Atesh Salih, o modelo bonzão que agora se dedicou à decoração de interiores.
30 janeiro 2016
29 janeiro 2016
O anel de noivado
O meu anel de noivado foi feito pela minha futura cunhada. Ela faz trabalhos lindos de joalharia e não perdoaria o irmão se ele não lhe pedisse a ela para fazer esta peça tão especial para nós. É em ouro branco (o meu namorado tem uma certa embirração com o ouro amarelo que lhe terá de passar quando escolhermos as alianças) e tem um diamante (diamonds are a girl's best friend, e depois de muitos zircões, este é o meu primeiro diamante!).
Eu fiquei apaixonada pelo anel. É simples como eu gosto mas não é comum. É todo redondinho, não tem as habituais presas em torno da pedra mas sim um encaixe circular e, claro, tem uma pedra maravilhosa. Para além disso tem o meu nome e dois corações gravados no interior o que o faz ainda mais meu!
A questão prendeu-se com o dedo em que se deve usar o anel de noivado. Jhá quem diga que é na mão direita, há quem diga que é na esquerda... eu cá decidi-me depressa e estou a usá-lo no anelar esquerdo. Sinto que o dedo onde vou usar a aliança já está reservado pelo anel de noivado! É um argumento tão bom como qualquer outro!
28 janeiro 2016
Ufa!
A cirurgia estava marcada.
Nada de mais, laparoscópica.
Mas com anestesia geral.
E tinhas de ficar no hospital.
E a casa fica tão vazia sem ti.
E eu rezei muito mas depois adormeci e não rezei mais.
Mas correu tudo bem.
E hoje já estás em casa comigo.
E estás bem melhor,mãe.
27 janeiro 2016
Conselhos de quem não tem certezas
Os amigos estão lá para os momentos bons, para os momentos maus, para ouvir e para nos dizerem as palavras certas. Pelo menos é o que queremos...
Neste caso, a amiga sou eu. E estou lá para os bons e maus momentos, para conversas intermináveis ao telemóvel, para jantares de emergência sempre que é preciso desabafar ou fofocar.
E oiço os seus lamentos, os seus dilemas, as suas dúvidas. E depois há o silêncio de quem espera por uma resposta: um conselho sensato, uma mensagem certeira, um caminho a seguir. E é tão fácil dar opiniões sobre a vida alheia que se torna dificílimo! Porque pode ter consequências. Então pondero bem antes de falar. Porque o que tenho para dar são opiniões, com base na minha vivência e não verdades absolutas que resultarão com toda a gente.
Ser amiga também é arriscar e falar quando tudo o que o outro quer é ouvir.
26 janeiro 2016
Depois não digam que não vos dou nada [especial noivos]
Isto é mesmo só uma dica para os noivos ou futuros noivos para evitarem o pequeno "problema" com que estou a lidar.
Nesta altura contactamos trezentos fornecedores. Pedimos ementas, orçamentos, disponibilidades e sei lá mais o quê. E vamos a feiras, tipo Exponoivos e outras que tal. E vamos distribuindo o e-mail a toda a gente. Sim, sim, mande-me a informação para o e-mail que eu depois vejo com atenção quando tiver tempo. Só que não temos tanto tempo assim e entretanto vamos ficando com o e-mail atulhado de contactos e informação de todo o lado e a confusão instala-se.
Se ainda forem a tempo, aconselho-vos a fazer uma coisa que eu não fiz: criem uma conta de e-mail só para este fim! Tudo o que cair lá é certamente sobre o casamento e depois não ficam com os vossos e-mails pessoais em todas as mailing lists de newsletter!
De nada.
25 janeiro 2016
Com vergonha me confesso...
Eu gosto de uma música do Justin Bieber.
Sim, mais vale dizer assim de uma vez que estar a dar voltas...
Eu embirro profundamente com ele. Mas assim muito. Há muito tempo. Não percebo a magia... lembro-me que quando era mais nova, também suspirava porque algumas "estrelas" mas normalmente tinham ar mais velho e giros e tal. E de repente, aparece este fedelho, com cara de bebé, completamente desenquadra dado das músicas e videoclips (ele devia aparecer num infantário, não ao pé de carros e miúdas) e vejo as adolescentes a delirar. Não entendo e desenvolvi esta forte antipatia por ele. Antipatia que ainda consegui incutir a algumas adolescentes com quem convivia.
Só que recentemente ouvi uma música nova no carro e gostei.
Voltei a ouvir e não só continuei a gostar como comecei a cantarolar o refrão.
E ontem, só ontem, quando a música estava a passar enquanto conduzia, olhei para o painel e li que música se tratava: "Love yourself - Justin Bieber". E quis gritar "nãããããããããoooooo" mas a verdade estava ali. Eu gostava e cantava uma música desse malfadado rapaz.
Se me orgulho? Nem por isso...
Mas o primeiro passo é reconhecer o problema...
24 janeiro 2016
A pequenez dos fins de semana
Eu sou uma rapariga de teorias. Umas mais parvas que outras. E
tenho uma para partilhar hoje convosco e prende-se com um dos motivos para os
fins de semana serem tão curtos.
Vamos começar com os factos. Os fins de
semana só têm dois dias enquanto a semana de trabalho tem, por norma, cinco
dias (bem sei que ainda há quem seja mais sacrificado que isto mas vamos pensar
no mais habitual). Este rácio de dois para cinco está claramente
desequilibrado! Quem é que se lembra de dividir sete dias assim? Três para
quatro ainda vá e ainda ficávamos a perder. Mas adiante.
O problema é que quando o fim de semana
acaba eu quase que podia jurar que não se passaram dois dias desde que trabalhei
a última vez! E não posso estar sozinha! Não dão por vocês a pensar que não é
possível ter-se acabado o fim de semana quando mal deram por ele?
Pois... E eu desenvolvi uma teoria que
explica que, na verdade, só temos um dia e meio de fim de semana e não dois e
prende-se com as expectativas e o estado de espírito (e a culpa é nossa!).
Por um lado, na sexta-feira à tarde, tarde de trabalho, já nos
começamos a sentir animados com a perspetiva do fim de semana.
Por outro, no domingo à tarde, tarde livre, bate aquela angústia
de sabermos que o fim de semana já terminou.
O problema é que enquanto nos entregamos à tristeza de domingo à
tarde e acabamos por aproveitar menos este quarto de fim de semana, na sexta-feira
que, pela lógica, devíamos compensar o tempo perdido dos domingos, na verdade
estamos a trabalhar por isso a nossa boa disposição não é suficiente para nos
sentirmos de fim de semana. Isto está claramente em desequilíbrio!
Por isso, para ganharmos meio dia, vamos todos ser felizes neste
(e em todos) domingo à tarde!
Faz sentido ou é só uma grande parvoíce?
23 janeiro 2016
22 janeiro 2016
Thank God it's Friday!
Acho que se esta semana tivesse seis dias de trabalho eu atirava-me da janela. E daí, se calhar não era preciso tanto, mas palavra de honra que estou fartinha desta semana! Estou atulhada em trabalho e por cada problema que resolvo parece que aparecem três! Horas de almoço cortadas para metade para tentar adiantar as coisas mas mesmo assim, horas de saída só para as quinhentas.
Mas será que ninguém entende que a Catzinha está noiva? Sabiam que não se deve enervar (ainda mais) as noivas? Eu preciso de sair a horas e ter tempo para organizar as coisinhas para o casório!
Vamos lá ter respeitinho, sim?
Ou eu não respondo por mim!
21 janeiro 2016
Ler os sinais
Tenho uma colega, com quem não me relaciono particularmente mas cruzo-me com ela quase diariamente pelos corredores da empresa numa ou outra altura do dia. A determinada altura comecei a reparar que ela estava a emagrecer (e se ela já era magra) e andava com mau ar. Mais olheiras, ar cansado, até o cabelo parecia mais baço... perguntei se alguém sabia se se estava a passar alguma coisa com ela, se tinha adoecido ou algo do género. Ninguém sabia de nada e ela acabou por estabilizar.
Passados uns três meses, comecei a reparar que ela estava super arranjada. Não só mais arranjada do que na fase em que parecia doente (não era preciso muito para ter melhor ar que nessa altura) mas sim mais arranjada do que sempre desde que a conheço. Roupa diferente, cabelo sempre arranjado, maquilhagem no ponto. Uma grande mudança.
Somei um mais um e fiz perguntas.
Estava confirmado: divorciou-se e tinha "voltado ao mercado".
Foi um "luto" rápido... agora que se refaça e seja feliz!
20 janeiro 2016
Primeiras decisões
A decisão mais fácil do casamento foi o "Sim" ao pedido. Estamos apaixonados há mais de cinco anos e temos a certeza que queremos continuar juntos a escrever a nossa história. Daqui em diante, mal sabíamos nós tudo o que ainda precisávamos de decidir (na verdade, ainda não sabemos tudo... vamos descobrindo!).
A segunda decisão que tomámos foi a data do casamento. Porque queríamos que fosse uma data com significado. Simultaneamente, queríamos um sábado que isto de casar à quarta-feira não calha tão bem aos convidados.
E assim foi, listámos as datas que nos são queridas aos dois e percorremos o calendário para perceber a que dia da semana calhava este ano. E então que descobrimos o sábado perfeito. O sábado em que fará seis anos desde que nos vimos pela primeira vez, num almoço. Em que falámos e discutimos preferências clubísticas. E que mesmo sem sabermos seria o primeiro dia da nossa história de Amor. O problema é faltarem menos de seis meses para esse Sábado, mas isso é outra conversa.
O importante é que assim será. Seis anos depois de nos conhecermos, confirmaremos a nossa vontade de entrelaçar as nossas vidas com o sacramento do matrimónio.
19 janeiro 2016
Condutora Cat
Recentemente foi-me atribuído um carro na minha empresa e lugar de garagem, benefícios da nova categoria profissional. Fiquei feliz, claro! Mas depois veio o dilema: continuar a ir de transportes para o trabalho ou passar a ir de carro?
De transportes públicos, todos os dias levo cerca de 1 hora desde que saio de casa até que entro no trabalho. São 25 minutos de comboio mais uns 10 minutos de metro e o resto é percurso a pé. Neste tempo aproveito ora para pôr a leitura em dia, ora para dormitar um bocadinho. Venho descansadinha da vida e aproveito o tempo como quero. Por outro lado, vou esmagada no metro, isto quando consigo entrar sequer no metro, isto quando não há greve, claro está. Sim, pago quase 60€ de passe para ter transportes quando calha... Apanho chuva e vento e frio pelo caminho. Canso-me em cima dos saltos por ter de fintar a calçada com todos os seus buracos e pedras mal colocadas. Quando saio tarde (e tarde é às vezes depois das 22h) já tenho algum receio de andar sozinha nos transportes e pelas ruas.
O carro que me atribuíram é muito económico. Pelos testes que tenho feito não gastarei muito mais em combustível do que gasto em passe (mais extras nos dias de greve, por exemplo). Tenho de enfrentar o trânsito o que é uma grande chatice... pior, enfrentar os condutores furiosos com uma condução super ofensiva que acham que são os únicos atrasados ou com horários a cumprir. Dá-me uma flexibilidade brutal nos horários. Para não falar no conforto. Dá-me autonomia e vou ganhando cada vez mais destreza na condução.
Este mês está a ser o mês de testes. Testar caminhos. Testar a minha paciência para o trânsito. Para o mês que vem decido qual será a minha rotina.
18 janeiro 2016
Não é por mal, juro!
Não posso falar ao telefone enquanto vejo televisão ou estou a passear-me pela internet. A menos que seja uma conversa rápida ou daquelas supeeeeeer-interessantes (tipo a fofoca que eu tenho mesmo de saber), mais tarde ou mais cedo as minhas respostas passam a ser monossílabos que passam rapidamente para sons do tipo "hum" e "ah" casuais só para indicar que reconheço que ainda há pessoas a falar do lado de lá. Mas, na verdade, já não há ninguém a ouvir atentamente do lado de cá.
(Desculpa lá A.)
17 janeiro 2016
15 janeiro 2016
Bom demais para não partilhar
A dança, para além de todos os benefícios que traz para quem pratica e para quem assiste é fantástica para se conseguirem boas fotografias! Não sei se acompanhavam o America's next top model, mas chegou a haver sessões fotográficas inspiradas em danças e resultavam imagens lindas!
Descobri recentemente o trabalho do AlexanderYakovlev, um fotógrafo russo que tem captado imagens maravilhosas! Partilho algumas convosco aqui mas encontrem uma amostra maior no site.
Descobri recentemente o trabalho do AlexanderYakovlev, um fotógrafo russo que tem captado imagens maravilhosas! Partilho algumas convosco aqui mas encontrem uma amostra maior no site.
14 janeiro 2016
Formas más de começar o dia
Acordar tarde mas despachar-me a correr para não perder o comboio.
Fazer o caminho para a estação em passada bem acelerada.
Chegar à estação e reparar que não levei o passe.
Voltar a casa para ir buscar o passe.
Voltar para a estação em passada bem acelerada.
Entrar no comboio e pensar que mais valia ter-me despachado calmamente já que ia chegar atrasada de qualquer forma...
O que vale é que amanhã é sexta-feira!
13 janeiro 2016
Obrigadinha Rádio Comercial!
Este domingo recomecei com a catequese e o tema que preparei para os meus pequeninos foi sobre os Reis Magos. Ora começo eu a ler um trecho sobre a ida dos Reis Magos para adorar o menino Jesus quando vejo uma mão no ar.
"Tens uma questão?"
"Sim. Então e o Santiago, o quarto rei mago, Santiago o quarto rei mago?"
E vários dos outros meninos que também conheciam a música juntaram-se ao coro.
E eu própria me juntei porque nestas coisas mais vale não contrariar.
E depois lá lhe expliquei a brincadeira.
12 janeiro 2016
Qual crise?
Este fim de semana fomos à Exponoivos. Nunca tinha ido a esta feira (nem a nenhuma de casamentos e afins) mas agora somos interessados e lá fomos conhecer mais uns quantos fornecedores.
E fiquei abismada. Eu já tinha tido essa noção quando andei a sondar algumas quintas, mas esta foi
mais uma confirmação: há imensa gente a casar!
Fui pedida em casamento no final do ano passado (yey!) mas não quisemos ficar a planear o casamento durante um ano por isso decidimos uma data que nos é querida no primeiro semestre do ano. Quando andei a contactar algumas quintas percebi que a maioria dos fins de semana estão esgotadíssimos para o ano todo (para não falar das marcações já para 2017). Na Exponoivos, quando dizia a data que pretendia, ou me mostravam um ar de admiração ou começavam a escrever que era do ano que vem!
Se calhar sou só eu que me estou a passar um bocadinho com o orçamento de um casamento mas a verdade é que num dia gasta-se o equivalente a um ano de trabalho... é um bocado de dinheiro! Mas acho bem, vamos tirar Portugal da crise e estimular a economia!
11 janeiro 2016
09 janeiro 2016
08 janeiro 2016
Terapia
Eu canto muito. E muito mal, o que é uma chatice.
Se pudesse escolher um dom para ter, escolhia saber cantar. Bem, se calhar se pudesse mesmo escolher ia pensar mais um bocadinho, só pelo sim pelo não. Mas adorava cantar bem. Porque adoro cantar e até para mim é desagradável ouvir-me muito tempo (sou um bocadinho exagerada... nota-se?).
Mas a verdade é que para além de ser um gosto, cantar para mim é uma terapia em determinadas situações. Há músicas para todos os gostos. E há momentos em que há músicas que parecem encaixar-se na perfeição nos nosso sentimentos. E é aí que canto a bom cantar, usando despudoradamente as letras que alguém escreveu um dia sem saber que explicavam tão bem aquilo que no momento eu estou a passar.
Se pudesse escolher um dom para ter, escolhia saber cantar. Bem, se calhar se pudesse mesmo escolher ia pensar mais um bocadinho, só pelo sim pelo não. Mas adorava cantar bem. Porque adoro cantar e até para mim é desagradável ouvir-me muito tempo (sou um bocadinho exagerada... nota-se?).
Mas a verdade é que para além de ser um gosto, cantar para mim é uma terapia em determinadas situações. Há músicas para todos os gostos. E há momentos em que há músicas que parecem encaixar-se na perfeição nos nosso sentimentos. E é aí que canto a bom cantar, usando despudoradamente as letras que alguém escreveu um dia sem saber que explicavam tão bem aquilo que no momento eu estou a passar.
07 janeiro 2016
Depressão
As doenças de foro psicológico assustam-me muito. Sobretudo a depressão. Vai chegando, não avisa, dói mas não se vê, não se sabe bem porquê, e vai tomando conta da vida das pessoas. Felizmente, nunca passei por isso mas acompanhei de perto três pessoas muito queridas que lutaram para vencer a depressão e recentemente tive a confirmação que temia: uma grande amiga da minha família está a passar pelo mesmo.
As três pessoas que conheço e que passaram por este tormento reagiram de forma muito diferente. Uma delas é o meu avô, que ainda hoje não admite que teve uma depressão. Para além de ser evidente para quem o rodeava que ele não estava bem, foi diagnosticado por médicos e medicado. Mas é complicado quando o paciente não aceita que está doente...
Outro foi uma pessoa com quem trabalhei. Nunca diria que estava a passar por tal coisa! Felizmente conseguiu dar a volta por cima com medicação, aconselhamento e o seu hobbie preferido!
A outra foi a minha avó. Lembro-me de me dizer "oh filha, eu sinto uma tristeza cá dentro que não sei explicar...". E esta explicação dela, uma explicação que nem ela sabia entender, é aquela a que me agarro para tentar avaliar-me. Porque há dias que nos sentimos tristes sem saber bem porquê. Acho que todos passamos por dias assim. O problema residirá quando esses dias se começam a suceder uns aos outros e não é apenas mais um dia não, é uma fase não, é uma depressão.
Há algum tempo em conversa com uma amiga ela dizia que as mulheres têm mais tendência a sofrer deste problema quando estão na casa dos 40 anos. Em parte pode-se explicar pela maior independência dos filhos, um desgaste no casamento, o cansaço do trabalho, a menopausa, o balanço nem sempre satisfatório de cerca de meia vida... É assustador.
Agora temos esta grande amiga que está a passar pelo mesmo (curiosamente na casa dos 40). Anda com os sentimentos à flor da pele. Chora. Chora muito, a toda a hora. Estamos a conversar e ela emociona-se. E refugia-se. Já está a ser acompanhada e, se Deus quiser, 2016 será o ano em que regressará tal como a conhecíamos: alegre, sociável, a nossa amiga!
06 janeiro 2016
É a hora do adeus...
...à árvore de Natal e às luzinhas, e às velinhas e às decorações...
Sempre adorei montar a árvore de natal mas a parte de desmanchar é sempre uma tristeza a que a minha mãe me tem poupado nos últimos anos.
Mas este ano tenho duas árvores: a de casa dos meus pais e a da minha casa. E duma delas não me livro mesmo de ser eu a desmanchar.
Mas acho que vou deixar para o fim de semana. Hoje só penso em chegar a casa e dormir um bocadinho!
Malditas insónias
Desde
domingo que caio na cama e dou voltas e voltas sem conseguir adormecer. Na
primeira noite (de Domingo para segunda-feira) ainda atribui o caso ao
facto de ter conseguido descansar bastante durante o fim de semana, coisa que
já há muito não conseguia. Mas na segunda-feira à noite, o drama foi o mesmo. E
ontem à noite idem.
Não ando particularmente nervosa ou ansiosa (quer dizer, o meu estado normal é sempre de alguma preocupação com alguma coisa, mas nada de novo...) e nunca fui de ter insónias.
Então
hoje queixei-me ao pequeno-almoço de mais uma noite mal dormida e foi quando o
meu pai me perguntou se seria do café que bebia à noite. Mas... eu não bebo
café à noite... quando os meus pais bebem café depois de jantar eu acompanho-os
normalmente com uma daquelas misturas solúveis de cereais que não têm cafeína.
E o meu pai fez um ar comprometido. É que foi ele a fazer-me o café nas últimas
noites. Com uma cápsula não descafeinada. Acho que está explicado! Esta noite
tiro as teimas. Entretanto a ver se me aguento acordada até ao fim do dia...
05 janeiro 2016
Garnier Hydra-Adapt
Eu adoro comprar cremes. Se vou ao supermercado ou a uma perfumaria, é difícil vir de lá de mãos a abanar. Aqueles cheirinhos, a suavidade, a promessa de hidratação profunda... só que chego a casa, aplico umas duas vezes e volto à preguiça. Eu sei que devia ser cuidadosa, que só temos uma pele e que temos de a tratar bem, mas acabo por me descuidar no momento da hidratação.
Mas, apesar deste meu mau comportamento, queria mesmo comprar um creme para a cara que usasse regularmente. Experimentei alguns mas não me convenciam: ou deixavam a pele muito oleosa, ou demoravam eternidades a ser absorvidos ou tinham pouca fluidez... e então experimentei o Garnier Hydra Adapt.
Adorei! Comecei com o azulinho para peles normais mas entretanto também já experimentei o verdinho para peles oleosas (há alturas do mês em que tenho a pele mais oleosa, sobretudo na zona T mas confesso que não gostei tanto deste como do de peles normais para o qual voltei). Há ainda o rosa - para peles secas a muito secas - e o laranja para peles fatigadas (que também quero experimentar).
Tem uma textura muito fluída, fácil de aplicar e que é absorvido rapidamente (como convém para quem faz tudo a correr pela manhã!). Sinto que a pele fica mais macia e hidratada. Como aplico várias vezes o corrector de olheiras - devia pôr todos os dias, malditas! - não tenho remorsos porque sinto a pele mais protegida. E depois tem outra vantagem fantástica: o preço! Custa apenas 5.99€ e está à venda em qualquer supermercado.
E vocês? Que creme usam?
Partilhem as boas experiências!
Mas, apesar deste meu mau comportamento, queria mesmo comprar um creme para a cara que usasse regularmente. Experimentei alguns mas não me convenciam: ou deixavam a pele muito oleosa, ou demoravam eternidades a ser absorvidos ou tinham pouca fluidez... e então experimentei o Garnier Hydra Adapt.
Adorei! Comecei com o azulinho para peles normais mas entretanto também já experimentei o verdinho para peles oleosas (há alturas do mês em que tenho a pele mais oleosa, sobretudo na zona T mas confesso que não gostei tanto deste como do de peles normais para o qual voltei). Há ainda o rosa - para peles secas a muito secas - e o laranja para peles fatigadas (que também quero experimentar).
Tem uma textura muito fluída, fácil de aplicar e que é absorvido rapidamente (como convém para quem faz tudo a correr pela manhã!). Sinto que a pele fica mais macia e hidratada. Como aplico várias vezes o corrector de olheiras - devia pôr todos os dias, malditas! - não tenho remorsos porque sinto a pele mais protegida. E depois tem outra vantagem fantástica: o preço! Custa apenas 5.99€ e está à venda em qualquer supermercado.
E vocês? Que creme usam?
Partilhem as boas experiências!
04 janeiro 2016
Não sou entendida mas sou apaixonada!
A noite estrelada, Vincent van Gogh, 1889
Quando tiver o prazer de visitar Amesterdão, não vou deixar de ir ao museu van Gogh!
03 janeiro 2016
Um ano pela frente
Todos os anos me proponho à concretização de alguns objetivos. Da mesma forma que me concedo ao pedido de 12 desejos enquanto como as 12 passas à meia-noite, também acho que 12 é um bom número de objetivos!
Vamos a eles:
1. Ler pelo menos 12 livros. Há anos em que a leitura até corre bem (como foi o caso de 2015) mas há outros em que sou uma grande preguiçosa. Acho que um livro por mês não é nada ambicioso mas coaduna-se bem com o meu tempo livre e estilo de vida.
2. Conseguir correr 10 Km seguidos. No ano passado o meu objetivo eram 5 Km e atingi-o. Sou uma preguiçosa no que respeita ao desporto, mas com objetivos sinto que tenho uma competição e isso é muito motivador para mim!
3. Assistir a 4 espetáculos. Pode ser teatro, um bailado, ópera, concerto... há que cuidar da nossa vertente cultural, não é verdade? E um espetáculo por trimestre parece-me bem.
4. Conhecer 4 restaurantes novos. Se a vertente cultural é importante, a gastronómica não lhe fica atrás! E eu sou tão feliz à volta de uma mesa! Agora há que fugir um bocadinho daqueles restaurantes habituais (habituais porque são tão bons!) e aventurar-me em novas descobertas.
5. Manter o peso certo. O meu peso é um problema recorrente porque sempre foi muito volátil. Há um peso que me faz sentir bem e é assim que me quero manter (22,5<IMC<23,5). Já que o final do ano passado foi para o recuperar, agora é favor manter.
6. Criar Miminhos da Cat. O artesanato é uma paixão mas o tempo não dá para tudo... em 2015 negligenciei um bocadinho esta minha terapia. Este ano quero produzir mais: 12 pecinhas, uma por cada mês.
7. Escrever um livro. Este objetivo parecerá estranho caído aqui assim de paraquedas mas em tempos tive uma ideia para um livro infantil e cheguei a começá-lo. Claro que esta grande ideia teve de acontecer quando eu estava a fazer a tese (é sempre assim!) por isso não a pude desenvolver e até agora está fechada numa gaveta.
8. Ter manhãs mais calmas. Finalmente pôr em prática aquilo que já apregoei num post passado: passar a acordar meia hora mais cedo para ter tempo para me vestir, alimentar e sair de casa com tempo suficiente para não estar numa correria.
9. Manter o blog. Como já contei algures em posts passados, este não é o primeiro blog que tenho. Por motivos variados, deixei de me identificar com o anterior e decidi criar este. Espero que este seja o "de vez". Então um dos meus objetivos passa por manter este blog atualizado regularmente!
10. Adotar o Novo Acordo Ortográfico. Sempre fui uma defensora do antigo acordo ortográfico, e ainda sou! Há novas regras que não fazem sentido (do meu ponto de vista) e tantas exceções que eu, que sempre me orgulhei de saber escrever bem, certamente terei dificuldades na adaptação. Mas um dia terá de ser... que seja este ano (este post já respeita essa vontade!).
11. Viajar. Adoro viajar mas infelizmente nem sempre posso satisfazer esta vontade. Este ano andei a viajar por fora cá dentro mas para o ano queria voltar às minhas viagens maiorzinhas.
12. Casar. Fica no fim mas não é, de todo, o menos importante. Não tenho sonhos megalómanos para esse dia (aliás, também não tenho dinheiro para isso) mas quero muito que seja um dia de sonho, junto das pessoas que mais importância têm na nossa vida.
02 janeiro 2016
Maratonas de preguiça
Hoje a tarde está a ser passada no sofá, com a televisão ligada.
Pantufas nos pés, mantinha enrolada sobre mim e, ocasionalmente, um docinho (que ainda temos uns quantos para devorar cá em casa).
A campanhia está a ser o Masterchef Australia - já tinha muitoooos episódios em atraso.
Um desperdício de tempo?
Naaaaaa!
Aproveitar o tempo para fazer uma coisa que já há muito não conseguia: nada para além de ronha!
Memórias
Durante vários anos, enquanto era pequenina, o meu avô e o meu pai diziam-me sempre a mesma coisa neste dia: "Hoje voltámos a ver aquele senhor que tem tantas orelhas quanto o ano tem de dias".
E eu ficava a imaginar o senhor das 365 orelhas, triste de nunca estar com eles quando o viam!
Até que chegou um dia em que percebi que estávamos no segundo dia do ano...
01 janeiro 2016
2016
Dia 1. Novo Ano.
Novo começo. Novas esperanças.
Um ano inteiro à nossa frente! Parece que
chegará para tudo o que desejamos.
Que chegue para sermos felizes!
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