31 agosto 2016
Vamos?
Hoje é dia de passear pela minha cidade.
Vou ser turista para Lisboa.
Vou estar por aqui » Instagram
Acompanhem-me!
29 agosto 2016
Regra 60-30-10
Como vos contei, sou uma nódoa no que toca à decoração. A minha casa tem áreas muito amplas (que eu adoro), o que me dificulta mais a tarefa de as tornar acolhedoras. Então ando a ler umas coisinhas, a ver imensas imagens e uma amiga minha apresentou-me uma regra:
É a regra dos 60-30-10. Diz esta regra que na decoração de um cómodo, devemos escolher uma cor primária que se aplicará em cerca de 60% dos elementos (normalmente uma cor mais sóbria e clara), uma cor secundária para 30% dos elementos e uma cor de destaque para pequenos apontamentos que realçam tudo o resto (cerca de 10%).
E realmente esta regra não é nada descabida! Andei à procura de exemplos na net e nota-se que vai havendo variações mas dá para encontrar muitas aplicações práticas!
Mostro-vos alguns exemplos que surripiei da net e onde tentei identificar esta regra:
Agora vou dedicar-me a descobrir o meu trio maravilha!
É a regra dos 60-30-10. Diz esta regra que na decoração de um cómodo, devemos escolher uma cor primária que se aplicará em cerca de 60% dos elementos (normalmente uma cor mais sóbria e clara), uma cor secundária para 30% dos elementos e uma cor de destaque para pequenos apontamentos que realçam tudo o resto (cerca de 10%).
E realmente esta regra não é nada descabida! Andei à procura de exemplos na net e nota-se que vai havendo variações mas dá para encontrar muitas aplicações práticas!
Mostro-vos alguns exemplos que surripiei da net e onde tentei identificar esta regra:
Agora vou dedicar-me a descobrir o meu trio maravilha!
28 agosto 2016
Brincadeiras do acaso
Quis o destino que no mesmo ano em que casei, dois dos meus melhores e mais queridos amigos casassem também. O D. disse o seu sim pouco menos de um mês depois de mim e exatamente três meses depois do meu grande dia, é a vez da minha amiga de há tantos anos Su também abandone a sua vida de solteira para confirmar o seu grande amor!
Hoje comemoro o meu terceiro mês de casada da melhor forma possível: assistindo ao casamento de uma amiga que merece todo o amor do mundo!
Não podia estar mais feliz.
2016 está a ser o ano do Amor!
27 agosto 2016
26 agosto 2016
Das mentes perversas
Numa copa de uma empresa, entre colegas de trabalho:
Ela: Ai, estou a olhar para o teu prato e só me apetecem os teus tomates.
Todos: ...
Ela: Bolas, não se pode dizer nada! Apetecem-me os teus tomates cherry.
Ele: Queres os meus tomates ainda vai, chamares-me chéri à frente de toda a gente é que é mais estranho...
25 agosto 2016
Opiniões
Anular-nos a nós mesmos em prol de uma relação é meio caminho andado para que esta não tenha um futuro risonho.
24 agosto 2016
Bloggers que me aquecem o coração!
Quando criei o blogue não queria apenas um sítio onde pudesse debitar os devaneios que me passam pela cabeça. Porque para escrever o que me apetece basta uma folha em branco. Com um blogue tenho quem leia estes meus pensamentos, quem interaja comigo, quem responda, quem critique, quem elogie, quem me ensine... acho que a parte mais maravilhosa dos blogues é mesmo esta interacção e feedback e a quantidade de pessoas fantásticas que se vai conhecendo, ainda que virtualmente.
Até hoje nunca conheci pessoalmente nenhuma das pessoas que me lê ou que eu leio. Procuro manter o meu blogue no anonimato e aqui sou mesmo só a Cat sem rosto que vos escreve. E ainda que seja a mesma Cat da vida real, não tenho a intenção de misturar esses dois mundos (virtual e real), pelo menos para já. Mas ainda que não conheça pessoalmente ninguém, vou conhecendo bocadinhos de pessoas que se vão revelando nos seus cantinhos (ou às vezes aqui no meu, com os melhores comentários) e é um verdadeiro tesouro!
E nem sequer estou a falar dos blogues mais populares e que eu leio religiosamente, não falo da Pipoca mais doce, que parece que conheço depois de tantos anos a lê-la, da Sónia do Cocó na fralda e a sua família linda, do Blog da Carlota ou tantos outros que podia enumerar. Falo de pessoas que como eu têm prazer na escrita e na partilha e que aqui andam neste mundinho virtual e que trazem um brilho especial aos meus dias com os seus posts ou generosos comentários.
São bloggers que me aquecem o coração e hei-de fazer-lhes a devida menção honrosa!
23 agosto 2016
Uma questão de olfacto
Porque há cheiros tão bons...
...cheiro a bebé.
...cheiro da relva acabada de cortar.
...cheiro do pão quente.
...cheiro de livros novos.
...cheiro de roupa lavada.
...cheiro de chocolate.
...cheiro de maresia.
22 agosto 2016
O que me fazia falta...
...era viver um bocadinho mais perto da praia. Demorar cinco minutos até lá.
Ir sempre lá para agradecer.
Ir sempre lá para pensar.
Ir sempre lá porque podia.
Adoro o mar, o sol e a paz.
21 agosto 2016
20 agosto 2016
Faz falta agradecer
Obrigada pela família maravilhosa que tenho.
Obrigada pelos bons momentos entre amigos.
Obrigada por ser cada vez mais feliz comigo mesma.
19 agosto 2016
18 agosto 2016
Constatação de hoje
Suspeito que se usassem escutas do meu telefone e me controlassem bem os e-mails, eu podia ser facilmente despedida por justa causa.
Ando tão fartinha de algumas pessoas!
17 agosto 2016
Um ano passado...
Tive dúvidas, fiz experiências, conheci sítios, li coisas, até casei! E fui partilhando aqui os bocadinhos dos meus dias, as sombras dos meus pensamentos, o que me ia passando no coração. Obrigada a vocês por passarem por aqui e não deixarem esvaziar este espaço. Só faz sentido assim.
Mais um ano a começar. Que seja cheio de aventuras, alegrias, sorrisos e palavras.
16 agosto 2016
Pensamentos e devaneios
Há pessoas que gostam muito de se ouvir.
Normalmente são aquelas pessoas que eu quero ouvir o mínimo e indispensável.
15 agosto 2016
Já ouviram falar?
Kits de WC. Pois... a Dani, que organizou o catering do meu casamento perguntou-me se eu estava a pensar em fazer ao que eu respondi que não fazia ideia porque não sabia do que se tratava. Afinal, procurei na net e encontrei milhentos exemplos, sobretudo no Brasil. Claro que fiz!
Não é mais do que arranjar uma caixa ou um cesto e munir de coisas que podem fazer falta aos convidados durante o copo de água: uma aspirina, laca, um verniz transparente, toalhitas... o que quisermos.
Depois, claro, o giro é arranjar uma forma bem bonita para dispôr tudo e ver como os convidados se sentem mimados com este cuidado.
As minhas ficaram assim:
Não é mais do que arranjar uma caixa ou um cesto e munir de coisas que podem fazer falta aos convidados durante o copo de água: uma aspirina, laca, um verniz transparente, toalhitas... o que quisermos.
Depois, claro, o giro é arranjar uma forma bem bonita para dispôr tudo e ver como os convidados se sentem mimados com este cuidado.
As minhas ficaram assim:
14 agosto 2016
Cenas improváveis
Na última vez que fui cortar o cabelo foi a cabeleireira que perguntou três vezes se eu tinha mesmo a certeza de querer cortar tanto. Mostrou-me com o espelho por onde ia cortar, tocou-me nas costas enquanto perguntava "estás a sentir o meu dedo? é mesmo por aqui que queres que corte?".
E era.
Em vez de ter uma cabeleireira que por dois dedos entende oito, tenho uma que não acredita que eu queria uma mudança a sério.
13 agosto 2016
Socorro!
A minha M. (a minha irmã emprestada, adolescente de estimação, minha tudo há 15 anos) ligou-me a pedir ajuda para comprar um presente para o namorado.
Ai!
12 agosto 2016
As flores
Tinha duas certezas sobre o meu bouquet: não ia gastar um dinheirão nisso e não ia atirá-lo às solteiras.
Vamos por partes: a única coisa que eu precisaria de uma florista era o bouquet. O Palácio foi decorado pela equipa de catering e a igreja ia ser eu a decorar. Quando comecei a consultar algumas floristas para pedir orçamentos para o bouquet percebi mais uma vez como tudo o que tem a palavra "casamento" envolvido sofre logo uma inflação. Eu adoro gipsofilas mas curiosamente (ou não, visto ser das flores mais baratas) nenhuma florista era muito fã. Mostravam-se sempre flores mais exóticas e bouquets super ornamentados... enfim, não estávamos a chegar à simplicidade que eu pretendia. E então tomei a minha decisão (das melhoras!): eu e a minha mãe faríamos o bouquet. Fui ao MARL comprar as flores e comprei o suficiente para o bouquet, para ornamentar a igreja e para juntar ao arroz para nos atirarem à saída da igreja. No dia anterior pusemos mãos à obra com as flores que eu tinha escolhido: gipsofilas e rosas de Santa Teresinha. E o resultado está à vista:
Não nos safámos nada mal, pois não?
A segunda parte era como "atirar o bouquet". Eu não queria atirar porque já vi muitas pessoas a terem comportamentos completamente loucos para conseguirem apanhá-lo! Eu não queria nem que as minhas amigas perdessem a dignidade nem ter um video de solteiras malucas no youtube. Então andei a ver outras opções e até há ideias giras, com fitas agarradas ao bouquet e assim, mas não era bem isso que eu queria... e então decidi: vou entregar o meu bouquet a Nossa Senhora de Fátima! Acho uma solução bonita e que tem muito a ver comigo. Pareceu-me tão bem oferecê-lo em sinal de agradecimento por toda a alegria que estava a receber, pela família feliz que tenho, os bons amigos...
Mas como eu não sou menina de deixar as minhas solteiras mais lindas de mãos a abanar, tive outra ideia... no dia do casamento, pedi ao DJ para tocar o Single Ladies, e lá se começaram a alinhar as minhas amigas. Ainda dancei um bocadinho, virei-me de costas para elas, a ansiedade a aumentar, e quando elas pensavam que eu ia atirar, pedi o microfone e expliquei-lhes a minha decisão. E quando elas estavam a fazer as suas caras mais desiludidas, mostrei-lhes o cesto que tinha preparado com um bouquet para cada uma delas, carregado de carinho e de todas as minhas preces para que tenham uma vida e um casamento tão feliz quanto o meu!
Não foi a mesma coisa, eu sei. Mas assim todas levaram um para casa. E a intenção foi a melhor possível!
Vamos por partes: a única coisa que eu precisaria de uma florista era o bouquet. O Palácio foi decorado pela equipa de catering e a igreja ia ser eu a decorar. Quando comecei a consultar algumas floristas para pedir orçamentos para o bouquet percebi mais uma vez como tudo o que tem a palavra "casamento" envolvido sofre logo uma inflação. Eu adoro gipsofilas mas curiosamente (ou não, visto ser das flores mais baratas) nenhuma florista era muito fã. Mostravam-se sempre flores mais exóticas e bouquets super ornamentados... enfim, não estávamos a chegar à simplicidade que eu pretendia. E então tomei a minha decisão (das melhoras!): eu e a minha mãe faríamos o bouquet. Fui ao MARL comprar as flores e comprei o suficiente para o bouquet, para ornamentar a igreja e para juntar ao arroz para nos atirarem à saída da igreja. No dia anterior pusemos mãos à obra com as flores que eu tinha escolhido: gipsofilas e rosas de Santa Teresinha. E o resultado está à vista:
Não nos safámos nada mal, pois não?
A segunda parte era como "atirar o bouquet". Eu não queria atirar porque já vi muitas pessoas a terem comportamentos completamente loucos para conseguirem apanhá-lo! Eu não queria nem que as minhas amigas perdessem a dignidade nem ter um video de solteiras malucas no youtube. Então andei a ver outras opções e até há ideias giras, com fitas agarradas ao bouquet e assim, mas não era bem isso que eu queria... e então decidi: vou entregar o meu bouquet a Nossa Senhora de Fátima! Acho uma solução bonita e que tem muito a ver comigo. Pareceu-me tão bem oferecê-lo em sinal de agradecimento por toda a alegria que estava a receber, pela família feliz que tenho, os bons amigos...
Mas como eu não sou menina de deixar as minhas solteiras mais lindas de mãos a abanar, tive outra ideia... no dia do casamento, pedi ao DJ para tocar o Single Ladies, e lá se começaram a alinhar as minhas amigas. Ainda dancei um bocadinho, virei-me de costas para elas, a ansiedade a aumentar, e quando elas pensavam que eu ia atirar, pedi o microfone e expliquei-lhes a minha decisão. E quando elas estavam a fazer as suas caras mais desiludidas, mostrei-lhes o cesto que tinha preparado com um bouquet para cada uma delas, carregado de carinho e de todas as minhas preces para que tenham uma vida e um casamento tão feliz quanto o meu!
Não foi a mesma coisa, eu sei. Mas assim todas levaram um para casa. E a intenção foi a melhor possível!
11 agosto 2016
Ser feliz.
Comer chocolate. Rir. Ver televisão num dia de chuva. Ler um bom livro. Receber flores. Planear uma viagem. Viajar. Voltar a casa. Sonhar acordada. Sonhar a dormir. Acordar sem despertador. Reencontrar velhos amigos. Encontros com amigos de todos os dias. Um beijinho antes de adormecer agarradinha. Uma manta nos dias mais frios. Gelados. Bons amigos. Fé. Ir à praia. Ver um filme sem adormecer. Pipocas doces. O silêncio. Gargalhadas.
10 agosto 2016
Constatações de peso
Tinha 3kg a mais, não era? Pois já vamos em 5! Até podia dizer que não entendo mas, de repente, lembro-me de gelados, pão, queijo, chocolate, enchidos, mojitos... não vale a pena continuar, pois não?
Depois de umas horas no Pinterest
Adoro de paixão mas não tenho jeitinho nenhum para decoração de interiores. A minha casa está a precisar desesperadamente de personalidade e eu não sei dar-lhe.
09 agosto 2016
Está feito!
Pois que ontem à noite, agarrei-me a uma lima e tirei o gel quase todo. Agora as minhas unhas parecem papel...
Porque é que me estou sempre a apaixonar pelo meu marido?
Porque tem um coração enorme!
Aqui há uns dias, naqueles dias de muito calor, fui ao papelão, comecei a ouvir um apito constante e ritmado. Parecia vir dali mesmo... contornei os caixotes em busca da origem e dei de caras com uma caixa de sapatos parcialmente tapada por um folheto de supermercado, com uma ave bebé (não consegui perceber se era uma espécie de pato ou de pássaro... pelas fotografias o que é que vos parece?) lá dentro com um ar muito mal tratado e a piar incessantemente. Estava um calor abrasador e eu sem saber o que fazer! Tirei a tampa de um garrafão que estava encostado ao ecoponto pu-la dentro da caixa e despejei água de uma garrafa que tinha. Aproveitei para borrifá-lo um bocadinho também porque estava mesmo muito calor e foi aí que apareceu mais uma que estava mais escondida e menos barulhenta.
Falei com o meu marido, que estava em casa, e contei-lhe o que se passava. Disse-lhe que ia à loja de animais tentar comprar alguma comida para eles e depois logo víamos o que fazer. Nem cinco minutos depois, ligou-me ele e já tinha ido buscar os bicharocos e levado para nossa casa.
Posso dizer-vos que ele deu-lhes água com uma seringa, ligou para uma data de instituições para saber o que fazer (ser Domingo não ajudou) e na PSP lá lhe deram indicação de uma quinta pedagógica onde poderíamos entregar os animais. Assim foi. Espero que se tenham safado (ainda que a senhora que nos recebeu e que ficou com eles nos tenha dito que raramente estas aves bebés se aguentam longe da mãe).
08 agosto 2016
♥
Pegar num bebé ao colo e sentir aquele cheirinho enquanto o mato com beijinhos nas bochechas gordas.
Há coisa melhor?
Os meus amigos podem continuar a ter filhos giros que eu adoro!
07 agosto 2016
06 agosto 2016
05 agosto 2016
InstaCat
Sou tão certinha com as minhas "rubricas" que há dois meses que não partilhava convosco o meu mês em formato Insta. Mas também não há desculpas para não seguirem em direto, não é verdade?
Um mês de futebol e praia.
Um mês de moda e gastronomia.
Um mês de saldos.
Um mês com um fim de semana entre amigas.
04 agosto 2016
Convidar ou não convidar
Quando decidimos casar começámos a fazer a nossa lista de convidados. No nosso caso, tivemos um constrangimento logo à partida: o Palácio tinha várias salas mas a maior, onde queríamos fazer a refeição, tinha uma capacidade de 120 adultos (na minha cabeça imaginei 130 no máximo; as crianças ficaram noutra salinha). Mesmo que não fosse este limite, a verdade é que não nos poderíamos esticar muito mais que isso de qualquer forma porque tínhamos um orçamento planeado.
Quando fizemos a primeira lista, com todas as pessoas que nos são queridas e que fazem parte da nossa vida atualmente, superámos os 200 com facilidade. E foi então que começou a tarefa terrível de cortar pessoas. É triste deixar pessoas que nos são queridas fora dos planos de um dos dias mais bonitos das nossas vidas, mas tivemos sempre em mente que havíamos de arranjar forma de ir celebrando a vida com todas essas pessoas mesmo não as conseguindo encaixar no grande dia. Inclusivamente, cortámos familiares em detrimento de amigos porque embora da mesma família, há amigos que estão tão presentes no nosso dia-a-dia cuja presença é muito mais imprescindível.
Não foi fácil e chegámos a uma lista de quase 150 adultos. Sim, era um risco, mas não podíamos fazer mais que isso! Se fossem todos (como nós gostávamos que fosse possível), nem que nos expandíssemos para os corredores ou dividíssemos em mais salas. Seria uma festa na mesma! No final, acabámos por ter algumas pessoas que não puderam estar presentes (a maioria por morar fora do país e não conseguir organizar-se para vir a Portugal) e o número de pessoas não foi um problema - tivemos uma taxa de "nãos" de quase de 20%.
O que me deixou incrédula foi que, cerca de um mês depois, recebi uma mensagem de uma prima em segundo grau que vive na terrinha da minha mãe que eu vejo uma vez por ano, se tanto!, a dizer que me desejava muitas felicidades mas que me teria ficado bem convidá-la ainda que ela provavelmente não pudesse vir. Sim, ela escreveu isso, que não devia vir mas que me ficava bem. Nem sabia se havia de rir se chorar, mas confirmou-me que fiz bem em não a convidar!
03 agosto 2016
Mudanças que me fariam bem
Eu ando (quase) sempre de calças. Tenho vestidos, tenho saias (poucas) e calções mas nunca são a minha opção. Vá, uso um vestidinho ou outro naqueles fins de semana mesmo quentes ou numa ocasião mesmo especial. Fora isso, sempre bem tapadinha. Acho que são vestígios das minhas inseguranças de adolescente que acabaram por virar hábitos de adulta.
Hoje em dia sou bem resolvida e feliz com o que vejo ao espelho (embora possa enumerar rapidamente umas dezenhas de coisas que melhoraria se pudesse). Mas acabei por ficar com este hábito de só usar calças. No trabalho acho que nunca me viram de saia/vestido (ou pouquíssimas vezes em quase nove anos). Mas eu sei que há vestidos e saias lindos, aliás, às vezes acabou por não lhes resistir e compro. Mais, com um vestido ficaria vestida, não tinha de andar a conjugar duas peças, o que é super prático!
É uma mudança que quero para mim, tentar reabituar-me a mostrar (comedidamente) as pernocas!
02 agosto 2016
01 agosto 2016
Eu jogo Pokemon Go e tenho vergonha!
Aqui está a minha confissão dupla.
Primeiro admitir que sim, descarreguei a aplicação, só para ver como é que era. Comecei logo com o Pikachu que é o bicharoco mais fofinho. E depois vieram mais uns quantos. E o problema foi começar a prestar atenção à evolução do meu irmão e do meu marido e a minha veia competitiva começar a trabalhar. Não vou dar grandes passeios por causa do jogo, não ando desesperada atrás dos pokemons que me faltam, mas lá vou ligando a aplicação para apanhar umas bolas e uns bichinhos, torcendo para que sejam dos giros e fofinhos.
A segunda confissão é que só aqui no blogue e em casa é que sabem que jogo. Quando vou na rua sou bem discreta para ninguém reparar que também faço parte da legião de maluquinhos que anda por aí sem levantar o nariz do telemóvel. Claro que dificulta a minha "caçada" e, pensando bem, a grande maioria de pokemons que apanhei foi mesmo em casa. Mas fica a minha imagem de pessoa séria que não se dá a estas "brincadeiras de miúdos".
Shiuuuu, é segredo!
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