25 março 2019

Batizado | Os padrinhos


Escolhemos os padrinhos com facilidade.
Apesar de sentirmos que temos uma rede grande de amor em torno do nosso filho, chegámos rapidamente a acordo quanto ao casal escolhido.

Depois pensámos numa forma gira de os convidar!
Encontrei o site da Real Sonho e encomendámos a caixa com os convites personalizados!


Nós adorámos!
Eles adoraram!...E responderam sim!

18 março 2019

Querido, vamos batizar o puto!


Decidimos batizar o nosso filho. Mais por mim do que por ele, que tem muitas questões nisto da fé e da religião. Mas eu, com as minhas dúvidas (que também são muitas), sou crente e católica e tal como queria casar-me na igreja, também quero pedir o baptismo para o meu filho. Um dia, decidirá ele se quer seguir o caminho da fé na mesma religião que eu ou não.

Vamos fazer coincidir o batizado com o primeiro aniversário, que para festas grandes já basta uma! E não sendo um casamento, há muitas coisas a tratar...

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Fatiotas

Ufffff

13 março 2019

Livros | O meu irmão - Afonso Reis Cabral


Para Fevereiro, o desafio de Uma dúzia de livros indicava um livro sobre famílias. Comecei por olhar para os livros que tinha lá em casa para ler e este título chamou-me logo a atenção! Não consegui terminá-lo antes do mês acabar, mas mais vale tarde que nunca :)

Já tenho este livro lá em casa há uns três anos, mas como passei uma fase muito ausente de leituras, ainda não lhe tinha deitado a mão. Foi desta! E que bom que foi!

O livro acompanha a relação entre dois irmãos, adultos, com a particularidade de um deles ser deficiente mental. Os capítulos vão saltitando entre a história destes dois irmãos, desde a sua infância e o presente em que vivem juntos, depois dos pais morrerem. À medida que vamos conhecendo os seus passados, vamos percebendo o seu presente.

Uma nota para o Afonso Reis Cabral que sendo tão novo tem uma forma de escrever maravilhosa, cheia de confiança e maturidade. Fiquei agradavelmente surpreendida e feliz por já ter outro livro dele para ler!

#UmaDuziaDeLivros

27 fevereiro 2019

Eu já...


... dei o meu contacto a um desconhecido.
... andei de transportes públicos sem pagar.
... participei num torneio de karaté.

19 fevereiro 2019

Uma dúzia de livros

Descobri já no final de Janeiro uma iniciativa giríssima em forma de desafio de leitura. A Rita da Nova desafia a Uma dúzia de livros que, muito resumidamente, desafia-nos a ler um livro por mês de acordo com uma temática. No blogue dela ela explica tudo muito bem por isso vão lá dar uma espreitadela.



Sorte a minha, que o primeiro livro que li este ano foi duma autora feminina por isso até cumpri o critério sem saber!
Este mês, comecei tarde a minha leitura mas espero terminar em tempo útil para partilhar a minha opinião!

Janeiro

18 fevereiro 2019

Das resoluções para este ano


Em Janeiro comecei a trabalhar na resolução da leitura.

Fevereiro é o mês de me determinar na perda de peso. Já vamos a mais de meio do mês, mas antes tarde que nunca. E o caminho é bem longo!

14 fevereiro 2019

Fixando



Decidimos baptizar o nosso filhote e fazer coincidir essa celebração com o seu primeiro aniversário. São dois eventos importantes em que queremos juntar a família e amigos mais chegados e como já estamos a perceber que há uma certa logística envolvida, preferimos fazer um dois em um. 

Aquilo que me comecei a aperceber foi que estes acontecimentos podem assemelhar-se a um pequeno casamento, tendo em conta as ideias que nos vão surgindo, mas a ideia não era essa (nem o orçamento, diga-se de passagem!). 

Uma questão que ainda não decidimos foi sobre ter ou não ter um fotógrafo contratado para registar os momentos desse dia. E depois há felizes coincidências: tomei conhecimento duma nova plataforma online que facilita a contratação de serviços, a Fixando. Daquilo que já explorei parece-me simples e intuitiva e o resultado é mesmo o que quero para já: receber propostas de orçamentos para depois decidir se avanço ou não!

11 fevereiro 2019

Baby F | As primeiras visitas


Sempre que o assunto vinha à baila dizia muito assertivamente: visitas só em casa! Não quero gente no hospital (para além da família mesmo próxima, obviamente)! Para além de um par de excepções que abri (de amigas que me enviaram mensagem a perguntar se podiam aparecer e que eu quis ter comigo) apareceram mais pessoas, cheias de boa vontade e de amor para dar, mas para visitarem uma recém mãe que não queria fazer sala!

São dias cheios de alegria pelo bebé que nasce mas também são dias de cansaço e de inseguranças. Tudo é novo! Deram-me para as mãos um bebé tão perfeitinho e eu só queria não estragar nada! Mas as dúvidas são tantas, e ele chora, e tem fome e não dorme ou dorme demais e estamos todos ali numa aprendizagem que em nada é ajudada pelas tais visitas que, cheias de boa intenção, só nos querem ensinar a ser mães. Mas a ser mães como elas foram ou como viram ser. Mas nós só queremos paz e calma para descobrir que mãe somos nós e tomar as nossas decisões.

04 fevereiro 2019

Baby F | Foi cesariana, e então?



Desde que engravidei que na minha cabeça não passou outro cenário que não fosse ter um parto natural. Não por fundamentalismo, apenas porque é a situação mais normal e para a qual me fui preparando. Fui uma grávida muito calma e apesar de entender que haveria muita dor envolvida no grande momento, não me sentia assustada. É um bocado na base do tem de ser. Já não havia volta a dar, o puto havia de sair, por isso era rezar a todos os santinhos e pedir que me drogassem logo que fosse possível para a coisa se dar.

Ao longo das ecografias que fui fazendo, começámos a perceber que ele era um miúdo grande. Sempre no percentil mais alto, nas medidas relativas à altura, peso e perímetro cefálico. Quando se começou a aproximar o termo da gravidez, a minha obstetra recomendou mais uma ecografia para termos medições mais em cima da ocasião e tomarmos uma decisão.

E lá confirmámos: o puto era grande! Afinal a minha barriga gigante tinha razão de ser! E foi então que surgiu o conselho: dado que se a gravidez decorresse até às 41 semanas (no limite), o bebé teria certamente mais de 4kg e seria grande o que podia levar a riscos e sofrimento desnecessário para ele e para mim, marcámos uma data, antes disso, para a cesariana. Basicamente o plano era: se ele decidir nascer por ele antes disso, muito bem, senão teríamos data marcada para ele nascer.

Na minha cabeça ele não ia esperar tanto tempo. Ou então era eu que já estava mesmo farta de estar tão grávida, a rebolar por todo o lado, com os meus pés inchadíssimos! Na minha cabeça, teríamos um parto natural porque ele assim decidiria.

Mas não aconteceu. Acordei no dia marcado, tomei o meu banho, peguei na mala que estava preparada e fui com o meu marido para a maternidade. Apresentei-me como quem diz "tenho hora marcada para ser mãe". E o processo foi todo envolto em sorrisos e calma, nem uma ponta de dor, nem uma contracção.

A cesariana correu bem, mas muito diferente do que eu imaginava! Na minha cabeça, abriam a barriga e tiravam o bebé lá de dentro delicadamente. Como quem abre um forninho e tira o tesouro que lá está. Mas não é nada disso! Há a enfermeira a empurrar a barriga e mãos a mexerem e a epidural só tira a dor mas eu sentia tudo (o que a mim me parecia demasiado!).

E lá nasceu o nosso gordinho, com 51cm e 3.880Kg. Não me arrependo nem um bocadinho da nossa decisão de fazer a cesariana porque correu tudo bem! E neste caso o fim justifica mesmo os meios. Só queríamos ter o nosso bebé nos braços e que tudo corresse bem tanto com ele como comigo. E assim foi!
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