Domingo de frescura!
29 julho 2018
28 julho 2018
22 julho 2018
21 julho 2018
16 julho 2018
Coisas que se aprendem
No trabalho só temos de ir até onde a nossa responsabilidade
obriga. Por vezes, toldados pelo sentido de brio profissional, temos para nós
mais preocupações do que as que nos pagam para ter. Normalmente só conduzem à
frustração porque também não temos autoridade para resolver essas questões.
Quando passei a delegar para os meus superiores as questões que
deviam ser eles a ter como preocupação e que deviam ser eles a resolver, ganhei
qualidade de vida, descompliquei o meu trabalho e libertei-me para ser a melhor
profissional possível dentro da posição que ocupo na minha organização.
15 julho 2018
14 julho 2018
11 julho 2018
Baby Report | Curso pré parto II
Pelo que tenho percebido, não foi só em minha casa que se discutiu
sobre se faria sentido fazer ou não este curso. Pelo feedback que tenho tido,
há vários casais com a mesma dúvida. Vou dar a minha opinião que vale o que
vale.
Eu acho que foi importante para nós fazermos esta preparação. O
meu marido, que inicialmente não queria fazer o curso, mudou de opinião e hoje
em dia acha que foi a decisão certa e vê a utilidade.
No início do curso, a Enf. Débora disse-nos algumas coisas que
resumem bem aquilo que eu também penso e que vou partilhar. Ninguém precisa de
um curso para ser pai e mãe. O principal estará sempre no nosso instinto. Mas
para além disso, há sempre uma percentagem do processo para a qual nos podemos
preparar e tornar a experiência melhor.
Ao nível do parto, por exemplo, acho que foi muito importante
ficar a saber melhor quais os sinais do trabalho de parto e como reagir perante
cada um. Numa altura em que quanto mais calma ficar e melhor souber reagir à
dor antes de poder gritar por drogas melhor, ter uma ideia do que me espera e
de formas de melhorar o meu bem estar só podem beneficiar todo o processo e
diminuir a ansiedade e o stress. Claro que não sei se no momento em que me
aconteça vou conseguir aplicar alguma das coisas que aprendi. Corro o risco de
esquecer tudo, correr para o hospital à primeira contracção e entregar-me ao
desespero, mas neste momento sinto-me mais confiante e acho que vou conseguir
reagir melhor que isso!
10 julho 2018
Baby Report | Curso pré parto I
Esta questão não começou por ser consensual lá por casa: eu queria
fazer, o maridão nem por isso. Andei a investigar alguns sítios possíveis para
o curso e percebi que há uma grande oferta, desde hospitais a centros dedicados
a este tipo de cursos. Para além disso há opções gratuitas, mediante prescrição
do médico de família, mas os horários são normalmente mais condicionados, por
isso para nós acabaram por não ser uma opção.
Depois de comparar horários, planos e preços, e depois de
recolhermos algumas opiniões, acabámos por optar pele Centro Pré e Pós Parto,
em Entrecampos. Não podia estar mais feliz com a nossa escolha! Claro que não
tenho comparação porque nunca fiz o curso noutro sítio, mas superou as minhas
expectativas por isso estou satisfeita!
O CPPP fica em Entrecampos e as instalações são muito acolhedoras.
A equipa – todas as pessoas com quem interagi até agora – foram uma simpatia e
sempre disponíveis para esclarecer quaisquer questões. Mesmo quando pedi
informações sobre o curso enquanto andava a pesquisar os vários centros, foram
muito solícitos e fizeram-me chegar toda a informação rapidamente.
O curso divide-se em 7 aulas e há várias modalidades para se
frequentar o curso: o formato normal de uma vez por semana ou em modo intensivo
que ocupa 3 ou 4 semanas. Por uma questão de horários, nós optámos por fazer o
curso em formato intensivo, durante 4 manhãs de Sábado. O preço é independente
dos horários escolhidos e os cursos são iguais em termos de conteúdo. Temos
sempre uma componente teórica e outra prática, em salas diferentes. Na parte
prática, aplicámos técnicas de respiração, exercícios na bola de pilates,
massagens (o meu marido queixou-se “então eu estou a pagar e venho aqui
fazer-te massagens? Já eu adorei!), banho, trocar fraldas e amamentação.
A inscrição no curso dá acesso a vários conteúdos. Para além do
curso em si, orientado por um enfermeiro, temos à disposição dezenas de workshops que detalham alguns temas
(ainda não frequentei nenhum mas já tenho alguns temas debaixo de olho), uma
semana de aulas de ginástica pós parto (havendo serviço de baby sitting assegurado
por uma enfermeira e uma ama). Tem ainda uma Linha SOS 24 horas por dia,
consultas de acompanhamento na gravidez e no pós parto – onde podemos fazer o
teste do pezinho, pesar o bebé e ter apoio à amamentação - e uma sessão para os
avós.
09 julho 2018
A despedida
A última catequese deste ano foi a última catequese que dei a este
grupo fantástico de miúdos. Foram três anos de partilha, carinho e
aprendizagem. Eles aprenderam comigo e eu aprendi com eles. Crescemos juntos e
quero acreditar que um bocadinho dos valores que eles levam com eles tiveram o
meu contributo.
Fiz o melhor que sabia para que ir à catequese fosse uma
experiência boa para eles. Que sentissem a responsabilidade do percurso mas não
deixassem de ser crianças a ser crianças. Brincámos, cantámos, conhecemo-nos e
criámos relações.
08 julho 2018
07 julho 2018
06 julho 2018
Oito anos depois
Passaram oito anos desde que me pediste em namoro e que eu aceitei sem demora.
Estavas nervoso. Eu disfarço melhor.
Estávamos certos.
Continuas a fazer-me rir.
Fizeste de mim uma pessoa melhor.
Deixaste-me entrar na tua vida e moldar um bocadinho de ti.
05 julho 2018
Baby Report | Memórias
Sempre me imaginei uma grávida a guardar cada memória deste estado
de graça. Fotos regulares, a evolução da barriguinha, muitos álbuns, diários de
gravidez, tudo e mais alguma coisa.
Mas do que se imagina ao que acontece vai um caminho grande. O meu
primeiro trimestre foi tão cansativo – entre o sono descontrolado e os enjoos
constantes – que a minha ultima preocupação era registar os momentos. Só queria
ir sobrevivendo a cada dia!
Depois passou a tormenta e comecei a sentir-me tão activa e tão
feliz com a minha nova condição que resolvi começar a viver os meus dias com a
normalidade de não-grávida (se é que isso faz sentido).
Entretanto, mais ou menos desde a vigésima semana, quando já se
começava a notar a barriguinha e, na teoria, íamos a meio caminho, comecei a
tirar fotografias semanais, em casa, para ir notando a evolução do perímetro
abdominal. Que grande evolução que já se nota!
Gostava de fazer umas sessões de fotografia em cenários mais
bonitos: uma praia ou um jardim… nada de profissional, só umas fotos bonitas
para mais tarde recordar, mas ainda não tive oportunidade. Espero ter tempo de
concretizar antes do miúdo resolver nascer.
04 julho 2018
Balanço a meio caminho
Já passou meio ano! O tempo voa!
Das minhas resoluções para 2018, vamos ver como é que estamos:
Menos de 25% cumprido...
Mas outros que não foram escritos foram sendo feitos!
Mais 6 meses! Vamos ver o que faço deles.
Das minhas resoluções para 2018, vamos ver como é que estamos:
Menos de 25% cumprido...
Mas outros que não foram escritos foram sendo feitos!
Mais 6 meses! Vamos ver o que faço deles.
03 julho 2018
02 julho 2018
Baby Report | Baixa
Nunca
pensei receber tantas vezes o conselho: tenta que a tua médica te passe baixa e
vai para casa descansar. Nunca pensei muito no tema, sempre foi uma questão
para ser gerida à medida que a gravidez fosse decorrendo. Se continuasse com os
enjoos do primeiro trimestre, tenho a certeza que teria ido cedo para casa
porque era-me difícil ser produtiva com aquele mau estar. Foram meses dolorosos
para mim que só aguentei porque coincidiram com o período de férias de Natal e
Ano Novo e, em grande parte, porque não queria revelar a minha condição antes
de concluir os três meses de gestação.
Depois
disso, comecei a sentir-me tão bem fisicamente, que ficar em casa não me fazia
sentido. Gosto de ter objectivos, de sair de casa arranjada para produzir
coisas… tenho uma certa tendência para a preguiça por isso desconfio que se
ficasse em casa desde cedo ia entregar-me a dias de pijama e comida.
A
partir do sétimo mês, já comecei a notar alguma diferença. A minha barriga
cresceu muito e o cansaço fez-se notar. Conduzir era o que mais me custava e
entre ir e vir do trabalho, passava cerca de 1h45 atrás do volante. O miúdo não
gosta da minha posição quando conduzo! Tentei pôr o banco mais para a frente e
mais para trás, mais e menos deitado, mais alto e mais baixo… nada resulta! O
pirata dá-me cada cacetada!
Comecei
a chegar a casa mais cansada. As dores na lombar eram mais recorrentes. Algum
inchaço nos pés e nas mãos. O que acabei como identificar como sendo contrações
esporádicas no final de dias mais cansativos. Quando fui à consulta no final do
sétimo mês, a minha médica perguntou se eu queria ir para casa. Tendo em conta
a confusão que ainda havia no meu trabalho, sem substituto para o meu lugar,
achei por bem adiar essa decisão. Mas concluído o oitavo mês, achei que era a
altura certa.
01 julho 2018
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