27 fevereiro 2019
Eu já...
... dei o meu contacto a um desconhecido.
... andei de transportes públicos sem pagar.
... participei num torneio de karaté.
20 fevereiro 2019
19 fevereiro 2019
Uma dúzia de livros
Descobri já no final de Janeiro uma iniciativa giríssima em forma de desafio de leitura. A Rita da Nova desafia a Uma dúzia de livros que, muito resumidamente, desafia-nos a ler um livro por mês de acordo com uma temática. No blogue dela ela explica tudo muito bem por isso vão lá dar uma espreitadela.
Sorte a minha, que o primeiro livro que li este ano foi duma autora feminina por isso até cumpri o critério sem saber!
Este mês, comecei tarde a minha leitura mas espero terminar em tempo útil para partilhar a minha opinião!
Janeiro
Sorte a minha, que o primeiro livro que li este ano foi duma autora feminina por isso até cumpri o critério sem saber!
Este mês, comecei tarde a minha leitura mas espero terminar em tempo útil para partilhar a minha opinião!
Janeiro
18 fevereiro 2019
Das resoluções para este ano
Em Janeiro comecei a trabalhar na resolução da leitura.
Fevereiro é o mês de me determinar na perda de peso. Já vamos a mais de meio do mês, mas antes tarde que nunca. E o caminho é bem longo!
17 fevereiro 2019
16 fevereiro 2019
15 fevereiro 2019
14 fevereiro 2019
Fixando
Decidimos baptizar o nosso filhote e fazer coincidir
essa celebração com o seu primeiro aniversário. São dois eventos importantes em
que queremos juntar a família e amigos mais chegados e como já estamos a
perceber que há uma certa logística envolvida, preferimos fazer um dois em
um.
Aquilo que me comecei a aperceber foi que estes
acontecimentos podem assemelhar-se a um pequeno casamento, tendo em conta as
ideias que nos vão surgindo, mas a ideia não era essa (nem o orçamento, diga-se
de passagem!).
Uma questão que ainda não decidimos foi sobre ter ou
não ter um fotógrafo contratado para registar os momentos desse dia. E depois
há felizes coincidências: tomei conhecimento duma nova plataforma online que
facilita a contratação de serviços, a Fixando. Daquilo que já explorei parece-me simples e
intuitiva e o resultado é mesmo o que quero para já: receber propostas de
orçamentos para depois decidir se avanço ou não!
11 fevereiro 2019
Baby F | As primeiras visitas
Sempre que o assunto vinha à baila dizia muito assertivamente: visitas só em casa! Não quero gente no hospital (para além da família mesmo próxima, obviamente)! Para além de um par de excepções que abri (de amigas que me enviaram mensagem a perguntar se podiam aparecer e que eu quis ter comigo) apareceram mais pessoas, cheias de boa vontade e de amor para dar, mas para visitarem uma recém mãe que não queria fazer sala!
São dias cheios de alegria pelo bebé que nasce mas também são dias de cansaço e de inseguranças. Tudo é novo! Deram-me para as mãos um bebé tão perfeitinho e eu só queria não estragar nada! Mas as dúvidas são tantas, e ele chora, e tem fome e não dorme ou dorme demais e estamos todos ali numa aprendizagem que em nada é ajudada pelas tais visitas que, cheias de boa intenção, só nos querem ensinar a ser mães. Mas a ser mães como elas foram ou como viram ser. Mas nós só queremos paz e calma para descobrir que mãe somos nós e tomar as nossas decisões.
04 fevereiro 2019
Baby F | Foi cesariana, e então?
Desde que engravidei que na minha cabeça não passou outro cenário que não fosse ter um parto natural. Não por fundamentalismo, apenas porque é a situação mais normal e para a qual me fui preparando. Fui uma grávida muito calma e apesar de entender que haveria muita dor envolvida no grande momento, não me sentia assustada. É um bocado na base do tem de ser. Já não havia volta a dar, o puto havia de sair, por isso era rezar a todos os santinhos e pedir que me drogassem logo que fosse possível para a coisa se dar.
Ao longo das ecografias que fui fazendo, começámos a perceber que ele era um miúdo grande. Sempre no percentil mais alto, nas medidas relativas à altura, peso e perímetro cefálico. Quando se começou a aproximar o termo da gravidez, a minha obstetra recomendou mais uma ecografia para termos medições mais em cima da ocasião e tomarmos uma decisão.
E lá confirmámos: o puto era grande! Afinal a minha barriga gigante tinha razão de ser! E foi então que surgiu o conselho: dado que se a gravidez decorresse até às 41 semanas (no limite), o bebé teria certamente mais de 4kg e seria grande o que podia levar a riscos e sofrimento desnecessário para ele e para mim, marcámos uma data, antes disso, para a cesariana. Basicamente o plano era: se ele decidir nascer por ele antes disso, muito bem, senão teríamos data marcada para ele nascer.
Na minha cabeça ele não ia esperar tanto tempo. Ou então era eu que já estava mesmo farta de estar tão grávida, a rebolar por todo o lado, com os meus pés inchadíssimos! Na minha cabeça, teríamos um parto natural porque ele assim decidiria.
Mas não aconteceu. Acordei no dia marcado, tomei o meu banho, peguei na mala que estava preparada e fui com o meu marido para a maternidade. Apresentei-me como quem diz "tenho hora marcada para ser mãe". E o processo foi todo envolto em sorrisos e calma, nem uma ponta de dor, nem uma contracção.
A cesariana correu bem, mas muito diferente do que eu imaginava! Na minha cabeça, abriam a barriga e tiravam o bebé lá de dentro delicadamente. Como quem abre um forninho e tira o tesouro que lá está. Mas não é nada disso! Há a enfermeira a empurrar a barriga e mãos a mexerem e a epidural só tira a dor mas eu sentia tudo (o que a mim me parecia demasiado!).
E lá nasceu o nosso gordinho, com 51cm e 3.880Kg. Não me arrependo nem um bocadinho da nossa decisão de fazer a cesariana porque correu tudo bem! E neste caso o fim justifica mesmo os meios. Só queríamos ter o nosso bebé nos braços e que tudo corresse bem tanto com ele como comigo. E assim foi!
03 fevereiro 2019
02 fevereiro 2019
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