr o guarda roupa. Às vezes o problema não é ser largo o suficiente para a barriga caber, é serem compridas para tapar a barriga até ao fim!
Mas nem só de calças e camisolas se veste uma mulher e tendo tido um casamento, um baptizado e o meu aniversário, precisava de umas roupinhas mais txan! A H&M e a ASOS foram as minhas aliadas. Ambas têm uma variedade bastante satisfatória e conseguindo apanhar algumas peças em altura de saldos, conseguem-se negócios muito atractivos!
Finalmente, não resisti a comprar um fato de banho. Não tendo a certeza se conseguiria aproveitar muita praia ou piscina antes do miúdo nascer, apaixonei-me por um fato de banho e comprei dois números acima do meu e serviu perfeitamente. Há menos variedade de fatos de banho para grávida por isso optei por um normal. Comigo funcionou!
07 junho 2018
Já não fica na maternidade!
A minha primeira preocupação no que tocou ao enxoval do Francisco foi comprar o carrinho e o ovo. É o grande investimento e a segurança e ergonomia eram temas importantes para nós. Começámos por pesquisar na net e pedir opiniões a pais recentes e começámos a reunir algumas características que queríamos conseguir.
A segurança era o primeiro ponto, sobretudo ao nível do ovo. O sistema ISOFIX também. O sistema ISOFIX é um sistema de fixação superior dos ovos e cadeiras auto que são mais seguro, rápido e fácil e que não usa os cintos de segurança do carro.
Visitámos algumas lojas, mas ficámos rendidos à Totikids. Queríamos ir a uma loja multi-marca que nos fizesse recomendações mais imparciais e nesta loja, para além disso, encontrámos funcionárias muito informadas que nos apresentaram os produtos detalhadamente, capazes de nos responder a todas as questões e de uma simpatia incrível!
Começámos por nos apaixonar por um ovo da marca BeSafe, uma marca escandinava especialista na segurança nos produtos auto. Comprámos o Besafe Izi Go Modular (com a base ISOFIX). Optámos por tons cinza e pretos para serem neutros.
A escolha do carro partiu da condicionante de ser compatível com o ovo. Em acréscimo, queríamos um carro que tivesse bom amortecimento, que fosse prático de abrir e fechar e não ocupasse muito espaço quando compactado. No final, estávamos indecisos entre o Quinny Buzz Xtra e o Easywalker Mosey+. Curiosamente, embora à primeira vista o Quinny parecesse mais robusto e tivesse um sistema hidráulico para abrir que o fizesse parecer tentador, quando começámos a fazer mais perguntas, mudámos de ideias e optámos pelo Easywalker. É mais leve, mais compacto, tem um amortecimento superior, suporta mais peso.
Foi um investimento grande (dói na carteira... ainda que tenha sido na carteira dos avós...). Mas havendo possibilidade, é das coisas em que não queríamos poupar. E agora é certo: o miúdo na maternidade já não fica :)
29 maio 2018
Baby Report | O nome da criança
Começámos a falar de nomes quando se começou a aproximar o fim do primeiro trimestre. Rapidamente percebemos que não tínhamos preferências em comum. Acho que por isso mesmo, fomos adiando decisões: para quê discutir até chegar a dois nomes se só vamos precisar de um? Ficámos a aguardar saber se era menino ou menina para retomarmos o tema.
O mais engraçado tem a ver com as certezas absolutas que se desfazem nestes momentos. Por exemplo, durante anos eu tive a certeza que se tivesse uma menina seria uma Leonor. Gosto tanto do nome! Não tinha dúvidas. Até ao momento em que engravidei e quando pensava em Leonor, não me fazia sentido. Como se tivesse gastado o nome em fantasias abstractas de tantos e tantos anos, e o nome já não me pertencesse a mim mas às muitas Leonores que acabei por ir conhecendo... Leonor deixou de estar na minha lista!
Pelo contrário, dei por mim a ponderar nomes que nunca me tinham passado pela cabeça. Redescobri nomes e preferências!
Mas lá chegou a certeza que era um menino. O meu marido não tinha sugestões, mas é um perito na arte do veto. Fiz eu uma lista bem generosa de nomes que gosto e ele começou a destruí-los... havia apenas um nome que ambos gostávamos mas que resistimos um bocado porque na família dele há vários espalhados pelas diversas gerações. Mas a família dele tem umas 543 pessoas por isso é difícil não repetir nomes! E então cedemos, e escolhemos esse nome que ambos gostamos e que acaba por já ser um nome de família: Francisco, esperamos ansiosos por ti!
16 maio 2018
Baby Report | Menino ou menina?
Quando fizemos a ecografia dos três meses, a grande ansiedade era confirmar que estava tudo bem com o bebé e que podíamos finalmente contar a grande novidade aos mais próximos. Quando vimos e ouvimos o coraçãozinho a bater e todo o desenvolvimento estava a decorrer conforme se esperava, respirámos de alívio e alegria. As análises estavam boas, as probabilidades de desenvolver problemas baixas... tudo o que queríamos ouvir!
Claro que passada a ansiedade de saber o que era mais importante veio a segunda questão: e dá para ver se é um menino ou menina?
Eu não tinha preferência. É o primeiro filho e consigo imaginar uma realidade cheia de alegria com menino ou menina. Se por um lado me apegava às ideias de um menino grudado na mãe, carinhoso e protector, por outro via-me lindamente a encher uma menina de laçarotes e vestidinhos e lidar com a calmaria das suas brincadeiras. Claro que cada criança é uma criança: sabemos lá o que nos espera!
As apostas eram divididas. Havia quem afiançasse que era menina, outros com certeza absoluta que era um menino. Tudo apostas baseadas em factos científicos como o formato da barriga, pelo estado da maré, a minha cara ou a direcção que soprava o vento. Eu não tinha feeling quanto ao tema.
Pouco tempo antes da ecografia, o meu marido confessou que gostava que fosse uma menina porque anda encantado com as sobrinhas. Afeiçoei-me um bocadinho a essa preferência dele mas continuava mais imparcial. Na ecografia não conseguimos saber se era menino ou menina: havia margem para dúvidas e nós não queríamos suspeitas! Queríamos só quando fosse uma certeza para não nos apaixonarmos por uma ideia que podia não ser a verdadeira. A nossa médica (que é fantástica!) prontificou-me a receber-nos umas semanas mais tarde, pelas 16 semanas, para o voltarmos a espreitar.
E assim foi! A meio de Fevereiro, lá voltámos nós ao consultório a torcer para que não houvesse vergonhas e conseguíssemos descobrir se viria um menino ou uma menina! A certeza foi imediata: vem aí um menino!
26 abril 2018
Baby Report | O primeiro trimestre
Logo depois do entusiasmo e alegria imensa da descoberta, o primeiro trimestre parecia que não chegava ao fim! Se por um lado queria estar sempre com um sorriso no rosto por estar a viver um estado de graça imenso, a verdade é que não foram três meses simpáticos para mim!
As quatro palavrinhas chave: enjoos, sono, segredo, ansiedade.
Enjoos
Descobri que estava grávida no final de Novembro, ou seja, com cerca de um mês de gravidez. Menos de duas semanas depois, estava a caminho de uma consulta de urgência no hospital porque estava com uma má disposição que não podia ser normal! Tinha passado o dia inteiro indisposta e, nesta minha cabecinha que se habituou a pensar o pior para não ter desilusões, era sinal que alguma coisa estava errada! Ainda me lembro da cara da rapariga da recepção a tentar perceber se eu estava mesmo a querer ir às urgências porque estando grávida sentia náuseas... agora também me parece parvo, mas foram enjoos tão fortes, o dia todo, que não podia acreditar que fosse normal!
Infelizmente esse foi o meu estado normal até ao início de Fevereiro. Sim: durante cerca de dois meses eu acordei mal disposta e fui-me deitar mal disposta, praticamente todos os dias. Emagreci uns 3 quilos porque as idas à casa de banho eram frequentes (e feliz de mim quando tinha tempo de lá chegar...). Não havia descanso! Tentei perceber que alimentos me deixavam pior, que horários eram piores, rotinas, intervalo entre refeições... nunca consegui encontrar um padrão. Era porque tinha de ser. E assim foi.
Sono
Já me tinham dito que a gravidez dava sono mas nunca pensei que fosse tanto! Não conseguia ver mais do que 20 minutos de televisão seguidos sem adormecer no sofá. Mesmo dormindo uma sesta de 2 horas à tarde, à noite podia deitar-me cedinho que adormecia num ápice! De manhã nunca estava pronta para acordar. O mais complicado era gerir o sono no trabalho... às vezes era tanto que sentia que me estavam a aplicar a tortura da privação do sono! às vezes tinha de me render e ia à casa de banho para poder fechar um bocadinho os olhos. Levava sempre o telemóvel comigo com o alarme programado para daí a 5 minutos porque eu acho que era mesmo possível adormecer! A minha grande preocupação era quando me dava sono enquanto ia a conduzir para casa. A minha técnica era ligar para a minha mãe que me ia dando conversa até chegar a casa! Os comprimidos para os enjoos ficaram sempre na caixa porque tomar o que quer que fosse que me causasse ainda mais sonolência não era uma opção para mim!
Segredo
Guardar um segredo destes é uma tortura! O meu marido era da opinião que devia ter contado no trabalho porque se já é difícil andar enjoada e a vomitar regularmente, pior era fazer isso e voltar para o lugar com um sorriso fingido no rosto para ninguém perceber que não estava bem. Foi difícil disfarçar mas ninguém desconfiou de nada até eu decidir contar, já depois de ter passado o primeiro trimestre.
Mas o mais difícil foi mesmo esconder este segredo dos grandes amigos com quem contamos para os momentos menos bons mas com quem ansiamos partilhar as grandes conquistas da nossa vida! Queria gritar ao mundo que estava grávida! Mas não queria precipitar nada sem me sentir segura.
Ansiedade
Só queria que a barreira dos três meses passasse. Claro que não é uma data milagrosa que acaba com todos os riscos de uma gravidez, mas é um marco que põe as probabilidades do lado do bem. E era isso que queríamos. Ansiávamos pela ecografia que nos ia mostrar mais uma vez aquele bocadinho de gente que já amávamos tanto, com o seu coraçãozinho a bater com força e ouvir um prognóstico tranquilizador da médica (que deve ser das médicas mais maravilhosas que há!).
Foram três meses difíceis. Mas valeram tudo!
Mais sobre esta nossa aventura aqui.
18 abril 2018
Baby Report | As descobertas
Desde que vos contei a novidade da minha gravidez, não voltei a escrever por aqui uma linha sobre o tema. Claramente não é por não pensar muito sobre isto ou não ter o que escrever. Este é o tema que mais ocupa o meu pensamento hoje em dia mas sinto-me tão avassalada com tudo o que vai acontecendo que nem sei por onde começar!
Começa pelo princípio.
Certo!
Aqui vão umas breves palavras do que foi o o início desta aventura!
A descoberta
Quando desconfiei que podia ter engravidado e fiz um teste de gravidez em casa, não acreditei logo que fosse verdade. Sim, estávamos a tentar, mas as irregularidades do meu corpo levavam-me a crer que ia ter mais problemas em conseguir. Embora o teste desse positivo, achei que era por estar estragado (já tinha aquele lote em casa há algum tempo). Fiz mais dois testes. Todos deram positivo. Mas eu continuava insegura. Não contei nada ao meu marido porque não queria dar-lhe uma notícia tão boa sem ter a certeza que era mesmo verdade. Escusado será dizer que mal dormi nessa noite. Na manhã seguinte voltei a fazer um teste em casa e quando fui trabalhar comprei mais um na farmácia para tirar as teimas. Positivo. Aí fiquei convencida, mas quando cheguei a casa não resisti a fazer mais um! Sim, foram seis testes positivos para ter a certeza! Não liguem... eu às vezes não sou boa da cabeça!
Contar ao pai
Quando o meu marido chegou a casa, eu já lá estava. Estava sentada num colchão, num quarto que temos vago (e que estava atulhado de coisas para arrumar). Ele foi lá ter comigo e eu pedi para ele se sentar comigo no colchão para ver uma coisa. Tinha posto a tocar a música da Carolina Deslandes, A vida toda. Sem perceber bem o pedido, sentou-se ao meu lado e perguntou o que é que eu estava a ver. Respondi que estava a tentar perceber se ficava ali bem o berço e mostrei-lhe o teste de gravidez. Ficou surpreso, emocionado, feliz... não sei bem! Acho que feliz é o que melhor descreve aquele momento.
Guardar segredo
O mais difícil foi mesmo guardar um segredo tão grande, num momento em que estamos a rebentar de tanta alegria e amor. Cerca de uma semana depois da descoberta, contámos aos nossos pais. Eles ficaram tão felizes! Para os meus pais, será o primeiro neto. Para a minha sogra, será o terceiro em pouco mais de um ano. Os nossos irmãos e avós souberam a boa nova no dia de Natal (já tínhamos passado a barreira dos 2 meses). Não podíamos ter tido um Natal mais feliz!
19 março 2018
Dia do Pai
Este ano, para além do presentinho que comprei para o meu querido pai, comprei também um miminho para o meu marido... se tudo correr como esperado, em Julho a família vai crescer ♥
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