30 abril 2016

Ainda ontem


Diz-nos a nossa amiga: "E a minha mãe disse-me que achava que eu devia ir arranjar o cabelo para ir impecável para o novo trabalho. Mas eu não vou: não os quero enganar logo no primeiro dia".

Ontem


Ontem estive numa "despedida de desempregada". Ou, trocando por miúdos, a festejar com as minhas amigas o último dia útil de desemprego de uma delas que (re)começa a trabalhar na próxima segunda-feira.

O que ela lutou e sofreu nestes meses de desemprego. O triste que é o aproveitamento das empresas nesta altura em que há tanta gente a tentar encontrar emprego. Bem sei que é a lei da oferta e da procura, mas isso é muito bonito de ver com números. Quando se vê com nomes, os nomes que nos são queridos, só nos faz revoltar com a crise e com a economia e com estes políticos e, sobretudo, com a justiça que não pune aqueles cujas infrações fazem mal à vida de tantos milhares de pessoas.

Parabéns S.!
Conseguiste e desta é que é!

29 abril 2016

Uma vergonha, eu sei!


Não tenho uma única mala preta em condições.
Tenho duas em casa que estão mais para lá do que para cá (não perguntem então porque é que ainda as tenho porque eu tenho claros problemas de apego a coisas) e falta-me um must have tão importante quanto este!

Sugestões?

Cada um com as suas prioridades


Amiga: Andam a tentar juntar-me com um tipo que eu não conheço. Parece que tem umas vinhas para o norte.
Cat: Então e como é que ele é? Quantos anos tem?
Amiga: Ah, isso não sei. Mas tem vinhas.

Então está bem...


Simples assim


Um abraço apertado num dia menos bom.
Daqueles fortes, que nos envolvem e nos protegem de tudo e de todos.
E chega? Chega e sobra: era tudo o que eu precisava!

28 abril 2016

Será da idade?


Se há acessório que eu não dispenso são brincos. Já há muitos anos que tenho era mania e a verdade é que se saio de casa sem brincos sinto-me um bocado despida, tanto que não passava da hora de almoço ir a uma loja qualquer (nem que fosse ao chinês) comprar um par de brincos para safarem o resto do dia.

Com esta obsessão, confesso que reuni uma coleção já considerável de brincos. Não vos sei precisar a quantidade mas terei certamente mais de 100 pares! E nunca chegava. Todos os dias à noite tirava e arrumava os brincos e na manhã seguinte escolhia o par de acordo com o que levaria vestido.

Até que aqui há uns meses, entrei numa ourivesaria e pedi para me mostrarem os brincos de pérola que tinham (sou apaixonada por pérolas!) e comprei uns simples, caídos, com uma pérola. Lindos, simples, clássicos. Desde então ando sempre com eles, sempre com os mesmos. Ainda não me cansei e ficam lindamente com tudo. Claro que já comprei entretanto mais um ou dois pares de brincos que ainda não tive oportunidade de usar (os vícios depois de entranhados são tramados) mas estes continuam a ser a beleza clássica que me acompanha todos os dias.

Sobre a minha decisão de ontem à noite


Valeu a pena!
(Quem já viu a segunda temporada  do OITNB há de entender)

27 abril 2016

Amanhã quando ouvires o despertador é que choras


Não consigo parar.
Tenho mesmo de ver mais um bocadinho... ou dois bocadinhos...
Vá, é só acabar a segunda temporada!

Apetites


Deu-me uma vontade incontrolável de comer um quadradinho de chocolate.
Se calhar estou a ser dramática, a vontade até era controlável.
E se calhar também estou a ser simpática porque não queria um quadradinho mas muitos!

Fui comprar.
Comi uma tira.
Entreguei o resto a uma colega que se tornou a fiel depositária porque se o trouxesse comigo sei que não ia ver a luz do dia de amanhã.

Cabelo: check!



O penteado para o grande dia vai ficar a cargo da minha cabeleireira habitual. Gosto dela e não quero nada demasiado elaborado.  Gosto de penteados meio despenteados, sabem? Não quero o cabelo demasiado arranjadinho, muito colado à cabeça... quero uma coisa mais descontraída. Já devem ter percebido pelos vários posts que vou fazendo que sou a favor da simplicidade.

Estive uma manhã lá no salão a fazer algumas tentativas. A ideia era ter as costas à mostra porque o vestido tem umas costas lindas. Fiquei indecisa entre dois penteados: um com uma trança em que o cabelo cai ao lado e outro em que o cabelo fica todo preso. Acho que vou optar pelo segundo (ainda ando em conversações com a minha mãe e amigas mas acho que a decisão já está tomada).

O que me anda a custar é ver algumas pontas espigadas no cabelo e não o cortar porque a cabeleireira não quer correr o risco de cortar os centímetros que podem fazer falta no dia. Que seja. Afinal de contas já não falta muito.

Do dia de ontem


Depois de um mês (mais coisa menos coisa) a comer como se não houvesse amanhã e de ter engordado dois quilos, hoje resolvi voltar a portar-me bem até ao casamento.

Cheguei a casa e a minha mãe tinha feito um bolo de chocolate.

Pois.


26 abril 2016

E por falar em jantar com as amigas


As minhas amigas são mesmo do melhor que há no mundo.
Não podíamos ser mais diferentes nem podíamos dar-nos melhor.
E o mundo pode estar a desabar que, com elas, as gargalhadas e boa disposição são garantidas!

Só visto!


Eu e as minhas amigas fomos conhecer um restaurante novo que abriu este ano em Lisboa. O restaurante tem muito bom aspeto, uma decoração bonita e cuidada. Os empregados eram extremamente atenciosos, explicando cada prato e tentando proporcionar-nos uma ótima experiência.

Estávamos nós ainda a terminar as entradas quando chega uma empregada que ainda nem tinha estado a servir a nossa mesa por isso ainda não nos tinha dirigido a palavra com a seguinte pérola:

"Eu sei que ainda estão nas entradas mas tenho de deixar aqui já os vossos pratos. É que pedi 10 minutos à cozinha antes de servirem mas para eles 10 deve significar 2..."

E ficámos nós incrédulas a olhar para ela enquanto ela se queixava dos colegas...

Raivinha miudinha


Começar a encontrar pontas espigadas no cabelo.
Mas a tão pouco tempo do casamento, não me resta senão aguentar até à data para não perder centímetros que me podem fazer falta para o grande dia.

25 abril 2016

​❀



"For to be free is not merely to cast off one's chains, but to live in a way that respects and enhances the freedom of others."
Nelson Mandela

24 abril 2016

Nostalgia


A Marisa, no post de quarta-feira lembrou-me de mais um jogo: o Mata. E eu lembrei-me da minha primeira experiência com este jogo.

Aconteceu quando mudei de casa e de escola. Tinha 8 anos.
No primeiro dia de aulas na nova turma fomos jogar ao Mata e eu nunca tinha jogado mas também ninguém me explicou as regras.
A outra equipa tinha a bola para matar e atiraram.
E eu atirei-me à bola para a apanhar.
E fiquei triunfante com a bola na mão a olhar para os meus colegas da minha equipa que estavam incrédulos perante a minha nabice.
Não foi uma boa primeira impressão...

​​♡



És tão generoso comigo.
E eu vou-me tornando uma pessoa melhor com o que aprendo contigo.

22 abril 2016

Ter uma amiga adolescente


É ter o coração nas mãos quando não sabemos dela há muito tempo.
É querer andar de mãos dadas com ela e dar-lhe muitos miminhos e ela estar preocupada porque alguém pode estar a ver.
É falar de sexo porque apesar de embaraçoso é necessário.
É vê-la crescer e lembrar-me de quando era pequena.
É falar-lhe de quando a adormecia e dava de comer com um sorriso nostálgico na cara.
É ter de me pôr sistematicamente nos seus sapatos e lembrar-me que também já tive a sua idade.


É tão bom ser tua irmã (ainda que seja só emprestada)!
Parabéns M.

It's Friday, I'm in love ​♫

Zara, 39,95€

(Confesso que a minha paixão é porque já o experimentei porque pelas imagens do site não dava nada por ele!)

21 abril 2016

E quando me apetecer queixar da vida que tenho...


Vou lembrar-me de como saí do trabalho a meio da tarde com quatro colegas amigas para ir ali a uma chocolateria, beber um café, comer um chocolate e dizer umas quantas baboseiras no meio de gargalhadas.
Há vidas bem piores.

Uma epidemia dos dias de hoje


Não sei bem onde é que se apanha, mas julgo que é por contacto. Não conheço ninguém que a tenha apanhado pelo ar ou por visitar um país tropical.
Os primeiros sintomas não tardam a aparecer: fotografias várias no facebook, tema de conversa único, repensar o tempo que se perde com pessoas que não percebem esta filosofia de vida.
Daqui para a frente só tende a piorar: a fotografia de perfil nas redes sociais muda, a cover page é orgulhosamente alterada, as mãos calejadas são um orgulho, os fins de semana têm sempre como ser preenchidos. Não há mais nada, só aquilo. Ainda não vi ninguém a curar-se.
Uma epidemia chamada crossfit.

(Fui só eu que "perdi" amigos para esta loucura?)

20 abril 2016

A propósito do post anterior



Saltar ao elástico.
Jogar à apanhada. E à rabia.
Futebol humano.
Sirumba.
Bravo. Super Pop. Os questionários das revistas.
Dar voltas de braço dado à volta dos pavilhões.
Conversas. Risos. Gargalhadas.
Correr. Com ténis e roupa larga.

Constatação do dia


Os miúdos têm tanta pressa de crescer.
Mal sabem o que estão a perder.

O bolo


O bolo da noiva. O R. tenta convencer-me que é o bolo dos noivos mas não é assim que se chama, pois não?
E o que é que isto interessa?
Já vão perceber!

Este é daqueles temas que, à partida, não tinha particular ciência para o R.. O bolo estava incluído no serviço de catering que contratámos por isso o que tínhamos de fazer era pesquisar até encontrar o formato que gostamos, escolher a massa e o recheio e estava o tema arrumado.
Ah, não! Faltava mais um pormenor: o topper do bolo. Sim, os noivinhos que ficam no topo. A confeiteira que nos fará o bolo disponibilizou-se para nos fazer uns noivinhos personalizados e até podíamos sugerir uma situação engraçada que tivesse a ver connosco para ela retratar como, por exemplo, se tivermos um animal de estimação que queiramos ver representado...

Mas porque é que ela deu este exemplo?
Claro que o R. se entusiasmou com a ideia e passou a fazer questão que o Pantufas (o nosso gato que vive em casa da sogrinha até nós nos mudarmos) estivesse presente no topo do bolo.
Eu adoro o gato de paixão, mas no topo do meu bolo quero-nos só aos dois.
Sim, ele faz parte da nossa vida mas não nos vamos casar com ele! Também fazem parte da nossa vida todos os familiares e amigos que vão estar no casamento (e mais alguns!) e não os vamos ter desenhados no bolo!
E, vamos lá pôr os pontos nos i's: é o bolo da NOIVA, não é?

Estava o tema ainda longe de chegar a um consenso (mas tmabém não perdemos propriamente o sono com isso) quando uma prima do R. que é food stylist disse que adorava poder ser ela a criar o topper para o nosso bolo. Não tive como dizer que não, até porque é com o maior prezer que vejo o máximo de pessoas a participarem no casamento.

Pormenor: nem eu nem o R. sabemos o que é que ela idealizou e ela não nos conta. Por isso, só no dia do casamento saberemos se há Pantufas no topo do bolo ou não.

19 abril 2016

Vai ser uma noite engraçada


Pois que acabo de ir buscar um café.
O terceiro do dia.
E a esta hora.

Já sei que me espera uma noite às voltas na cama (ainda para mais com esta dor nas costas que não me larga).
Mas se quero continuar a trabalhar, tinha mesmo de ir buscar mais uma dose de cafeína!

Da catequese


Cada um fazia o seu desenho e bem no centro do desenho de um deles leio:
"Jesus gosta de peidos."

E pronto, é esta a criatividade dos meus meninos.
O difícil foi não rir enquanto explicava que aquilo não era próprio...

Dias difíceis


Não sei em que raio de posição dormi hoje que acordei com as costas feitas num oito!
Hoje o dia vai ser longo...

18 abril 2016

Não é assim tão giro


"Oh, fazem anos no mesmo dia? Que giro!"
Reação típica quando conto que eu e o meu namorado fazemos anos no mesmo dia. Aliás, que nascemos no mesmo dia, mês e ano.

E sim, tem o seu quê de coincidência. E até é engraçado por ser tão pouco provável. E até posso romantizar a coisa e pensar que é foi o destino, que desde que nascemos, nascemos um para o outro. Dois seres à espera de se encontrarem para se amarem desde o dia do nascimento. Oh, que coisa bonita.

Mas este ano fiz a pergunta que se impunha ao R.:
"Não queres começar a fazer anos no dia 14? Ou noutro dia qualquer... escolhes um dia que gostes mas que não seja 15... esse dia fica para mim!"
Ele disse para eu não ser parva (o que é difícil) e não me deu mais conversa.

É que eu sempre fui muito egoísta com o meu aniversário. Adoro ser o centro das atenções e a estrela do dia. Na verdade eu sinto-me uma estrela em quase todos os dias mas no meu dia de anos tenho mais legitimidade. E isto de ter de partilhar o dia limita-me um bocadinho porque não pode ser tudo como eu quero. Tenho de pensar no que o outro aniversariante gosta e ter em conta o que lhe apetece a ele. "E não devia ser assim todos os dias, já que são noivos?", perguntam vocês. Até devia, mas habituei-me a ser esta diva egoísta durante muitos anos no meu aniversário e agora ainda me armo em esquisitinha.

Depois, vendo bem as coisas, o R. é mesmo um amor e deixa-me sempre fazer as coisas à minha maneira e faz mesmo com que eu brilhe.
Confirma-se: tenho mesmo de deixar de ser parva.

17 abril 2016

Nova companhia


Não é novidade (a série começou em 2013) mas só agora é comecei a vê-la.
E, até agora, estou a adorar!

16 abril 2016

Coisas boas da vida!


Não há como estarmos rodeados de pessoas alegres e animadas.
Uma boa dose de gargalhadas por dia, e a vida parece correr melhor.

15 abril 2016

Oh yeah!


E já lá vão três...


Três décadas de vida. Mais vale dizê-lo de uma vez: é hoje que faço TRINTA anos. Estou feliz, claro, como todos os anos. O meu aniversário sempre foi um acontecimento. É ver-me nas semanas nos dias antes a relembrar toda a gente que o grande dia se avizinha para ninguém se esquecer de me parabenizar.

Faço anos. É dia de festa, pois claro!
Temos de celebrar a vida. E que bom é viver. E que bons foram os anos que já passaram. E que bons hão de ser os que estão para vir.
Já tanta história e ainda tantos sonhos.

E, de há cinco anos para cá, este dia passou a ser ainda mais importante porque o meu noivo também faz anos. Que grande coincidência, não é?

Então celebramos juntos o nosso dia.
Mas ele deixa-me ser a estrela, ele sabe que eu gosto muito de atenção.
Temos a família e os amigos connosco.

E se não pensar muito no número de anos que faço, até me consigo abstrair do susto que apanho cada vez que penso na velocidade com que o tempo passa e apenas me regozijo por mais um dia de festa, por mais um ano passado com muito amor e muita alegria.

Hoje faço anos.
Trinta anos.

14 abril 2016

Começou o CPM!


Para quem não sabe o CPM é um centro de preparação para o matrimónio e é obrigatório para os casais que se casam pela igreja católica. Basicamente são sessões sobre os valores e o significado do sacramento do matrimónio e sobre a vida a dois.

O CPM não é igual em todas as paróquias e eu não sou nenhuma expert no tema mas não queria deixar de partilhar convosco a minha experiência em mais este passo rumo ao meu casamento.

Na minha paróquia o CPM é feito em seis sessões durante três fins de semana. Sei que em algumas paróquias é todo ministrado em um dia apenas. A metodologia também varia. Cada sessão tem um tema distinto. Os casais são separados em grupos e cada grupo vai para uma sala com um casal da coordenação do CPM discutir os temas com o auxílio de um guião. Nas salas falamos sobre os temas, partilhamos a nossa experiência e ouvimos a partilha do casal "mentor". Depois há um plenário onde um casal escolhido de cada grupo vai relatar a toda a assistência o que é que se falou na sala, as nossas dúvidas, as nossas experiências. Finalmente, um dos casais coordenadores faz uma apresentação sobre o tema discutido, partilhando a sua experiência enquanto casal na temática em questão.

Ninguém está ali para nos ensinar nada. Não há certos e errados. Há vidas e vontade de falar sobre temas importantes e partilhar experiências de vida. Não há uma tentativa de lavagem cerebral, de conversão para a igreja, mas fala-se da importância (ou falta dela) da igreja na vida conjugal de cada casal. Fala-se do perdão, da tolerância, do ciúme, do diálogo e do Amor. Fala-se muito de Amor.

Curiosamente um casal de amigos (grandes amigos) nossos qu também se vai casar este ano também está a fazer o CPM na mesma igreja que nós então está a ser giro poder falar sobre os temas a dois, depois em grupo - com o nosso grupo em sala -, e depois a quatro, quando descemos das salas e no fim de cada sessão.

Tenho pena que estas sessões de CPM só existam para estes momentos pré-matrimónio. Acho que faria bem a muitos casais (incluindo muitos que eu conheço) ir renovando estes momentos de diálogo e partilhando a forma como encaram certos temas que são estruturais para uma vida a dois. Num casamento, as vidas devem convergir, mas conheço casais que parecem afastar-se sobretudo por não falarem sobre esses temas fraturantes.

Depois das sessões posso falar-vos um bocadinho mais sobre os temas que debatemos, se vos interessar.

13 abril 2016

Qualquer coisa que não bate certo


Ora bem, diz a minha cédula de nascimento (e demais documentos de identificação que tenho na carteira) que nasci em 1986. E perante este facto, dizem-me as pessoas que farei 30 anos em breve.

Lamento discordar.
Não, não faço!
Não pode ser.

É verdade que já vivi um bom bocado de coisas. Já me diverti muito. Já aprendi coisas. Já amei. Já sofri. Já tomei decisões. Já viajei. Já li. Já comprei uma casa. Já escrevi tantas coisas.

Mas mesmo assim... acho que ainda não vivi 30 anos.
Trinta anos!
Caramba, é um bocado de tempo!

Passatempo - o resultado

Depois de duas semanas a aceitar inscrições, ontem foi o último dia para se candidatarem ao perfume. Obrigada pela vossa participação e, sobretudo, obrigada por passarem por cá.
Como vos disse, o vencedor seria sorteado pelo random.org e aqui está o resultado:


Parabéns Marisa!
Já te enviei um e-mail para acertarmos tudo para o envio.
Obrigada a todos, mais uma vez!

12 abril 2016

Das reflexões mais profundas


Eu sou crente mas o meu noivo não é. Já assim éramos quando nos conhecemos e aceitámos essa diferença até porque respeitamos muito essa nossa divergência de credos. Quando fui crismada (ou seja, quando recebi o sacramento da confirmação da minha fé em Deus), ele esteve comigo na Eucaristia porque sabia que era um momento importante para mim. Quando fui convidada para dar catequese aos domingos, mesmo sabendo o condicionalismo que isso representaria para os nossos planos de fim de semana, apoiou-me.

Agora que resolvemos casar pela igreja, falámos mais sobre esta nossa diferença. E quando refletimos sobre um tema destes acabamos por chegar a algumas conclusões.

A primeira conclusão a que cheguei é que acho mais fácil ser-se ateu do que ser-se crente. Não que eu ache que alguém é ateu por comodismo, nada disso! Mas sei que ser crente não é fácil porque eu própria tenho tantas dúvidas e consigo racionalmente desmontar muitas das coisas em que acredito e que são professadas pela igreja (dos homens). Há muitas coisas que não entendo e que não aceito. Não confio plenamente: tenho medos, tenho dúvidas, preocupo-me tanto com o que está para vir... e para mim, ser crente não é uma coisa completamente natural, exige-me trabalho. Todos os dias, nas minhas orações e na minha forma de estar na vida, peço força para continuar a ter a minha fé porque há tantas coisas erradas no mundo que me sinto sempre tentada e posta à prova.

A minha grande conclusão é que ser crente é difícil e dá trabalho. Mas é um trabalho que vale a pena ter porque me faz tão bem viver assim, é tão bom viver a acreditar em algo melhor e maior.

11 abril 2016

Terapia para esta noite


Um livro para colorir.
Uma caixa de lápis de cor.
Música.
E é só.

Sou só eu?


Que fico nervosíssima quando me dá um ataque de espirros quando estou a conduzir? É que não dá para espirrar sem fechar os olhos. E não dá para conduzir de olhos fechados. E quando vem mais do que um espirro seguido enquanto conduzo começo logo a hiperventilar e a pensar no pior!

09 abril 2016

Enjoy the weekend ​♤

Porque se a Lady Gaga teve bom gosto para alguma coisa foi para escolher o namorado. 
Taylor Kenney.

08 abril 2016

Já estão a participar?



Ai que chata que eu sou!
Chata não, preocupada convosco!

Então venho lembrar que têm até dia 12/Abril para se candidatarem a ganhar este perfume!
Para saberem como concorrer basta carregar aqui ou na imagem do passatempo ali na barra lateral.

Boa sorte!

It's Friday, I'm in love ​♫

Zara, 39,95€

07 abril 2016

Será?


Alguns relacionamentos acabam porque:
ELES pensavam que ELAS nunca iam mudar;
ELAS pensavam que ELES iam mudar.

06 abril 2016

InstaCat


Teatro, leituras e um vício.
Companhias de todas as manhãs.
A vista do trabalho, da viagem e do passeio.
Presente de pequenos, graúdos, e de mim para mim.
Tratar de mim, passear, abusar da cor .
Páscoa de chocolate, de oração e de tradições.

05 abril 2016

Podia ser pior



Ela é linda, ela é special
Ela passa pelas outras tipo battle
Quando ela passa
Ela sabe o que faz
Fica impossível não olhar p'ra trás
Ela parte-me o pescoço
Ela parte-me o pescoço
Ela sabe que é capaz
Ela parte-me o pescoço
Ela parte-me o pescoço
Impossível não olhar p'ra trás.

[Agir - Ela parte-te o pescoço]

E é isto que eu estou a cantar desde que acordei.
Não me sai da cabeça, fazer o quê?

04 abril 2016

O perigo da simplicidade

Uma pessoa é bombardeada por newsletter de lojas com saldos e reduções e novas coleções e tentações variadas.
E depois vai-se a ver e basta meia dúzia de clicks e as coisas até aparecem aqui à porta.
E se não ficar bem, faz-se mais uns quantos clicks e vêm cá buscar e amigos como dantes.


E pronto, dá nisto! Já vêm a caminho para sermos felizes!



03 abril 2016

Cinco bocadinhos de mim

Adoro dormir. Desde que me lembro, mesmo em criança, não era daquelas que saltava da cama às 7h da manhã para ir ver desenhos animados. Sempre fui do estilo preguiçoso, de acordar e virar-me para o lado para mais um bocadinho. Hoje em dia ainda sou assim, dentro do que me é permitido (a hora de entrar no trabalho é mais rigorosa que a hora a que tinha de ir ver bonecos), sempre com o "só mais cinco minutinhos" preparado.


Tenho pouca resistência ao álcool. Confesso que não sou adepta de bebidas alcóolicas. Quando saía preferia beber uma garrafa de água do que álcoól, mas claro que houve vezes em que as bebi e... não consigo disfarçar que começa imediatamente a fazer efeito, nomeadamente porque começo a achar graça a tudo e a rir-me imenso! Para além disso fico perigosamente sociável! Atenção, não fico de repente numa de seduzir e meter-me com rapazes ou assim, mas fico mais atrevida, falo com as pessoas muito à vontade e nunca sabemos quando é que do outro lado está alguém com pouca paciência.


Sou viciada em listas. Nota-se, não nota? Mas é em tudo: lista de supermercado, lista de coisas a fazer, listas de livros que tenho, lista de livros que quero comprar, lista de temas para posts, lista de presentes de natal, lista de materiais para o meu artesanato... listas! Acho que já não sei viver sem elas!


Fui crismada aos 29 anos. Não segui a catequese certinha quando era nova. A determinada altura achei que aquilo já não era para mim, não me dizia nada e desisti dessa caminhada. Mas entretanto reaproximei-me da igreja e da minha fé e foi só no ano passado que dei o passo da confirmação.


Sou doida por pão. Posso tentar fazer mil dietas mas nenhuma vai funcionar se não puder comer pão. É dos alimentos que mais gosto e mais prazer me dão. Não me importo de almoçar uma tosta e jantar uma sandes, com uma torrada para o lanche. Só não o faço porque infelizmente o meu metabolismo não ajuda e engordo com o ar, quanto mais com pão!

Mais bocadinhos de mim: 
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