Bom Domingo!
26 fevereiro 2017
25 fevereiro 2017
Nostalgia do antigamente
Eu sempre fui um bocadinho do contra. Não gostava de me sentir mais uma na multidão, queria ser diferente, especial. Ainda hoje tenho muito disso mas com mais bom senso (acho eu).
Lembro-me de andar no quarto ano e ter a caderneta dos Power Rangers. Acho que na altura estavam na moda (antes de serem destronados pelo Dragon Ball que não deu hipótese a ninguém!). Era a altura da Trini e da Kimberly, do Jason, Billy, Zack e o Tommy. Sim, já fui pequenina há muitos anos!
Todas as meninas queriam ser a Kimberly, a ranger rosa. Mas eu não gostava de ser igual aos outros, então queria ser sempre a ranger amarela. Até aí tudo bem... o "problema" é quando revejo fotografias minhas dessa época e em algumas delas me recordo com as minhas calças amarelas. Sim, eu era empenhada nas minhas decisões e lá estou eu vestida de ranger amarela, com conjugações de cores pouco felizes.
Lembro-me de andar no quarto ano e ter a caderneta dos Power Rangers. Acho que na altura estavam na moda (antes de serem destronados pelo Dragon Ball que não deu hipótese a ninguém!). Era a altura da Trini e da Kimberly, do Jason, Billy, Zack e o Tommy. Sim, já fui pequenina há muitos anos!
Todas as meninas queriam ser a Kimberly, a ranger rosa. Mas eu não gostava de ser igual aos outros, então queria ser sempre a ranger amarela. Até aí tudo bem... o "problema" é quando revejo fotografias minhas dessa época e em algumas delas me recordo com as minhas calças amarelas. Sim, eu era empenhada nas minhas decisões e lá estou eu vestida de ranger amarela, com conjugações de cores pouco felizes.
24 fevereiro 2017
Ao meu amor
Obrigada por me levares a jantar fora.
Por fazeres surpresa como eu gosto.
Por me abrires a porta.
Por me elogiares, ainda que traga a roupa que já viste 80 vezes e o o meu cabelo esteja num desalinho.
Por me dares a mão por cima da mesa.
Por olhares para mim como se te tivesses acabado de apaixonar.
23 fevereiro 2017
Ser feliz
Ver um bom filme. Adormecer no sofá. Gatos no colo. Festinhas na cabeça. Jantar fora. Inventar uma receita. Comer queijo. Ter uma ideia criativa. Pintar. Ouvir a chuva lá fora. Amanhecer com sol. Cama feita de lavado. Um telefonema dum amigo. Beber um chá quente. Sexta-feira à noite.
22 fevereiro 2017
Parece que os atraio!
Nunca gostei de andar de táxi. Sempre que pude, enfrentei transportes públicos e até longas caminhadas para evitar um táxi. O primeiro grande motivo é o facto de não me sentir segura porque, afinal de contas, lá estava eu a entrar sozinha para o carro de um desconhecido que supostamente me levará ao destino pretendido.
Ai, Cat, que dramática! Pensas o quê? Que vais ser raptada e levada para um beco escuro onde serás abandonada?!
Eu sei lá!
Pronto, exageros (ou não) à parte, infelizmente tive um furo no carro e a assistência à viagem enviou um táxi para me levar ao trabalho já que o carro teve de ir para a oficina.
Entrei e o motorista até me pareceu simpático: algumas palavras para criar empatia mas sem se pôr com conversas intermináveis nem tecendo opiniões sobre tudo.
Até que a faixa do bus convergiu para a faixa à esquerda... e não é que o condutor que estava na faixa à esquerda não fez uma grande travagem para deixar o taxista meter-se?! Teve a ousadia de seguir na sua vez e o táxi teve de aguardar uns dois segundos para se meter!
O que se seguiu foram segundos intermináveis (juro que pareceram minutos!) em que o taxista manteve a mão na buzina furioso pela espera. Eu não queria acreditar naquilo, encolhida no meu lugar enquanto os transeuntes paravam para olhar para aquele espectáculo.
O pior é que não ficou por aqui. Assim que teve oportunidade, o taxista resolveu arrancar e ultrapassar o dito condutor com uma travagem à frente do mesmo que o fez também travar. Neste ponto eu só queria sair do carro... mas tinha mesmo de chegar ao trabalho o quanto antes! Fiquei então, incrédula, a vê-lo trocar "miminhos" pelo retrovisor com o condutor que tinha ficado atrás de nós. Ele eram gestos, ameaças, boquinhas... e eu ali! Será que ele se esqueceu que tinha um cliente no carro?
Finalmente seguiu em frente.
E pergunta-me: Porque é que há gente tão estúpida?
E eu só consegui responder: Estava a pensar exactamente o mesmo...
20 fevereiro 2017
19 fevereiro 2017
18 fevereiro 2017
Enjoy the weekend ♤
Shemar Moore.
Porque ando nas temporadas mais antigas das Mentes Criminosas e este é um grandeeeeee incentivo para continuar a ver!
Era ele ligar-me e tratar-me como faz com a Penelope Garcia!
17 fevereiro 2017
16 fevereiro 2017
...
O coração afunda-se no peito quando sorrimos e nos lembramos de quem já partiu.
Parece que não temos o direito de sorrir neste mundo incompleto, embora sorrindo seja a única forma de continuar vivos.
15 fevereiro 2017
A minha primeira vez
Ah, esta arte de pôr um título sugestivo e depois vai-se a ver e o post sai um bocadinho ao lado...
No fim de semana passado fui pela primeira vez ver uma ópera.
Os bilhetes já foram comprados no ano passado e quando a minha amiga nos sugeriu já havia poucos bilhetes. Eu aceitei logo porque já há muito que queria ver uma! Não fazia ideia do que seria até porque não conhecia nada da peça.
Uns meses volvidos e chegou o dia. Fomos ao Teatro Nacional de São Carlos assistir a Anna Bolena uma obra do compositor Gaetano Donizetti e que foi estreada em 1830. Quando dizem que a ópera se sente, sente-se mesmo! É incrível a força das performances. Claro que sem conhecer a história ou sem acompanhar as falas, não entenderia as cenas mas ninguém fica indiferente aos sentimentos: saberia dizer quando é que uma personagem estava triste ou desesperada ou apaixonada. Sente-se mesmo. Bravo, bravo!
E depois há o coro que é magnífico e a orquestra que é um luxo inacreditável! O cenário também era maravilhoso e não fosse ter ficado num lugar mauzinho (bem lá em cima e na lateral) teria sido uma experiência sem senãos.
Sem dúvida que é para repetir.
Gostei muito!
14 fevereiro 2017
Love, love, love
Diz que hoje é o Dia dos Namorados. Confesso que tenho uma embirraçãozinha com este dia que nasceu nos anos em que eu queria desesperadamente apaixonar-me pelo meu Príncipe que estava a demorar a aparecer. Quando finalmente o encontrei e começámos a namorar (é hoje o meu marido) uma das regras que lhe impus é que não celebraríamos o dia 14 de Fevereiro. Hoje essa regra não faz sentido porque queremos celebrar todos os dias o nosso amor. Hoje não é excepção: festejaremos na mesma dose em que festejamos nos outros dias, sem excessos, sem presentes, com a companhia um do outro, enroscados no sofá a ver uma série qualquer, até eu adormecer como é habitual.
Feliz dia do Amor.
Celebremos.
13 fevereiro 2017
Talentos que não tenho
Eu sei que sou jeitosinha em algumas coisas: sou uma boa oradora, escrevo relativamente bem, desenrasco-me a danças, sou criativa e faço uns trabalhos manuais bem engraçados. Mas há talentos que claramente não tenho... um deles é cantar. Eu canto muito mal! Não me limito a não cantar bem, nada disso. Chega a ser desagradável ouvir-me.
E diriam vocês: mas nem toda a gente tem de ser boa em tudo. Que mal tem isso?
O mal é que eu canto muito! Em todo o lado. Gosto de cantar e desde que a música esteja suficientemente alta para eu não me ouvir claramente, é ver-me a cantarolar por casa, no carro e até no trabalho.
Eu canto demasiado para alguém que canta tão mal.
12 fevereiro 2017
11 fevereiro 2017
Ideias para o dia dos namorados
O dia dos namorados não me diz muito, mas já noto a agitação dos enamorados em busca do presente perfeito para a sua cara metade. Apesar de não ter intenção de comprar nada para oferecer ao meu marido neste dia tão popular, como sou uma querida, também fiz uma pesquisa por essas lojas em busca de uns presentinhos originais que vos possam inspirar (caso precisem):
Velas com pinta, porque para mim velas nunca são demais e não são exclusivamente femininas. Canetas e caderninhos que dão jeito, seja para o trabalho, em reuniões ou só para anotar as ideias que lhes vamos dando de bons presentes que gostaríamos de receber. Loiça diferente porque é gira e útil. Suporte para telemóvel... porque não? Saca rolhas, para receberem os convidados com estilo. Porta-chaves fofinho porque o amor é assim.
Já disse que velas nunca são demais? É como bolsinhas (e se forem cor-de-rosa, para mim só melhora). Lip balms, porque uma mulher não deve descuidar a hidratação. Uma caneta da elegância e um caderno Mr Wonderful que só melhora se já for preenchido com uma história vossa. Um cinto marcante que não dá para esquecer. Um porta-chaves cheio de pinta e uma capa para o passaporte para se viajar em grande estilo!
Velas com pinta, porque para mim velas nunca são demais e não são exclusivamente femininas. Canetas e caderninhos que dão jeito, seja para o trabalho, em reuniões ou só para anotar as ideias que lhes vamos dando de bons presentes que gostaríamos de receber. Loiça diferente porque é gira e útil. Suporte para telemóvel... porque não? Saca rolhas, para receberem os convidados com estilo. Porta-chaves fofinho porque o amor é assim.
Já disse que velas nunca são demais? É como bolsinhas (e se forem cor-de-rosa, para mim só melhora). Lip balms, porque uma mulher não deve descuidar a hidratação. Uma caneta da elegância e um caderno Mr Wonderful que só melhora se já for preenchido com uma história vossa. Um cinto marcante que não dá para esquecer. Um porta-chaves cheio de pinta e uma capa para o passaporte para se viajar em grande estilo!
Nota: cliques monetizados.
10 fevereiro 2017
09 fevereiro 2017
Seria rica, meus amigos. Rica!
Era eu receber um euro por cada vez que me perguntam se estou grávida ou me aconselham a engravidar, desde que casei.
08 fevereiro 2017
07 fevereiro 2017
Constatações de final de dia
É raro maquilhar-me.
Porque não tenho hábito.
Porque não costumo ter tempo.
E porque é uma seca tirar a maquilhagem ao final do dia.
06 fevereiro 2017
A noite da iguana
Janeiro e Setembro costumam ser os meses em que os teatros têm propostas mais apetecíveis. Pelo menos são os meses em que eu me costumo entusiasmar mais com as agendas. Este ano comecei por comprar duas entradas: a primeira para uma comédia - o Caveman - e a segunda para A noite da Iguana. Infelizmente acabei por não poder ir ver a primeira peça, fica para a próxima.
Mas antes de se mudar para o Porto (a última actuação em Lisboa foi ontem), fui ver o meu querido Nuno Lopes ao São Luiz. Eu nem questiono a peça quando ele é um dos actores: adoro-o. Claro que ter a Maria João Luís (que é uma actriz do caraças!) foi mais um selo de garantia!
Se não me engano, "A Noite da Iguana" foi a terceira peça do Tennessee Wiliams que vi. Antes desta já tinha assistido a "Um Eléctrico chamado Desejo" - uma das minhas preferidas de sempre - e a "Gata em Telhado de Zinco Quente".
Ir ao teatro, mesmo que as peças não me convençam, é sempre motivo de alegria para mim. Adoro, sinto-me uma privilegiada de ter ali os actores a meros metros de mim a darem o que de tão bom têm, aquele talento, aquela dedicação, sem cortes nem edições. Vim de lá com um sorriso nos lábios porque a peça é boa e a performance ainda melhor. Tenho de ressalvar ainda a Joana Bárcia que eu não conhecia mas que esteve fantástica no papel de Hannah!
05 fevereiro 2017
04 fevereiro 2017
03 fevereiro 2017
02 fevereiro 2017
O tal estudo importante!
Ontem fiz-vos a questão que se impunha: na vossa cabeça o que é um Gambuzino?
Só hoje é que libertei os vossos comentários para não se sentirem influenciados.
Não estou a ficar maluca (pelo menos não mais que o habitual) e esta pergunta tem um contexto. Em conversa com o meu irmão e com o meu marido, chegámos à conclusão que na nossa cabeça, a ideia de gambuzino tinha tomado formas diferente. Nunca tinha pensado nisto, mas achei graça e fiz uma recolha de ideias também no trabalho.
As pessoas que já eram mais crescidas quando ouviram a expressão perceberam logo que era apenas uma expressão e não associaram a nada. Mas quem foi enganado na sua fase mais inocente (alguns andaram mesmo a tentar apanhá-los), antes de perceber que estavam a ser alvo de gozo, imaginaram qualquer coisa.
A resposta mais comum foi: um animal tipo pirilampo. Parece que a história foi mais rebuscada para uns que para outros e, do que me contaram, os gambuzinos tinham de ser caçados à noite e brilhariam. Um colega tinha de os apanhar num saco sem fundo. Outro tinha de bate com um pau para eles aparecerem. Mas outros colegas e amigos tinham outras imagens na cabeça: para uns era um pássaro, um veado, para outros um macaco, para outros ainda um género de gremlin (lembram-se deles?). Aqui no blogue também houve partilhas engraçadas: girino, grilo, gafanhoto, flamingo ou um animal terrível!
Não que isto tenha uma importância muito grande mas é engraçado como a mesma história, sem pés nem cabeça, cria imagens tão diferentes na cabeça de cada um!
Ah! E para mim?
Para mim eram cogumelos especiais que cresciam nas florestas...
01 fevereiro 2017
Estudo de extrema pertinência social
Certamente, a maioria de vocês já ouviu a expressão:
"Apanhar gambuzinos".
Antes de saberem do que realmente se tratava, o que era um gambuzino na vossa cabeça?
Não tenham vergonha e digam a primeira coisa que associam ou associaram quando ouviram pela primeira vez!
Amanhã desenvolvo o tema!
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